Mitos e Verdades sobre Disfunção sexual

Disfunção sexual (também impotência sexual) é um assunto bastante assustador para homens e mulheres de todas as idades quais possuem uma vida sexual activa. Por essa razão, existem vários mitos que rodeiam o assunto. Encontre aqui os mitos e verdades mais comentatos em relação a disfunção sexual.

Não atingir ereção esporadicamente é indício de impotência

Mito. Todos os homens em algum momento da vida passam por situações em que não conseguem atingir a ereção. Vários fatores podem causar dificuldades esporádicas de ereção: alto consumo de álcool, de cigarros, preocupações com o trabalho, família, uso de algum medicamento, ou simplesmente porque passaram por alguma situação emocionalmente desgastante e não estão se sentindo bem.

sintomas da impotência sexual

Existem literalmente dezenas de eventos que podem interferir na capacidade de ter ou manter a ereção, e não há motivo para embaraço ou para concluir que um evento isolado seja um indicador de início de impotência. A partir do momento em que estes eventos passem a se repitir com frequência, é aconselhável que se procure um médico especializado.

A disfunção erétil acontece apenas por ansiedade e baixa autoestima

Mito. Existem dois tipos de Disfunção erétil: as de ordem orgânica, e as de ordem psicológica. As primeiras acontecem em decorrência de outras questões de saúde - como diabetes, problemas de pressão arterial, problemas hormonais –, andropausa, deficiência de alguns componentes e vitaminas, lesões na região genital, efeitos colaterais de medicamentos, ou ainda como consequência de operações de retirada completa da próstata.

Os problemas de ordem psicológica são causados, em geral, por ansiedade, depressão e baixa autoestima. A ansiedade pode ser episódica, ou pode decorrer de um transtorno de ansiedade.

De todo modo, a maioria dos casos de disfunção erétil tem origem psicológica e devem ser acompanhados de tratamento terapêutico e/ou psiquiátrico – mas isso deve ser feito depois de descartadas todas as possíveis origens orgânicas. Apenas um profissional especializado e alguns exames poderão revelar as reais causas da disfunção erétil.

Comparar Tratamentos de Impotência

Não conseguir controlar a ejaculação é sinal de impotência

Não necessariamente. Em primeiro lugar, é preciso entender que existem inúmeros tipos de disfunção sexual, e que nem todos eles tem relação com, ou são indicadores de, impotência. A ejaculação precoce por exemplo, é uma disfunção bastante comum que, como a disfunção erétil, pode ter origens orgânicas ou psicológicas.

Este tipo de disfunção está entre as mais frequentemente experimentadas por homens, e embora se recomende auxílio médico para tratar o problema, não há motivos para presumir que esta seja sinal de impotência.

Tratamento para ejaculação precoce

Não sentir vontade de ter relação sexual todos os dias é sinal de disfunção sexual

Este é outro mito perpetrado especialmente por expectativas culturais e estereótipos de gênero. A psicóloga Esther Perel afirma que o desejo sexual dos adultos, independente do sexo, é parecido. Homens e mulheres pensam em sexo uma quantidade similar de vezes, e tem desejo de ter relação sexual também com frequência parecida.

Não sentir vontade de ter relação sexual diariamente, portanto, não é nenhum indicador de que há qualquer problema sexual. Ter vontade de praticar sexo em qualquer circunstância não é indicador de virilidade.

Além disso, Perel lembra que o desejo sexual não funciona e não se manifesta do mesmo jeito para todas as pessoas – e isso é um traço individual mais do que de gênero. Algumas pessoas tem mais vontade de ter relações sexuais, e outras só a sentem ocasionalmente. Esta variação não indica necessariamente nenhuma patologia.

Também vale frisar que o cotidiano e a rotina acabam por colocar as pessoas em situações de estresse emocional, cansaço, pressão, além de outros fatores que interferem no desejo sexual.

Procedimento cirúrgico cura impotência

Em casos de impotência severa nos quais tratamentos farmacológicos (como o Viagra, o Cialis, o Levitra e o Spedra) não dão resultado (aproximadamente 10% dos casos) procedimentos cirúrgicos podem ser recomendados. É preciso entender, no entanto, que estas intervenções não funcionam como uma "correção" para a impotência sexual.

O médico urologista Eduardo Bertero explica que o que acontece nesses procedimentos é o implante de uma prótese que permitirá a ereção de maneira mecânica. Em alguns casos, o homem manterá a sensibilidade genital bem como a capacidade ejaculatória, mas dependendo da severidade da questão, isso nem sempre é possível.

O uso de próteses, no entanto, só costuma ser indicado para pessoas que sofrem ou sofreram de outras condições de saúde como diabetes grave, retirada completa da próstata ou lesões genitais graves.

Outros tipos de procedimento cirúrgico são extremamente incomuns e geralmente são realizados para corrigir problemas congênitos.

Em qual momento procurar ajuda

O ideal é que o homem, a partir de certa idade (em média 50 anos), faça consultas regulares ao urologista. Existe um esforço global de saúde pública para conscientizar os homens da importância do acompanhamento regular.

No entanto, sabemos que o cenário ainda está distante do desejado, e que a maioria dos homens resiste em procurar ajuda médica de qualquer tipo, especialmente para problemas de ordem sexual.

Se você tem experimentado problemas relativamente frequentes de disfunção erétil ou outra disfunção sexual ou se tem notado alterações significativas no seu desempenho e desejo sexual, então é hora de realizar alguns exames e conversar com um especialista.

Não há motivo para evitar e adiar esta consulta. Se houver, de fato, algum problema, ele será mais rapidamente resolvido de você procurar ajuda assim que percebê-lo.

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