DHEA

O DHEA, ou desidroepiandrosterona, é um hormônio produzido no organismo pelas glândulas adrenais, sendo vendido pela internet em cápsulas com a substância produzida a partir de soja ou de inhame selvagem.

A medicina não sabe dizer ainda o que o DHEA pode oferecer ao organismo, embora a divulgação afirme que é um precursor dos hormônios sexuais masculinos e femininos, incluindo a testosterona e o estrogênio.

O que é o DHEA?

A desidroepiandrosterona, ou DHEA, é um hormônio que apresenta ação esteroide anabólica, sendo produzido naturalmente pelo organismo através das glândulas suprarrenais, a partir do colesterol.

DHEA

No organismo, o DHEA atua como precursor do hormônio androstenediona que, por seu turno, é um precursor da testosterona e do estrogênio, hormônios masculino e feminino, respectivamente.

Além disso, o DHEA também é o hormônio precursor do estradiol, em menores quantidades, e de outros hormônios naturais do ser humano e dos mamíferos.

A produção de DHEA não é constante durante toda a vida, como outros hormônios. Existem picos até um determinado momento, declinando a partir de certa idade. O DHEA é vendido como um complemento hormonal, prometendo manter os níveis de testosterona e de estrogênio mesmo quando a produção natural decai.

Quais são os ingredientes do DHEA?

Os sites de venda do DHEA não trazem uma composição da fórmula do produto presente nas cápsulas, limitando-se a informar que possuem a quantidade total do hormônio, produzido a partir da soja e do inhame selvagem.

Conforme citado em diversos sites de venda de DHE, o suplemento serve para melhorar as questões ligadas ao metabolismo dos hormônios que, com o seu uso, são rapidamente absorvidas pelo corpo, oferecendo resultados mais acentuados em treinos de musculação.

DHEA não se trata de um medicamento e sim de um suplemento vendido sem receita médica.

Estudos sobre o DHEA

Ao pesquisar sobre o DHEA na internet, o usuário poderá encontrar diversos estudos relativos ao DHEA, embora não haja informações mais detalhadas, observando-se que os mesmos foram transcritos de alguns sites conforme publicações.

Em um estudo de Rhoden (2004) foram verificados os efeitos da suplementação de DHEA em ratos, sob o efeito da espermogênese. Foram encontrados aumentos poucos significativos em ratos, após a utilização durante 8 semanas.

Porém, o próprio autor concorda que a questão do aumento da produção de esperma pode ser influenciada por uma série de fatores e que seriam necessários novos estudos.

Em um estudo de Siqueira Filho (2008), foi avaliada a questão dos efeitos do DHEA sobre a regulação dos mecanismos que estão associados a sarcopenia (perda considerável de massa magra) em ratos. Perceba que este é um estudo muito mais específico do que o anterior e seus resultados trazem efeitos muito mais interessantes.

Neste estudo, foram utilizados ratos mais velhos, já que o objetivo era verificar não apenas os efeitos do DHEA sobre a sarcopenia, mas também sua influência sobre a insulina, importante hormônio anabólico.

Após a utilização de DHEA por 12 semanas, foram observados um aumento na utilização de insulina e consequentemente redução da sarcopenia e da obesidade.

Já em um outro estudo de 2003, que foi publicado no Archives of General Psychiatry, foi possível encontrar reduções nos sintomas da ansiedade e da depressão em pessoas portadoras de esquizofrenia, através de terapias de aumento dos níveis de DHEA.

"Os ensaios clínicos são um passo importante na descoberta de novos tratamentos, bem como em detectar, diagnosticar doenças. reduzir o risco de doenças. Tem também como objetivo testar se um determinado tratamento funciona e se é seguro para o paciente. "

Como o DHEA funciona no corpo? Qualquer pessoa pode tomar?

Segundo as informações dos sites de revenda do DHEA, o suplemento pode trazer os seguintes benefícios para o usuário:

  • Maior disposição física;
  • Melhora da libido;
  • Aumento da síntese proteica e dos mecanismos anabólicos;
  • Manutenção da função da insulina;
  • Aumento da força muscular;
  • Prevenção e redução de doenças degenerativas, como a osteoporose;
  • Tratamento de transtornos mentais, como a esquizofrenia.

Os sites afirmam que o DHEA pode ser considerado como o hormônio da juventude. No entanto, também alertam que os benefícios oferecidos pelo DHEA devem ser acompanhados de exercícios e dieta adequada. O suplemento, segundo os sites, não oferece resultados se não houver a intensa participação do usuário.

Comparação do DHEA e inibidores da PDE5 originais

O DHEA não pode ser considerado um medicamento como os inibidores da PDE5, e sim um suplemento. Sua venda, inclusive, foi proibida em alguns países em razão da falta de estudos sobre sua composição e seus efeitos.

O DHEA é usado principalmente por quem pratica musculação e buscar melhorar seus resultados, principalmente por se tratar de um pré-hormônio da testosterona, um dos principais hormônios anabólicos.

Vale lembrar que o DHEA também apresenta ação sobre a insulina, o que o torna um suplemento que exige cuidados na utilização.

Os efeitos sobre a disfunção erétil não são destacados nos sites de revenda de DHEA, havendo apenas a recomendação de que deve ser usado em ciclos e, ao mesmo tempo em que é vendido sem receita médica, os próprios sites recomendam que ele deve ser usado sempre com acompanhamento médico.

"Os inibidores de PDE5 foram aprovados para uso no tratamento da disfunção erétil desde 1998, depois de centenas de ensaios clínicos comprovarem a sua segurança e eficácia para o uso dessa condição em particular. A utilização de produtos não testados apresenta muitos riscos."

Contraindicações do DHEA

Os sites de venda do DHEA não trazem informações sobre as contraindicações do suplemento, embora haja alerta sobre seus efeitos em pessoas com hipertensão arterial. Diante disso, é necessário que um possível usuário tenha as devidas precauções com relação à utilização do suplemento.

O uso de DHEA com outros medicamentos pode causar sérios efeitos colaterais. Mesmo com o suplemento sendo vendido sem prescrição, a recomendação dos sites é que pessoas que fazem tratamento contra o câncer, que sejam portadoras de HIV, que tenham níveis altos de colesterol, que utilizem anticoncepcionais, benzodiazepinas, corticosteroides e insulina, não devem usar o suplemento.

Efeitos secundários do DHEA

As informações obtidas sobre o DHEA na internet são de que o suplemento pode oferecer efeitos secundários, como, por exemplo:

  • Aumento nos níveis de colesterol;
  • Redução da libido, como efeito rebote, quando em doses elevadas;
  • Surgimento de acne e pele oleosa;
  • Sintomas de fadiga e insônia;
  • Dores abdominais;
  • Perda de cabelo;
  • Congestão nasal;
  • Aumento dos batimentos cardíacos e palpitações;

Não existe uma receita definida para indicar ao usuário a quantidade de DHEA ideal, sem que ele provoque efeitos colaterais. Devemos atentar para o fato de que os métodos naturais são mais eficientes, como manter a atividade física e uma alimentação equilibrada, que são os melhores meios de se manter ativo e saudável.

Por que há tantas ofertas de DHEA online se não há evidência sobre a sua eficácia?

O DHEA, assim como outros produtos para tratamento de disfunção erétil ou impotência sexual, possui tantas ofertas online pela facilidade com que podem ser comprados por homens que apresentam qualquer tipo de inibição, evitando falar sobre problemas de disfunção erétil com profissionais médicos.

O DHEA é um dos suplementos esteroides mais conhecidos e os usuários, geralmente, o procuram para auxiliar na busca de hipertrofia, aumentando a massa muscular com o uso de substâncias que podem mais causar prejuízo do que resultados positivos.

No caso desse suplemento, é importante lembrar que o mesmo não pode ser usado para tratamento de disfunção erétil, já que ele apresenta mais efeitos colaterais do que benefícios.

Alternativas ao DHEA

Para quem precisa de tratamento contra a impotência sexual, a melhor alternativa é consultar um médico. Diante das condições do paciente, o médico poderá recomendar o melhor tratamento, fazendo uso de inibidores da PDE5 ou de outros medicamentos.

Medicamentos como o Viagra, Cialis, Levitra e outros foram especificamente desenvolvidos para tratamento de disfunção erétil, devendo ser usados de acordo com a prescrição e com o acompanhamento médico, evitando que o homem faça uso de outras substâncias que podem ser perigosas para sua saúde.

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