Administração e dosagem do Priligy

O Priligy é um medicamento desenvolvido inicialmente para tratamento antidepressivo. Seus estudos clínicos, contudo, mostraram que ele é bastante eficaz para o tratamento de ejaculação precoce, um distúrbio psíquico e físico que chega a atingir 30% dos homens em idade sexual ativa, entre 18 e 65 anos.

Diante dessa constatação, o medicamento foi direcionamento para esse tipo de tratamento, permitindo trazer uma solução definitiva para a ejaculação precoce, possibilitando um retardamento de até 300% no momento da ejaculação para homens que, normalmente, chegavam ao ápice da relação sexual em menos de dois minutos.

Veja nesta página as dosagens recomendadas para cada caso de ejaculação prematura.

Qual dose devo utilizar?

Os comprimidos de Priligy são comercializados em doses padrão, com 30 e com 60 mg. A dosagem mais apropriada para cada caso deve ser indicada por um médico especialista, que deverá verificar as condições de saúde do paciente e determinar a forma de administração.

Dados do Priligy
priligy
Nome: Comercializado como Priligy ou Dapoxetina
Fabricante: Menarini
Princípio ativo: Dapoxetina
Aplicação: Homens com mais de 18 com ejaculação precoce
Dispensa: Medicamento sujeito a receita médica
Mais sobre Priligy

Doses do Priligy e suas indicações

O Priligy é um medicamento indicado para tratamento de ejaculação precoce, sendo recomendado apenas para homens em idade sexual ativa, entre 18 e 65 anos de idade.

Priligy (Dapoxetina) 30 mg Priligy (Dapoxetina) 60 mg
Priligy de 30mg
Priligy de 60mg
Normalmente recomendado como dose inicial e adaptação pode ser necessária. Normalmente recomendado na falta de efeito da dose menor.

A dosagem de 30 mg, considerada como inicial, deve ser administrada entre 1 e 3 horas antes da atividade sexual. Havendo necessidade e ainda sempre em comum acordo com o médico, a dosagem diária pode ser aumentada para os comprimidos de 60 mg, quantidade máxima permitida para ingestão de dapoxetina diariamente, que só deve ser administrada a pacientes que não tenham apresentado efeitos colaterais durante o uso da dosagem de 30 mg.

Os benefícios do uso do Priligy para o tratamento de ejaculação precoce são evidentes, trazendo ao homem um considerável aumento no tempo necessário para estimulação e ejaculação.

Em homens com ejaculação precoce podem conseguir, em média, até 4 minutos de retardo para atingir o orgasmo com a dosagem de 30 mg. Nas doses de 60 mg, esse tempo pode chegar, em média, a 4,5 minutos.

O retardamento da ejaculação durante a relação sexual acontece porque a dapoxetina, princípio ativo do Priligy, é um inibidor seletivo da recaptação da serotonina, o hormônio responsável pelo prazer, que age diretamente sobre os neurônios.

Com isso, o desempenho sexual apresenta significativa melhora, aumentando o tempo máximo para atingir o orgasmo em homens que apresentavam ejaculação precoce.

É preciso considerar ainda que o uso de Priligy não precisa ser feito com tempo prolongado, bastando uma dose do medicamento antes da relação sexual. O tempo de duração da relação pode ser otimizado em até quatro vezes, segundo os estudos clínicos, podendo passar de 50 segundos para até 5 minutos ou mais.

O uso do Priligy, no entanto, só pode ser feito mediante recomendação médica, inclusive com relação à dosagem do medicamento, que deve seguir rigorosamente a prescrição do profissional de saúde.

O tratamento também não deve ser interrompido sem conhecimento médico para não provocar problemas orgânicos no paciente.

Necessário também é considerar que pacientes com mais de 65 anos, além de algumas doenças, como problemas hepáticos ou renais, diabetes, desidratação, não devem fazer uso do Priligy, já que a dapoxetina pode provocar sérias reações adversas, podendo comprometer o quadro clínico do paciente.

Como agir em caso de superdosagem do Priligy

No caso de exceder a dose máxima de Priligy, o paciente deve procurar atendimento médico de urgência, levando a bula do medicamento e a embalagem do produto. A superdosagem de dapoxetina pode provocar náuseas, irregularidades no batimento cardíaco, tonturas e desmaios, além de dores no peito.

Havendo sensação de desmaio em caso de superdosagem de dapoxetina, o paciente deve se sentar com a cabeça entre os joelhos, permitindo maior fluxo sanguíneo na parte superior do corpo até sentir melhoras, servindo essa recomendação também para que se evite quedas. Não havendo melhora nos sintomas, o médico deverá ser procurado.

O paciente deve ter consciência de que a superdosagem de Priligy é desaconselhável em qualquer situação. Os estudos clínicos demonstraram que as doses indicadas de 30 mg e de 60 mg garantem o prolongamento do tempo entre a estimulação sexual e a ejaculação, evitando problemas de saúde que possam ocorrer com o consumo excessivo de dapoxetina.

Como tomar o Priligy

O tempo de ingestão do Priligy antes da relação sexual deve ser de, no mínimo, 30 minutos, e, no máximo 3 horas. Os médicos recomendam que o comprimido deve ser tomado entre 1 e 3 horas antes da relação sexual, tempo necessário para potencializar seus efeitos e garantindo que o homem consiga maior tempo na relação sexual.

como tomar o priligy

Seguindo as recomendações médicas, o organismo estará devidamente preparado para a relação sexual, tendo da dapoxetina agindo no organismo.

A toma do Priligy deve ser feita com um copo cheio de água, evitando que o usuário sinta o gosto amargo apresentado pelo medicamento.

O paciente em tratamento de ejaculação precoce só pode tomar um comprimido a cada 24 horas. Em intervalores menores, o Priligy pode provocar superdosagem, com seus consequentes efeitos, como informamos anteriormente.

Devemos destacar que a maior parte dos pacientes em tratamento consideram que o Priligy pode curar a ejaculação precoce. Na verdade, não é isso que ocorre exatamente. Os estudos demonstraram que a dapoxetina é bastante eficaz para o tratamento do problema, apresentando um método de apoio para resolver a ejaculação precoce, embora não possa garantir a cura, já que as causas podem ser as mais variadas.

Lembramos também que o Priligy não precisa ser tomado todos os dias, como se fosse um tratamento para a cura da ejaculação precoce. O usuário pode tomar o Priligy apenas quando for manter relações sexuais, sabendo que não está consumindo o medicamento para um tratamento, mas como um importante auxiliar, que irá permitir solucionar o seu problema imediato.

O médico poderá determinar as causas da condição e, diante do diagnóstico, indicar o melhor tratamento para a ejaculação precoce, seja físico ou psicológico.

Quem pode tomar o Priligy?

O Priligy é um medicamento indicado apenas para homens com ejaculação precoce em idade sexual ativa, entre 18 e 65 anos de idade, desde que o problema seja recorrente.

A ejaculação precoce impede a total satisfação masculina durante a relação sexual, afetando também a parceira (ou parceiro), fazendo com que uma relação tenha tempo máximo de dois minutos ou menos, não trazendo completa satisfação.

Trata-se de um problema que faz com que o homem se sinta impotente perante a parceira (ou parceiro), fazendo com que também sua companhia sinta os efeitos negativos de um relacionamento sexual que se mostra incompleto.

Antes de começar o tratamento com o Priligy, é importante que o homem procure um médico especializado, que possa garantir o uso do medicamento sem danos à saúde de uma forma geral.

O início do tratamento deve ser feito com a dosagem de 30 mg de Priligy. Não conseguindo os resultados esperados e, diante da constatação de que o mesmo não apresentou efeitos colaterais consideráveis, o médico poderá prescrever a dose de 60 mg.

Quem não pode tomar o Priligy?

O Priligy não pode ser indicado para homens com idade inferior a 18 anos ou superior a 65 anos. Segundo as recomendações médicas, as crianças e adolescentes não podem consumir o princípio ativo do Priligy, a dapoxetina.

Com relação a pessoas acima de 65 anos, não existem estudos clínicos suficientes que possam garantir a eficácia do tratamento e a segurança para a saúde de pessoas da terceira idade, seguindo-se a recomendação de análise das condições físicas que, normalmente, estão inseridas nas mesmas condições patológicas de outros pacientes contraindicados para o tratamento com Priligy.

Além desses casos específicos, homens que apresentem doenças cardíacas, hepáticas e renais, pessoas com quadros depressivos ou que apresentem hipersensibilidade e alergia à dapoxetina ou a qualquer componente da fórmula do Priligy, também são contraindicados para o tratamento com Priligy.

O médico responsável pela prescrição do medicamento deve ter conhecimento da situação física e psíquica do paciente antes de receita-lo, com a realização dos exames clínicos para que o tratamento tenha os resultados esperados.

Quando o paciente deve interromper o tratamento?

O Priligy deve ser consumido apenas por homens em boas condições físicas e psíquicas, na faixa etária de 18 a 65 anos. Havendo qualquer reação alérgica, intolerância à dapoxetina ou efeitos colaterais persistentes, o uso do Priligy deve ser suspenso imediatamente.

O uso do Priligy não deve ser indicado para pessoas com doenças pré-existentes dentro das condições já informadas, como problemas cardíacos ou circulatórios. Devemos também lembrar alguns casos específicos que impedem o tratamento de ejaculação precoce com o Priligy:

  • Quadros depressivos;
  • Problemas de insuficiência real ou hepática;
  • Doenças cardíacas;
  • Quedas de pressão arterial.

Nos casos em que o paciente sentir os efeitos colaterais do Priligy, como dor de cabeça, tontura, náuseas, diarreia, por exemplo, e se os sintomas não forem tão graves, o tratamento pode ser continuado.

Não havendo finalização ou decréscimo dos efeitos colaterais, o tratamento deve ser suspenso.

Fontes:

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