Levitra e outros problemas de saúde

Disfunção eréctil, impotência, é uma condição médica que afeta mais de 140 milhões de homens ao redor do mundo. Ela pode ser permanente ou temporária e pode acontecer por diversas causas. Levitra é um dos medicamentos mais populares por oferecer a possibilidade de tratamento mesmo para aqueles que sofrem com outras condições médicas.

Levitra o medicamento mais indicado para quem possui outros problemas

O Levitra é uma medicação produzida pelos laboratórios Bayer cujo princípio ativo é o vardenafil. Ele é um fármaco vendido sob prescrição médica sem retenção de receita pertencente a classe de drogas chamada de inibidores de PDE5 e indicado para a maioria dos casos de disfunção erétil.

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Ele atua no corpo como um vasodilatador aumentando o fluxo de sangue para o pênis e permitindo, deste modo, que ereções ocorram com maior facilidade. Ele é recomendado para homens com disfunção erétil leve, moderada e severa.

Levitra contra a impotência

Há indicações de que o Levitra funcionaria melhor que seus concorrentes em pacientes diabéticos, e também em indivíduos hipertensos – dois grupos propensos a problemas de disfunção erétil. Sua taxa geral de eficácia é de aproximadamente 80%.

Como o Levitra age em homens que sofrem com outras condições comuns

Levitra garante maior segurança aos pacientes que sofrem com outras condições médicas. Pacientes que sofrem com hipertensão, pressão baixa, diabetes e problemas de coração. Encontre a abaixo então como o medicamento funciona nestes casos.

Levitra e pressão alta ou baixa

O Levitra, assim como outras drogas vasodilatadoras, não deve ser utilizado por pacientes que sofrem de problemas de pressão arterial e não fazem acompanhamento médico. Para aqueles que fazem uso diário de medicamentos anti-hipertensivos, recomenda-se uma consulta a um especialista para averiguar a segurança do uso do Levitra.

A Bayer, fabricante da medicação, informa que: "A vardenafila tem propriedades de dilatação dos vasos, o que pode levar a reduções leves e transitórias da pressão arterial. A dilatação dos vasos também pode afetar algumas doenças de valva cardíaca. O uso concomitante de vardenafila e alfabloqueadores (usados para o tratamento de hipertensão) pode causar pressão baixa com sintomas em alguns pacientes. O uso associado só deverá ser iniciado se o paciente estiver estável na terapia com alfa bloqueador e deve-se iniciar o tratamento com Levitra na dose mais baixa recomendada, de 5 mg comprimido revestido. Pacientes tratados com alfabloqueadores não devem utilizar Levitra 10 mg comprimido orodispersível como dose inicial". O nicorandil (usado no tratamento de arritimia e hipertensão) também tem potencial para interação perigosa com a vardenafila.

A Bayer também informa que não foram feitos estudos suficientes em pacientes hipotensos (pressão baixa) para garantir o uso seguro do fármaco nesta classe de pacientes.

É importante destacar que a hipertensão pode causar disfunção erétil. Ao aderir a um tratamento farmacológico e adotar um estilo de vida mais saudável é possível que o paciente possa retomar suas atividades sexuais normais sem o auxílio do Levitra.

Levitra e Diabetes

Estudos sugerem que o Levitra tem uma pequena vantagem na resposta entre homens que sofrem de diabetes dentre os principais remédios para disfunção erétil da indústria farmacêutica. Isso quer dizer que homens com esta condição de saúde tiveram mais sucesso em obter ou manter uma ereção fazendo uso do Levitra do que com o Viagra, ou o Cialis.

É preciso lembrar que diabéticos estão entre os principais usuários de medicação para disfunção erétil. Isto acontece porque homens que sofrem da doença tem três vezes mais chance de desenvolver problemas de ereção em decorrência dos danos que a doença causa aos nervos e vasos sanguíneos. Há ainda o agravante de que estes indivíduos estão mais propensos a desenvolver problemas cardíacos e hipertensão – duas condições de saúde que também favorecem o desenvolvimento de dificuldades de ereção.

Em uma série de estudos promovidos pela Biblioteca Cochrane do Reino Unido, mais de 1.700 diabéticos (aproximadamente 20% com diabetes tipo I e 80% com diabetes tipo II) receberam medicação da classe dos vasodilatadores inibidores de PDE5. Aproximadamente 30% dos homens que tomaram algum dos remédios conseguiram ter e manter a ereção, embora tenham se mostrado mais suscetíveis a alguns dos efeitos colaterais do que homens que não sofriam de diabetes.

Como bem observou o pesquisador Moshe Varde, que avaliou os resultados dos testes mencionados, "esta classe de medicamentos (vasodilatadores) deve ser considerada um tratamento primário para os homens diabéticos" com disfunção erétil.

Levitra e problemas de coração

Todos os medicamentos para disfunção erétil apresentam algum risco para pacientes com problemas cardíacos – especialmente aqueles com doenças mais graves. Isso não acontece necessariamente em decorrência do uso do medicamento, mas sim porque a própria atividade sexual possui um risco cardíaco potencial para pacientes com doença cardiovascular. É, portanto, contraindicado o uso de fármacos para o tratamento de disfunção erétil nos casos em que atividade sexual é desaconselhável.

A Bayer informa: "Pacientes com alterações do funcionamento do coração (prolongamento congênito do intervalo QT) e pacientes que estejam tomando medicamentos contra arritmias cardíacas, como quinidina, procainamida, amiodarona ou sotalol devem evitar tomar vardenafila. Em indivíduos sadios de meia-idade, o efeito redutor da pressão arterial dos nitratos sublinguais (0,4 mg) (medicamentos para dilatar as artérias do coração em casos de angina do peito e infarto do miocárdio) foi aumentado quando administrados 1 e 4 horas após a ingestão de 20 mg de vardenafila. Esses efeitos não foram observados com a ingestão de 20 mg de vardenafila 24 horas antes da nitroglicerina."

Além disso, indivíduos com problemas de coração que fazem uso de medicações a base de nitratos - tais quais propatilnitrato (Sustrate), isossorbida (Monocordil, Cincordil, Isordil), nitroglicerina (Nitradisc, Nitroderm,TTS, Nitronal, Tridil), dinitrato de isosorbitol (Isocord), entre outros – não devem fazer uso de Levitra ou qualquer medicamento da mesma classe em nenhuma hipótese.

Se você tem qualquer problema cardíaco, não faça uso de medicamentos vasodilatadores sem o conhecimento do seu médico.

Efeitos colaterais do Levitra

O Levitra, como qualquer outro fármaco, pode causar efeitos colaterais indesejáveis, mas que costumam ser bem tolerados. O uso contínuo do medicamento também leva a uma diminuição destas ocorrências.

Os efeitos secundários mais comuns relatados por usuários do Levitra são cefaleia, tontura, vasodilatação. Alguns efeitos menos comuns são: Congestão nasal, congestão sinusoidal, dispepsia, diarreia, dores abdominais e gastrintestinais, náuseas, dor nas costas, tônus muscular aumentado e cãibras, e aumento da creatinina fosfoquinase (CPK).

Efeitos Secundários Levitra Neurológicos

Os dois efeitos secundários neurológicos mais comuns são as dores de cabeça e as tonturas. A fadiga é um efeito menos comum. A perda de memória e o desmaio são um efeito secundário neurológico raro.

Cabeça

O rubor facial é um efeito comum do Levitra. Os olhos vermelhos ou lacrimejantes são um efeito menos comum, os distúrbios visuais e condições como o glaucoma são efeitos ainda mais raros. inflamação da garganta é bastante rara, mas pode ser um sinal de alergia.

Coração

Palpitações são efeitos secundários pouco comuns mas podem ocorrer em alguns casos. A alteração da tensão arterial e a angina são efeitos raros e caso aconteçam consulte um médico imediatamente.

Gástricos

A indigestão é um efeito secundário comum do Levitra. As náuseas são menos comuns mas acontecem em alguns casos logo após a toma do medicamento.

Efeitos secundários do Levitra

Clique na zona do corpo pertinente para saber como esta pode ser afectada pelo Levitra

Fonte:

  1. Levitra, Blood Pressure & Diabetes - URL: healthcentre.org.uk
  2. Levitra - URL: Medicinanet.com.br
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