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Minipílula

Vantagens da Minipílula Contraceptiva

A minipílula é um anticoncepcional oral que contém apenas o hormônio progesterona. A marca mais popular desse tipo de contraceptivo é a Cerazette. Alia a elevada eficácia contraceptiva (mais de 99%) a benefícios extras como o não aumento de peso. A mini pílula pertence uma nova geração de pílula anticoncepcional e apresenta elevada eficácia, alta tolerabilidade, segurança e benefícios extras a saúde da mulher.

Ao contrário das pílulas anticoncepcionais combinadas, a minipílula - só de progestógeno - tem menos probabilidade de causar dor de cabeça, ganho de peso e efeitos colaterais como náusea que são associados à anticoncepcionais orais combinados.

Tem uma eficácia elevada para prevenir a gravidez e deve ser tomada durante os 28 dias do ciclo sem pausas. É segura para uso durante a amamentação, porque não suprime a produção de leite materno. O grande benefício da minipílula é que pode ser usada em qualquer idade, incluindo mulheres com mais de 35 anos e mulheres que fumam. Também pode ser usada por mulheres que têm uma condição médica na qual o componente estrogênio da pílula combinada é contraindicado. Pode ser usado por mulheres que estão tomando anticoncepcionais orais combinados atualmente, mas já ultrapassaram os 35 anos.

Leia mais abaixo sobre os benefícios da Minipílula.

Conteúdo revisado em 28-10-20
Dr. Sarah Donald Líder Clínica MBChB MRCGP DFSRH DRCOG (Reg. GMC: 6099482)

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O que é e como funciona a Minipílula?

O que é minipílula

A minipílula é um método contraceptivo que contém em sua fórmula apenas o hormônio progestina, uma forma sintética da progesterona. Se você não pode tomar estrogênio porque é um risco para a saúde ou porque está amamentando, uma pílula só de progestógeno pode ser uma boa opção. Com o seu uso, as mulheres podem ter em mãos um anticoncepcional ao mesmo tempo eficaz, sem usar o estrogênio, que é um dos principais responsáveis pelos efeitos colaterais indesejados das pílulas normais.

Como funciona a minipílula e qual a diferença entre minipílula e pílula combinada

As pílulas tradicionais combinadas contêm estrogênio e progesterona, uma forma sintética do hormônio progesterona, e atuam prevenindo a ovulação. Pílulas só de progestógeno como a minipílula, por outro lado, contêm apenas um dos ingredientes ativos - e evita a gravidez ao engrossar o muco no colo do útero para impedir que os espermatozoides cheguem ao óvulo. A mini pílula desogestrel só com progestágeno tem o benefício adicional de, além de impedir que os espermatozoides cheguem ao óvulo, interromper a ovulação (impedindo os ovários de liberar um óvulo).

  • Aumenta a viscosidade do muco cervical, fazendo com que se torne mais difícil a passagem dos espermatozoides para fertilização do óvulo;
  • Faz com que o revestimento do útero se torne mais fino e menos receptivo à implantação de um óvulo fertilizado.
  • A marca Cerazette. também impede a ovulação

Com apenas progesterona, a minipílula oferece menor risco de efeitos colaterais, devendo ser tomada durante os 28 dias do ciclo menstrual, sem nenhuma pausa.

A pílula só de progestógeno tem uma taxa de falha maior. Isso ocorre em parte porque há menos espaço para erros. Esta pílula deve ser tomada no mesmo horário todos os dias (no máximo em três horas) para ser eficaz.

Se formos comparar a minipílula com outros métodos contraceptivos, podemos dizer que ela se apresenta tão eficaz quanto o DIU, mas existe a ressalva de que deve ser tomada todos os dias, sempre a mesma hora, pelo menos enquanto a mulher está querendo evitar uma gravidez. Caso a mulher se esqueça de toma-la, a eficácia poderá ficar comprometida e, se mantiver relações sexuais durante o período fértil, poderá engravidar.

As vantagens da minipílula

O efeito da minipílula ocorre sobre a parede intrauterina, tornando-a mais fina e dificultando a implantação de um possível óvulo fecundado, impedindo que a gravidez tenha seu prosseguimento normal.

Pode ser usada em diversas circunstâncias, principalmente quando a pílula combinada não é recomendada, como, por exemplo, quando a mulher está amamentando, quando é portadora de diabetes, quando é fumante, nos casos de problemas cardiovasculares ou de pressão arterial elevada e para mulheres acima de 35 anos.

Outra vantagem da minipílula é que na maioria dos casos ela reduz o fluxo menstrual e a dismenorreia em muitas mulheres. Por isso muitas mulheres acham a minipílula fantástica para controlar a dor menstrual e para nivelar o mau humor da tensão pré-menstrual.

Não causa infertilidade

Quando as mulheres param de tomar a minipílula, a fertilidade volta ao normal, o que significa que é possível engravidar em apenas alguns dias ou semanas depois de parar.

Qual é a melhor Minipílula?

No Brasil existem 3 tipos diferentes de minipílula, cada uma com uma progestina (hormonio) diferente: Noretisterona 0,35 mcg (marcas: Norestin, Micronor). Desogestrel 0,075 mcg (marcas: Cerazette, Nactali, Juliet, Kelly). Linestrenol 0,5 mcg (marcas: Exluton).

Existem algumas marcas e nomes minipílula, mas entre todas as minipilulas disponíveis no mercado a Cerazette, apresenta elevada eficácia, alta tolerabilidade, segurança e benefícios extras a saúde da mulher. A Cerazette reduz, e até elimina, alguns dos sintomas desagradáveis tradicionalmente associados ao uso diário de contraceptivo oral. Fabricada pelo laboratório Organon, a Cerazette alia a elevada eficácia contraceptiva (mais de 99%) a benefícios extras como o não aumento de peso. Esta mini pílula pertence uma nova geração de pílula anticoncepcional, e está sendo comercializada no Brasil pela euroClinix, oferecendo às mulheres uma associação inédita no País. Na Europa ela é considerada uma das melhores e mais populares minipílulas comercializadas atualmente, oferecendo, como principal vantagem, um anticoncepcional menos sujeito a efeitos colaterais. Além disso fornece um alívio das colicas menstruais dolorosas. Em estudos clínicos, cerca de 94% das mulheres relataram menos dores associadas ao período menstrual quando usaram a Cerazette.

Se compararmos com a pílula tradicional, a Cerazette apresenta menores riscos para a saúde do que as pílulas combinadas, podendo, inclusive, ser indicada para mulheres em situações mais específicas, como as listadas a seguir:

  • mulheres acima de 35 anos
  • mulheres em fase de amamentação
  • portadoras de diabetes
  • mulheres que possuem pressão arterial mais elevada
  • mulheres fumantes

A Cerazette, a exemplo de outras minipílulas, age de duas formas no organismo feminino:

  • Ela torna o muco cervical mais espesso, fazendo com que a passagem dos espermatozoides se torne mais difícil para a fertilização do óvulo;
  • Faz com que o revestimento uterino se torne mais fino e, portanto, menos receptivo à implantação de um possível óvulo fertilizado.

As minipílulas não impedem que o óvulo seja fertilizado, ou seja, não oferece os mesmos efeitos de uma pílula combinada. No entanto, as novas versões, como ocorre com a Cerazette, também podem prevenir a ovulação.

Em todos os casos, a minipílula Cerazette pode ser tão eficaz quanto o DIU, desde que seja tomada de acordo com as prescrições, ou seja, deve ser tomada todos os dias, sempre no mesmo horário, durante o tempo em que a mulher pretende se proteger contra uma gravidez indesejada. No caso de falhar um dia em sua administração, a mulher poderá ter a eficácia comprometida.

Quais os efeitos colaterais da Minipílula?

Um dos principais efeitos colaterais provocados pela minipílula é a irregularidade na menstruação. Algumas mulheres podem apresentar perda isolada de sangue ao longo do ciclo menstrual, ou ciclos imprevisíveis. Esse efeito é mais comum quando a mulher não toma a minipílula regularmente, nos mesmos horários, todos os dias.

A maior parte das mulheres que fazem uso da minipílula continua a manter o seu ciclo menstrual, geralmente de forma regular, embora com fluxo reduzido. Existem casos, no entanto, de aumento do fluxo com a administração da minipílula.

O segundo efeito colateral mais constatado é o desenvolvimento de acne, embora em casos isolados, principalmente em mulheres que já apresentam esse tipo de problema.

A minipílula pode ser indicada para praticamente qualquer mulher que queira evitar uma gravidez indesejada. Contudo, ela é especialmente interessante para as mulheres que apresentam maior risco de efeitos colaterais provocados pelo estrogênio.

Assim, por exemplo, mulheres fumantes, hipertensas, que apresentam sobrepeso, portadoras de diabetes ou de enxaquecas e aquelas que possuem maior risco de eventos trombóticos, podem fazer uso do medicamento sem maiores problemas.

Como usar a Minipílula?

A administração da minipílula deve ser feita de forma ininterrupta, tomando os 28 comprimidos de cada cartela e não fazendo pausa entre uma e outra.

O horário de tomar a minipílula também deve ser respeitado, tomando sempre na mesma hora todos os dias. Isso porque um atraso de mais de 3 horas pode ser suficiente para cancelar o efeito protetor do medicamento.

  • O uso da minipílula pode ser iniciado em qualquer momento do ciclo menstrual. O mais indicado, no entanto, é que a cartela tenha início no primeiro dia do ciclo, começando quando chega a menstruação.
  • Quando a administração é feita desde o primeiro dia do ciclo menstrual, seu efeito é imediato, não havendo necessidade de um contraceptivo complementar, como os preservativos, por exemplo.
  • Se a mulher começar o uso da minipílula em qualquer outro dia do ciclo menstrual, é recomendado fazer uso de preservativos nos sete primeiros dias, caso mantenha relações sexuais. Muito embora seja bastante provável que ela esteja protegida a partir do segundo dia, por segurança é recomendado manter esse período.

Troca da pílula anticoncepcional combinada para a minipílula

Quando a mulher pretende trocar o método anticoncepcional normal pela minipílula, deve começar o seu uso no dia seguinte ao do último comprimido da cartela combinada. Assim, não corre o risco de interromper os efeitos anticoncepcionais oferecidos.

No caso de a mulher usar anticoncepcionais injetáveis, a minipílula deve ter início no dia em que for administrada a próxima injeção e, quando estiver fazendo uso do DIU, o início da administração deve ser no dia da retirada do dispositivo intrauterino.

Uso no pós-parto e durante a amamentação

A mulher que estiver amamentando deve começar a fazer uso da minipílula depois da sexta semana do parto. Geralmente, esse é um período em que não ocorre ovulação, servindo também como uma fase em que não há qualquer influência hormonal durante a etapa inicial de produção de leite. Quando o leite estiver sendo produzido normalmente, o uso na minipílula não irá interferir.

Quando a mulher não oferece apenas leite materno para o bebê, alternando com mamadeiras, o risco de ovulação é maior a partir da terceira semana após o parto e, portanto, deve começar a usar a minipílula a partir desse período menor.

Para a mulher que teve um bebê e não está amamentando, o uso da minipílula deve começar no dia seguinte após o parto, não podendo, no entanto, começar a sua administração após a terceira semana, já que corre o risco de engravidar novamente.

Quando o uso da minipílula é feito depois de três semanas após o parto é necessário usar um método contraceptivo complementar por pelo menos uma semana.

Havendo caso de aborto, a mulher deve começar a fazer uso da minipílula no dia seguinte à ocorrência, não havendo necessidade de qualquer outro método complementar.

O que fazer em caso de esquecimento?

Ao fazer uso da minipílula, a mulher deve manter a cartela sempre à mão, evitando passar do horário diário da dose. Havendo esquecimento, é necessário tomá-la assim que se lembrar. Quando o esquecimento for maior do que 3 horas, é aconselhável usar um preservativo, no caso de manter uma relação sexual, uma vez que, durante as próximas 48 horas, o muco não está suficientemente espesso para impedir o avanço dos espermatozoides.

Minipílula: Vantagens e Desvantagens?

Assim como qualquer outro medicamento anticoncepcional, a minipílula possui algumas vantagens e desvantagens.

Para que haja falha na proteção contra a gravidez, é necessário que ocorram três falhas no mecanismo de ação da minipílula. Por isso, a taxa de sucesso deste método contraceptivo chega a 99%.

Os especialistas, no entanto, estabelecem como percentual 92% para a taxa de sucesso da minipílula, uma vez que possam ocorrer situações em que a própria mulher costuma falhar, esquecendo de tomar o comprimido no mesmo horário todos os dias.

Confira na tabela abaixo as vantagens e desvantagens da Minipílula:

Vantagens e Desvantangens da Minipílula
Vantagens Desvantangens
  • Método contraceptivo com efeitos colaterais mais leves.
  • Método contraceptivo menos eficaz do que a pílula combinada.
  • Oferece menos riscos à saúde, como casos de trombose, do que a pílula combinada, já que não apresenta estrogênio em sua composição.
  • Não controla os ciclos menstruais. A mulher pode experienciar spotting (sangramento de escape) de forma constante ao tomar a minipílula, sem saber sobre o início, a duração e a intensidade da menstruação.
  • Pode ser tomada em várias circunstâncias, nas quais a pílula combinada não está aconselhada como na amamentação, na diabetes, no tabagismo, em caso de pressão arterial elevada ou de ter mais de 35 anos.
  • Pode aumentar a sensibilidade mamária e aumentar ligeiramente o risco de gravidez ectópica, uma complicação que pode ocorrer durante a gravidez em que o ovo se implanta fora do útero.
  • Pode ser tomada por anos seguidos, desde que sob supervisão médica.
  • Necessidade de tomar a minipílula todos os dias à mesma hora.

Diferença entre a pílula anticoncepcional combinada e a minipílula

Em razão de ser chamada de minipílula, muitas pessoas acreditam que se trata de um comprimido semelhante à pílula combinada, apresentando apenas doses mais baixas de hormônios.

No entanto, a minipílula é completamente diferente da pílula tradicional, combinada e sua principal diferença está na composição, uma vez que ela contém apenas a progesterona sintética em sua fórmula.

Comparacao de minipilulas e pilulas contracetivas combinadas

Uma das principais vantagens da minipílula é poder ser indicada para mulheres que apresentam efeitos colaterais adversos com a pílula tradicional, além de servir para atender as necessidades de evitar a gravidez quando o organismo apresenta determinados problemas.

A Minipílula é segura e eficaz? Estudos científicos

  • A minipílula não oferece qualquer risco de problemas cardiovasculares e nem permite o desenvolvimento de trombose, não causando enxaqueca e não alterando a libido, além de não causar ganho de peso.
  • O seu uso pode ser indicado inclusive durante o período de amamentação, já que a progestina não interrompe a produção de leite materno, não causando, ao mesmo tempo, qualquer reação no bebê.

Os estudos em animais constataram que doses mais altas de progesterona podem provocar masculinização em fetos femininos. Os estudos mais extensos, no entanto, demonstraram que não há qualquer aumento de risco de malformações em crianças de mães que fizeram uso de contraceptivos orais dantes da gravidez, além de não apresentar efeitos teratogênicos quando os anticoncepcionais foram administrados no início da gestação.

Como outros anticoncepcionais de progestina isolado, a minipílula não influencia a produção ou qualidade do leite materno, embora haja uma pequena quantidade do hormônio excretada pelo leite.

Os ensaios clínicos conduzidos com a progestina demonstram a sua segurança tanto para as lactentes quando para os bebês. Nos estudos, demonstrou-se que apenas uma percentagem mínima passa para o leite materno, quantidade que não é suficiente para afetar o organismo do bebê ou o teor de lactose do leite.

Um estudo não randomizado, aplicado em um grupo de lactentes, a progestina foi aplicada por tempo prolongado. Em medidas repetidas nas idades de 1,5 e 2,5 anos, confirmou-se não haver diferenças clinicamente relevantes no crescimento de crianças expostas à progestina em relação ao grupo de controle.

Quais as indicações e contraindicações para a Minipílula?

A progestina é usada como método anticoncepcional adequado, principalmente para mulheres que não podem fazer uso da pílula combinada, contendo progesterona e estrogênio em sua composição.

O princípio ativo da minipílula não afeta a produção de leite e, em razão disso, pode ser administrada durante a lactação, podendo ser usado a partir da sexta semana depois de a mulher dar à luz.

Contudo, a minipílula não deve ser indicada para mulheres em que seja conhecida a hipersensibilidade ao princípio ativo ou que apresente qualquer tipo de alergia.

Durante a gravidez, a administração da minipílula não deve ser indicada, já que o princípio ativo passa através da placenta, chegando ao organismo do feto e podendo provocar distúrbios no seu desenvolvimento.

A progestina não pode ainda ser administrada em mulheres que apresentam os seguintes problemas:

  • Icterícia colestática;
  • Hepatite;
  • Problemas hepáticos mais graves;
  • Histórico de câncer ou câncer presente durante o tratamento;
  • Sangramento vaginal sem causa definida;
  • Doenças venosas presentes que possam aumentar o risco de desenvolvimento de trombose;
  • Gravidez molar (ou seja, malformação da placenta durante a gravidez anterior);
  • Mulheres que tenham passado por abortos anteriormente.

A minipílula também não deve ser indicada para mulheres que possuem apenas uma trompa de Falópio em funcionamento ou que corram maior risco de gravidez ectópica.

Na ocorrência de vômito nas 3 primeiras horas depois da dose diária, por segurança a mulher deve tomar outra pílula, dando uma margem de segurança de 2 dias para ter os mesmos efeitos.

Havendo diarreia, essa condição não é um problema, a menos que seja muito intensa e, nesse caso, é aconselhável interromper o uso da minipílula até que a situação intestinal se normalize.

Interação Medicamentosa

As interações medicamentosas entre anticoncepcionais orais e outros medicamentos podem provocar sangramento por privação ou falha na contracepção.

Embora não tenham sido realizados estudos de interação específico com a progestina, as interações a seguir foram relatadas na literatura, principalmente com o uso de anticoncepcionais combinados, mas ocasionalmente também com contraceptivos de progesterona isolado:

  • Metabolismo hepático: pode haver a ocorrência de interação com medicamentos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais;
  • Foram estabelecidas interações com hidantoína, barbituratos, Primidona, Carbamazepina, Rifampicina;
  • Interações foram ainda observadas com Oxcarbazepina, Topiramato, Rifabutina, Felbamato, Ritonavir, Gresiofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforarum (erva de São João).

Mulheres que utilizem esses medicamentos ou qualquer outro indutor de enzimas hepáticas devem ser avisadas para associar temporariamente um método anticoncepcional de barreira, ou optar por outro método.

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