Outros Tratamentos

DST

Tratar as Doenças Sexualmente Transmissíveis

Nos Estados Unidos, os números de pessoas contaminadas com sífilis, gonorreia e clamídia registraram, em apenas um ano, aumento de 15%, 5% e 3%, respectivamente. No Brasil, a situação estimada não é diferente, embora não existam estatísticas confiáveis, uma vez que apenas os casos de HIV e de sífilis em gestantes e bebês sejam obrigatoriamente notificados ao Ministério da Saúde. Na Europa, o número de DSTs relatado aumenta todos os anos, havendo a estimativa de que aumente em 17 milhões de novos casos a cada ano.

Uma pessoa que mantém relações sexuais sem proteção corre o risco de contrair uma DST. No entanto, existem diversos erros associados à transmissão de doenças sexualmente transmissíveis e, em razão disso, é importante que a pessoa se informe, levando em conta os riscos que está correndo. Por exemplo, uma DST pode ser transmitida por qualquer tipo de contato sexual e não apenas por sexo vaginal ou anal.

A medicina classifica três tipos de doenças sexualmente transmissíveis: as DSTs virais, bacterianas e causadas por fungos e parasitas. As infecções bacterianas, como a gonorreia e a clamídia são facilmente curadas, como acontece com as DSTs parasitárias. Infecções virais geralmente não têm cura, podendo levar a pessoa contaminada a surtos recorrentes durante a vida toda.

A maior parte das doenças sexualmente transmissíveis, também conhecias for infecções sexualmente transmissíveis (IST), pode ser tratada com um ciclo de antibióticos e, mesmo nos casos de doenças incuráveis, como é o caso do herpes genital, os surtos podem ser facilmente controlados com medicamentos antivirais.

Uma pessoa que manteve relações sexuais sem a devida proteção ou se apresenta qualquer sintoma de uma delas, deve procurar assistência médica para fazer o diagnóstico e o tratamento. Além disso, é importante que uma pessoa diagnosticada com DST evite ter contato sexual com o parceiro ou parceira até que a infecção esteja completamente curada. Caso contrário, corre o risco de transmitir a doença.

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Clamídia

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Sintomas

Mulheres

  • Cistite
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Verrugas Genitais

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Mulheres

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  • Na vulva ou na vagina
  • No colo do útero
  • Em torno ou dentro do ânus
  • Na parte superior das coxas

Homens

  • Crescimentos carnosos pequenos (verrugas):
  • No pênis ou escroto
  • No interior da uretra
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  • Na parte superior das coxas

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Micoplasma

O micoplasma é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria mycoplasma genitalium. Por ser uma DST recentemente descoberta, pode ser difícil de diagnosticar, uma vez que tem sintomas semelhantes à gonorreia...

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Gonorreia

A gonorreia é uma doença sexualmente transmissível que tem aumentado a sua prevalência na Europa. É uma DST bacteriana causada pela bactéria neisseria gonorrhoeae. Esta doença, vulgarmente conhecida como...

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Sintomas

Mulheres

  • Corrimento vaginal incomum, mais liquido e de cor verde ou amarelo
  • Dor ou ardor ao urinar
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  • Sangramento entre os períodos ou após a relação sexual, períodos mais pesados

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  • Dor ou ardor ao urinar
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Ureaplasma

O ureaplasma é uma infecção bacteriana muito comum, causada pela bactéria ureaplasma urealyticum, que afecta até 70% das mulheres e dos homens. Apesar de na maioria dos casos ser transmitido por contacto sexual, o...

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  • O ureaplasma é uma das DSTs bacterianas mais comuns, afectando 70% dos homens e mulheres.
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Sintomas

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  • Corrimento amarelado ou amarelo-esverdeada
  • Coceira
  • Odor forte e desagradável
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  • Dificuldade de urinar

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  • Secreção espumosa ou semelhante ao pus
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PrEP ou profilaxis pré-exposição

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Os resultados em ensaios clínicos...

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Grupo de risco para HIV

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  • Pessoas com múltiplos parceiros sexuais
  • Pessoas que injetem drogas ou esteróides
  • Pessoas que tenham sido recentemente infectado com uma DST
  • Usuários de drogas em geral

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Herpes Genital

O herpes genital é uma doença sexualmente transmissível extremamente contagiosa, causada pelo vírus do herpes simplex, o mesmo vírus responsável pelo herpes labial. Porém, o herpes labial é causado maioritariamente pela...

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Sintomas

Mulheres

  • (Infecção primária)
  • Bolhas pequenas ou úlceras nos órgãos genitais, reto, ânus, coxas e colo do útero
  • Formigação, coceira ou ardor ao redor das feridas
  • Dor ao urinar
  • Corrimento transparente, branco ou amarelado.
  • Sintomas de gripe ou resfriado, por exemplo, dores musculares, febre e náuseas

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  • (Infecção Primária)
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Uretrite Não-Específica

A uretrite não-específica (UNE) é uma doença sexualmente transmissível que ocorre mais frequentemente em homens, apesar de as mulheres também poderem ser afectadas. É frequentemente causada por outras doenças...

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Sintomas

Mulheres

  • Vermelhidão
  • Corrimentos

Homens

  • Corrimento invulgar do pénis
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  • Necessidade constante de urinar
  • Irritação
  • Comichão
  • Feridas no pénis
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Vaginose Bacteriana

A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal extremamente comum que afecta apenas as mulheres. É também conhecida como vaginose por gardnerella. A vaginose bacteriana é causada por uma combinação de bactérias presentes...

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Sintomas

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Homens

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O que é DST?

Uma doença sexualmente transmissível (ou infecção sexualmente transmissível) é aquela provocada por vírus, bactérias ou outros microrganismos que são transmitidos principalmente pelas relações sexuais desprotegidas com uma pessoa que esteja infectada, geralmente se manifestado por meio de feridas, bolhas, verrugas ou corrimentos.

Algumas DSTs podem não apresentar qualquer sintoma, tanto no homem quanto na mulher, situação que exige que, se fizerem sexo sem preservativo, procure o serviço médico para uma consulta com um profissional de saúde de tempos em tempos. Essas doenças, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem levar o indivíduo a complicações graves, inclusive correndo o risco de infertilidade, câncer e até a morte.

O uso de preservativos em toda e qualquer relação sexual, seja oral, anal ou vaginal, é o método mais seguro e eficaz para prevenir o contágio de DSTs e reduzir o risco de transmissão, principalmente o vírus da AIDS, o HIV.

Uma outra forma de infecção pode acontecer pela transfusão de sangue contaminado ou com o compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente quando a pessoa é usuária de drogas injetáveis. A AIDS e a sífilis, além disso, também podem ser transmitidas da mãe infectada, sem tratamento, para o bebê durante a gravidez e o parto. No caso da AIDS, a contaminação também pode ser através da amamentação.

O tratamento de uma DST diagnosticada melhora a qualidade de vida do paciente e interrompe a cadeia de transmissão da doença.

Tipos de DSTs

As Doenças Sexualmente Transmissíveis (ou Infecções Sexualmente Transmissíveis) são, geralmente, classificadas como DSTs virais, bacterianas e causadas por fungos e parasitas.

Os principais sintomas de DSTs, de uma forma geral, são coceira e dor no local da lesão. No entanto, existem DSTs que não manifestam sintomas e os sinais podem ser variados, conforme o tipo de doença.

Veja a seguir as principais DST (IST):

DSTs Bacterianas

Conheça as principais DSTs bacterianas no quadro abaixo:

DST Bacterianas
Clamídia
O que é? Causada pela bactéria Chlamydia trachomatis e costuma ser assintomática (não apresentar sintomas). Pode afetar homens e mulheres e, se não diagnosticada, pode causar DIP, Epididimite, inflamação na próstata e artrite reativa, problemas nas trompas, infertilidade, gravidez ectópica ou simplesmente não deixar o espermatozoide subir.
Formas de Contágio Transmissão sexual por via vaginal, anal ou oral e transmissão vertical
Prevenção Uso de preservativo e evitar relações sexuais com uma pessoa infectada.
Inclusão da clamídia na célula humana

Inclusão da clamídia na célula humana

Gonorreia
O que é? A gonorreia é causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que pode infectar a região genital masculina e feminina, do reto, garganta, articulações e olhos.
Formas de Contágio Transmissão sexual e vertical
Prevenção Uso de preservativo e evitar relações sexuais com uma pessoa infectada.
Bactéria Neisseria gonorrhoeae

Bactéria Neisseria gonorrhoeae

Sífilis
O que é?

Causada pela bactéria Treponema pallidum, a Sífilis é bastante comum entre os jovens e pode se manifestar em três estágios. Um dos primeiros sinais da sífilis é uma ferida que surge no pênis ou na vulva, que não causa dor, desaparecendo mesmo sem tratamento. A pessoa contaminada pensa que está curada, no entanto a bactéria continua presente em seu organismo. Após alguns meses, começam a aparecer manchas pelo corpo, que também podem desaparecer espontaneamente. Se não tratada, a sífilis pode provocar lesões na pele, doenças neurológicas, ósseas e cardiovasculares, cegueiras e, em alguns casos, pode levar à morte.

A Sífilis pode também causar AVC, meningite, surdez, problemas de visão, demência, aneurisma, aumentar os riscos de infecção pelo HIV e aborto ou morte do bebê durante a gestação ou nos primeiros dias de vida.

Formas de Contágio Transmissão sexual, transfusão de sangue, transmissão vertical e pelo beijo quando há feridas na mucosa.
Prevenção Uso de preservativo
Vaginose Bacteriana
O que é? A infecção vaginal conhecida como vaginose bacteriana é provocada pelo excesso de bactérias, como a Gardnerella vaginalis e a Gardnerella mobiluncos, no canal vaginal. Os sintomas incluem coceira intensa, corrimento branco pastoso ou amarelado e cinzento, cheiro fétido e queimação ou desconforto ao urinar.
Formas de Contágio A vaginose bacteriana não é necessariamente considerada uma DST. No entanto, é mais comum em mulheres sexualmente ativas e pode aumentar o risco de outras DSTs serem contraídas.
Prevenção Usar preservativos, não usar a ducha vaginal, restringir o número de parceiros sexuais e fazer exames ginecológicos regulares.
Uretrite Não-Específica
O que é?

A uretrite não específica é uma infecção que afeta a uretra, caracterizando-se por dor ao urinar, ardor da uretra, corrimento com pus e urgência urinária.

Pode afetar homens e mulheres.

Formas de Contágio Transmissão sexual e vertical e infecção através da migração bacteriana do intestino
Prevenção Uso de preservativo e beber bastante àgua
Ureaplasma
O que é? Causada pela bactéria Ureaplasma urealyticum. Caracteriza-se pela presença ou de corrimento (secreção) uretral escassa, translúcida e geralmente matinal e um ardor uretral ou vaginal, que pode ser a única manifestação.
Formas de Contágio Transmissão sexual
Prevenção Uso de preservativo e tratamento simultâneo do(a) parceiro(a)
Cancro Mole
O que é? Causada pela bactéria Haemophylus ducrey e é bastante comum nas regiões tropicais. Caracteriza-se por lesões genitais múltiplas e ulceradas, dolorosas e que apresentam pus. Quando a pessoa contaminada se coça, outras feridas podem se desenvolver e, algumas semanas depois, surgem ínguas dolorosas na virilha. O período de incubação da bactéria no organismo é de 3 a 5 dias. É mais comum nos homens do que nas mulheres.
Formas de Contágio Transmissão sexual
Prevenção Uso de preservativo
Bactéria Haemophylus ducrey

Bactéria Haemophylus ducrey

Micoplasma
O que é? Causada pela bactéria Mycoplasma genitalium, que pode infectar o sistema reprodutor feminino e masculino e causar inflamação persistente no útero e na uretra. Caracteriza-se por febre, dor e ardor ao urinar, dor na região pélvica e ao ter relações íntimas.
Formas de Contágio Transmissão sexual
Prevenção Uso de preservativo
Bactéria Mycoplasma genitalium

Bactéria Mycoplasma genitalium

Linfogranuloma venéreo
O que é? Causada por três cepas diferentes da bactéria Chlamydia trachomatis, caysando a formação de feridas indolores e cheias de líquido na região genital e na virilha, que podem não ser percebidas.
Formas de Contágio Transmissão sexual
Prevenção Uso de preservativo
Doença inflamatória pélvica (DIP)
O que é? É uma infecção que se incia na vagina e pode progredir para o útero, as trompas e os ovários, se espalhar por uma grande área pélvica e pelo abdômen. Caracteriza-se por sinotmas como febre, sangramento vaginal irregular, corrimento vaginal amarelado ou esverdeado e com odor, dor durante a relação sexual. Pode ser causada pela clamídia e gonorreia e devido à endometriose.
Formas de Contágio Transmissão sexual e contaminação durante parto, aborto, colacação de objetos contaminados na vagina (DIU, durante biópsia do endométrio, curetagem e objetos de masturbação).
Prevenção Uso de preservativo e evitar o uso da ducha vaginal.
Donovanose
O que é? A donovanose é uma doença provocada pela bactéria Klebsiella granulomatis, que atinge, principalmente, a pele e as mucosas das regiões genitais, virilha e ânus, provocando úlceras e destruição da pele infectada. Depois da infecção, a pessoa desenvolve uma lesão que se transforma em ferida ou em um caroço vermelho. A ferida sangra com facilidade, podendo afetar áreas maiores e comprometendo a pele ao redor, favorecendo a infecção por outras bactérias.
Formas de Contágio Transmissão sexual
Prevenção Uso de preservativo

DSTs causadas por Fungos e Protozoários

Tricomoníase

A tricomoníase é um tipo de doença sexualmente transmissível que não é causada por vírus ou bactérias, mas sim por um protozoário, o Trichomonas vaginalis, sendo uma doença bastante comum no sexo feminino.

Os principais sintomas são corrimento amarelado com mau cheiro, coceira e irritação na vagina, além de provocar dor durante as relações sexuais.

Caso uma pessoa tenha qualquer dúvida se apresenta uma DST, deve observar se seu corpo apresenta algum dos sinais e sintomas descritos. Havendo qualquer irregularidade, é necessário procurar um médico infectologista ou um clínico geral, além de comunicar o parceiro ou parceira sobre o fato.

Algumas doenças sexualmente transmissíveis podem não se manifestar através de qualquer sintoma, o que pode causar graves complicações, no caso de não serem diagnosticadas e tratadas a tempo. Portanto, é importante se prevenir, usando preservativos em todas as relações sexuais, principalmente quando a pessoa não mantém um relacionamento único.

Candidíase

A candidíase é causada pelo micro-organismo Candida Albicans e pode ocorrer em diferentes partes do corpo, como boca, bochechas, língua ou garganta e órgãos genitais. É mais comum nas mulheres como candidíase vaginal e caracateriza-se por

  • Corrimento espesso e branco, parecido com o leite coalhado;
  • Vermelhidão na parte exterior da região íntima;
  • Coceira na vagina;
  • Ardor ou dor durante as relações;
  • Ardor ou dor ao urinar.

DSTs Virais

AIDS

A AIDS, ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, é o estágio final da infecção pelo vírus HIV, que ataca e destrói as células do sistema imunológico, situação que deixa o organismo de uma pessoa contaminada sem qualquer defesa contra outras doenças. Sem suas defesas naturais, o organismo se torna presa fácil de outros tipos de infecções, denominadas infecções oportunistas.

Os principais sintomas apresentados pela AIDS são febre constante, entre 38 e 40 graus, dor de cabeça e nas articulações, inchaço dos gânglios, principalmente na região do pescoço, axilas e atrás das orelhas, tosse e dor de garganta, náusea, diarreia, diminuição do apetite, perda de peso, cansaço e vermelhidão na pele.

Embora seja um tipo de DST, a AIDS não causa qualquer sintoma ou sinal nos órgãos genitais, havendo também o fato de que os sintomas podem demorar meses ou até anos para se manifestar.

HPV (Condiloma acuminado)

O condiloma acumulado é também conhecido como crista de galo, figueira ou cavalo de crista, sendo causado pelo HPV, o Papiloma vírus humano.

Essa doença sexualmente transmissível causa o desenvolvimento de verrugas na região do ânus e nos órgãos genitais. De início, podem surgir apenas uma ou duas pequenas verrugas e, nessa fase, a doença pode ser curada em poucos dias. No entanto, sem tratamento, as verrugas se espalham, ficando com o aspecto semelhante ao de uma couve-flor.

Conheça o HPV, o Papiloma Vírus Humano:

hpv-papiloma-virus-humano

Hepatites virais

As hepatites virais são provocadas por vírus que causam inflamação no fígado.

Na maior parte dos casos, as hepatites não causam quaisquer sintomas. No entanto, quando se manifestam, normalmente a doença já está em fase avançada, deixando a pessoa contaminada com febre, fraqueza, mal-estar, dor abdominal, náuseas, vômitos, perda de apetite, olhos e pele amarelados (icterícia), apresentando ainda urina escura e fezes esbranquiçadas.

Herpes genital

O herpes genital é uma doença causada por vírus que atingem os órgãos genitais e o ânus.

De início, os sintomas são bolhas muito pequenas, que surgem agrupadas, localizando-se principalmente na vulva, no pênis ou ao redor do ânus. Essas bolhas podem se romper quando a pessoa se coça, gerando pequenas feridas. O herpes genital pode causar corrimento e dificuldade para urinar, tanto no homem quanto na mulher. A doença pode desaparecer e retornar depois de algum tempo, geralmente no mesmo local e sua transmissão só acontece quando a pessoa está apresentando os sintomas.

Infecção pelo HTLV

O HTLV é o vírus T-linfotrópico humano que afeta os linfócitos, ou seja, as células de defesa do organismo.

Na maior parte das pessoas, a infecção pelo HTLV não causa qualquer sintoma. No entanto, uma pequena parte das pessoas contaminas pode desenvolver doenças associadas ao vírus, que podem atingir o sistema nervoso, a pele, os olhos, o sangue e o aparelho urinário.

Quais são as DSTs mais comuns no Brasil?

As principais DSTs no Brasil são a clamídia, a gonorreia, o HPV e a AIDS. Saiba mais na tabela abaixo:

DST mais comuns no Brasil
Clamídia

A clamídia é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo todo e sua taxa de infecção vem aumentando ao longo dos anos. A doença é particularmente perigosa para o sexo feminino, uma vez que, na maior parte das vezes, não apresenta qualquer sintoma. Se não tratada, a clamídia pode levar a pessoa contaminada a sérios problemas de saúde.

A clamídia só pode ser diagnosticada através de exames médicos e, por isso, quando uma pessoa mantém relações sexuais sem proteção, devem consultar um médio e fazer os exames necessários.

Gonorreia

Uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns no Brasil é a gonorreia. Trata-se de uma doença bacteriana, sendo popularmente conhecida como esquentamento. Sua maior ocorrência está em homens entre 20 e 24 anos e em mulheres entre 16 e 19 anos.

A gonorreia, além de ser transmitida através de relações sexuais desprotegidas, também pode ser transmitida pelo compartilhamento de brinquedos sexuais. Ocorrendo qualquer sintoma da gonorreia, a pessoa deve procurar um médico para fazer o diagnóstico, realizando todos os exames necessários. Atualmente é uma doença facilmente tratada, porém, se não cuidada, pode oferecer sérios danos à saúde.

AIDS

A AIDS não é exatamente uma doença, mas sim uma síndrome, provocando falta de defesa orgânica contra qualquer doença. O problema é incurável, afetando o sistema imunológico da pessoa infectada com o vírus HIV. Na medicina, é denominada Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

A maior parte dos pacientes que contraem o vírus HIV não apresenta qualquer sintoma, uma vez que o vírus consegue ficar por um longo tempo sem se manifestar. No entanto, quando ele se desenvolve, ataca o sistema imunológico, deixando o organismo vulnerável a várias outras doenças.

A transmissão do HIV pode ser feita através de relações sexuais sem proteção, pelo compartilhamento de seringas ou mesmo pela utilização de objetos perfurantes contaminados pelo vírus.

Quando diagnosticada, a AIDS deve ser tratada com medicamentos antirretrovirais. Embora não tenha cura, o tratamento com esses medicamentos possibilita que o paciente tenha uma vida mais saudável.

HPV

Pelo menos 55% da população jovem, no Brasil, está infectada com o vírus do papiloma humano, ou HPV. É um tipo de vírus que pode provocar, entre outros problemas de saúde, câncer do colo do útero.

Existem mais de 150 diferentes tipos de HPV conhecidos, que podem infectar tanto a pele como as mucosas. Dos tipos conhecidos, 40 deles podem infectar também as regiões anal e genital sendo que 13 tipos de vírus são considerados como de alto risco para o desenvolvimento de câncer.

Embora esteja bastante disseminado, apenas 5% das pessoas infectadas apresenta sintomas, como lesões, e, em razão disso, na maior parte dos casos, a contaminação ocorre nas relações sexuais sem que as pessoas saibam que estão transmitindo a doença.

Sintomas das Doenças Sexualmente Transmissíveis

Como as doenças sexualmente transmissíveis não provocam sintomas em todas as pessoas contaminadas com vírus, bactérias ou outros agentes causadores, elas costumam se propagar muito facilmente, principalmente entre a população mais jovem, que, de uma forma geral, praticam relações sexuais sem proteção.

Contudo, é importante saber que, mesmo havendo falta de sintomas, isso não significa que uma doença não possa ser transmitida. Além disso, também é perigoso imaginar que uma DST está curada por desaparecerem os sintomas, uma vez que os agentes causadores podem continuar no organismo e se disseminar, sem provocar qualquer manifestação, mas sendo transmitidos durante as relações sexuais.

Alguns sintomas são bastante comuns entre as doenças sexualmente transmissíveis e, no caso de uma pessoa apresentar qualquer um deles, deve fazer um teste de DST, verificando uma possível contaminação e, se houver, fazer o tratamento adequado:

  • Sintomas de gripe, que podem incluir febre, dores de cabeça, suores, calafrios, inchaço nos gânglios ou constante sensação de fadiga;
  • Sintomas na garganta e na boca, que se manifestam através de inchaço nos gânglios e garganta constantemente dolorida;
  • Sintomas musculares, levando a pessoa a sentir dores pelo corpo;
  • Sintomas gástricos, provocando dor abdominal;
  • Sintomas na pele, com erupções cutâneas pelo corpo;
  • Sintomas ginecológicos, que podem surgir como dor durante as relações sexuais, ou irritação, além de a mulher ter a zona genital dolorida e com comichões. Os sintomas de DST na mulher também podem provocar lesões na pele em torno da vagina e do ânus, constante vontade de urinar ou sensação de ardor ao urinar, além de corrimento vaginal normal, com cheiro desagradável ou cor amarela ou esbranquiçada;
  • Sintomas masculinos, que podem aparecer como corrimento no pênis pouco comum, aumento da vontade de urinar e dor quando urina, ou mesmo sangue na urina. Os sintomas ainda podem se manifestar como dor nos testículos, dores durante as relações sexuais, verrugas, borbulhas, vesículas, feridas ou úlceras localizadas em redor da região genital e do ânus.

Veja o infográfico com os principais sintomas causados pelas DSTs:

sintomas-dst

Se a pessoa experimentar qualquer um dos sintomas mencionados anteriormente, deve entrar em contato com um centro de saúde ou com seu médico e fazer os testes imediatamente, já que é importante receber o tratamento o mais rápido possível.

Transmissão: Como se pega uma DST?

Embora pareça bastante óbvio que as doenças sexualmente transmissíveis sejam transmitidas através de relações sexuais sem qualquer proteção, é necessário ter consciência de que a maior parte delas também pode ser transmitida por outros meios que não os sexuais.

Assim, por exemplo, a AIDS e as hepatites B e C podem ser transmitidas com a utilização de agulhas contaminadas, através de transfusão de sangue ou mesmo da mãe para o filho durante a gravidez.

A sífilis é uma DST que pode ser transmitida através do beijo, se a pessoa apresentar lesões na boca e a pediculose pubiana, ou chato, pode ser transmitida com a utilização de toalhas ou roupas íntimas.

Dessa forma, a DST é um tipo de doença que é apenas preferencialmente transmitida através de relações sexuais, mas não necessariamente só por elas.

Entre as diversas formas de relações sexuais, como anal, vaginal e oral, a relação anal é a que apresenta maior risco de transmissão e contaminação. Assim, por exemplo, um homem homossexual passivo que mantém relação anal com um parceiro ativo contaminado, possui 30 vezes mais chances de se contaminar com o vírus HIV do que um homem ativo que mantém relação vaginal com uma parceira contaminada.

Algumas doenças sexualmente transmissíveis são mais contagiosas do que outras e, por isso, o risco de contaminação através de uma única relação sexual vaginal é muito maior para pessoas que estão contaminadas com hepatite B, gonorreia e clamídia do que com AIDS, sífilis e HPV, por exemplo.

A relação sexual com menor risco de transmissão de DST é o sexo oral, embora não seja totalmente isenta. Uma pessoa que recebe o sexo oral corre menos riscos, já que seu órgão genital só tem contato com a saliva do parceiro ou parceira. No entanto, quem fornece o sexo oral tem mais possibilidade de contrair uma DST, já que sua boca tem contato com secreções vaginais ou penianas contaminadas.

De uma forma geral, mulheres e homens homossexuais apresentam maior risco de contaminação do que o público heterossexual. Entre as mulheres homossexuais, o risco é menor do que entre homens, desde que não haja compartilhamento de qualquer objeto de penetração.

Para uma pessoa já contaminada com alguma DST, as probabilidades de apresentar outras são maiores. Uma pessoa contaminada com herpes genital ou com gonorreia, por exemplo, se mantiver relações sexuais com uma pessoa portadora do vírus HIV, aumenta o seu risco de contaminação, uma vez que inflamações e lesões genitais causadas pelas DSTs favorecem o contágio por outras doenças.

Transmissão vertical de DSTs

A transmissão vertical de doenças sexualmente transmissíveis são aquelas transmitidas a partir da mãe para o feto em seu útero ou para o recém-nascido durante o parto. As principais vias de contaminação são a gestação, o parto e a amamentação. O risco pode ser reduzido, desde que a mãe contaminada tome os medicamentos e faça o tratamento adequado ainda durante a gravidez.

Exame de DST: quais os métodos disponíveis para se detectar uma DST?

Existem diversos métodos para se detectar e diagnosticar uma doença sexualmente transmissível. Saiba mais sobre o métodos de diagnóstico disponíveis para as principais DST abaixo:

Diagnósticos das diferentes DST
HIV/Aids

Os testes mais utilizados para detectar a presença do vírus HIV no organismo são o anti-HIV e o imunoensaio enzimático, ou ELISA. No caso de se identificar o anticorpo HIV no sangue, é necessário realizar um exame adicional, o teste confirmatório. Além disso, hoje existe a possibilidade de aplicar um teste rápido, disponível no Sistema Único de Saúde e em farmácias. O HIV também pode ser detectado quando uma pessoa doa sangue, já que toda a doação passa por esses testes.

Gonorreia

A gonorreia pode ser diagnosticada através de exame bacterioscópico, cultura e exame de reação de polimerase em cadeia, ou PCR, para gonococo, a bactéria que causa a gonorreia, que está presente em secreções da uretra, da vagina ou do ânus. A PCR também pode ser aplicada na urina.

Sífilis

A sífilis pode ser detectada através de exame de sangue, de cultura de bactérias com a análise das feridas em microscópio, ou mesmo por punção lombar, no caso de haver suspeita de que a pessoa esteja com condições neurológicas provocadas pela doença. Além disso, é um tipo de DST que também pode ser constatado através da doação de sangue.

Clamídia

Em decorrência do fato de a maior parte das pessoas contaminadas não apresentarem qualquer sintoma da clamídia, qualquer adulto sexualmente ativo deve fazer exames periódicos dessa doença. Os exames aplicados para identificar a contaminação por clamídia são sorologia e PCR na urina, na lesão ou na secreção. Uma amostra é encaminhada ainda para teste de anticorpos monoclonais ou fluorescentes, teste de sonda de DNA ou cultura celular.

Herpes genital

O herpes genital pode ser detectado através de um exame físico, embora o profissional de saúde possa optar por realizar alguns exames, certificando-se de que o diagnóstico está correto, como cultura de vírus, PCR ou exame de sangue.

Hepatite B

O diagnóstico de hepatite, tanto B quanto C, é feito através de exames de sangue com altos níveis de transaminases, ALT, AST, fosfatase alcalina, gama GT e bilirrubinas. A hepatite B, além disso, pode ser detectada por acaso, como através de doação de sangue, uma vez que é um teste obrigatório antes de qualquer transfusão, para evitar que a pessoa que vai receber o sangue seja contaminada.

HPV

O HPV pode ser detectado através de exames de rotina, como o Papanicolau, colposcopia, vulvoscopia, peniscopia ou anuscopia, além de exames como teste genético PCR e o teste de captura híbrida.

Onde fazer exame para DST gratuito no Brasil?

Todos os exames para detecção de doenças sexualmente transmissíveis podem ser realizados no sistema público de saúde, nos postos de saúde ou unidades referenciadas. Depois de uma consulta com um profissional médico, o paciente é automaticamente encaminhado para os exames necessários.

No caso de um diagnóstico positivo, o paciente poderá receber a prescrição para o tratamento no mesmo local. O processo de realização de exames de doenças sexualmente transmissíveis pode ser feito anonimamente, embora em alguns locais particulares seja possível realizá-los sem a guia médica.

Havendo suspeita de contaminação por DST, uma pessoa também pode fazer os exames na rede particular, por sua própria conta, ou através de convênios médicos, desde que tenha a guia de solicitação pelo profissional de saúde.

Prevenção contra DSTs

Existem alguns métodos para prevenir qualquer contaminação por DST, que devem ser observados em qualquer sinal de risco:

Exames preventivos

Uma das formas mais eficientes de prevenir a contaminação por doenças sexualmente transmissíveis é através de exames regulares. Diversos exames são recomendados para as formas de DSTs mais comuns, com regularidades diferenciadas, como podemos observar a seguir:

  • Qualquer adulto entre 13 e 64 anos deve fazer o exame para AIDS pelo menos uma vez;
  • Todas as mulheres abaixo de 25 anos ou acima dessa idade, desde que tenha múltiplos parceiros, deve fazer anualmente o exame para clamídia e gonorreia;
  • Todas as gestantes devem fazer exames para sífilis e hepatite B;
  • Todos os homens, homossexuais ou bissexuais, devem fazer exame anual para sífilis, clamídia e gonorreia;
  • Todos os homens homossexuais ou bissexuais devem fazer anualmente o exame para AIDS, além de pessoas que fazem uso de drogas injetáveis. A frequência pode ser aumentada, desde que a pessoa tenha maior número de parceiros ou que use drogas mais frequentemente.

Limitação de parceiros

A redução do número de parceiros sexuais diminui bastante as possibilidades de contrair qualquer DST. No relacionamento, os parceiros devem conversar sobre seu histórico médico pregresso, além de fazer exames e compartilhar os resultados entre si.

Vacinação

Pelo menos duas doenças possuem vacinas, que são extremamente seguras e recomendadas: a hepatite B e o vírus HPV. Ambas podem ser aplicadas, de preferência antes do início da atividade sexual, embora também possam ser utilizadas depois.

Uso de preservativo

A utilização de preservativos durante as relações sexuais é um dos meios mais eficazes para prevenir qualquer DST. O preservativo deve ser usado tanto no sexo vaginal, como no anal ou oral. Os preservativos, no entanto, são pouco efeitos para proteger contra herpes e contra HPV.

Quais os tratamentos disponíveis para os diferentes tipos de DSTs?

Devido aos diferentes tipos de infecções (bactérias, vírus, fungos ou protozoários), existem variados tratamentos para os diferentes tipos de DST.

Confira abaixo os tratamentos mais indicados para os diferentes tipos de DSTs:

Tratamentos para os diferentes tipos de DST
DST Tratamento
HIV Antivirais, profilaxia pré-exposição
Clamídia Azitromicina, Doxiciclina
Verrugas Genitais Wartec, Aldara
Herpes Genital Aciclovir, Valtrex, Famvir
HPV Wartec, Aldara
Gonorreia Cefixima, Azitromicina
Ureaplasma Azitromicina, Doxiciclina
Tricominíase Metronidazol
Uretrite Não-Específica Azitromicina, Doxiciclina
Vaginose Bacteriana Metronidazol
Pediculose Pubiana Ivermectina, Metronidazol
Sífilis Antibióticos
Micoplasma Azitromicina, Doxiciclina

Azitromicina

A Azitromicina é um antibiótico usado diferentes infecções bacterianas, incluindo infecções transmitidas sexualmente, como as causadas pelas bactérias Chlamydia trachomatis (Clamídia), Haemophilus ducreyi (cancro mole) e Neisseria gonorrhoeae (gonorreia) por doenças sexualmente transmissíveis. O medicamento age diretamente sobre as células bacterianas, impedindo sua multiplicação e possibilitando que o próprio sistema imunológico elimine a doença de forma eficaz.

Em geral, o tratamento com Azitromicina é feito em curto prazo, trazendo a cura em poucos dias para clamídia, gonorreia, uretrite não específica, micoplasma e ureaplasma, o que também previne complicações futuras.

Azitromicina
azitromicina
  • Antibiótico de eleição para a clamídia vaginal/peniana
  • Tratamento da clamídia numa dose única de 1g
  • Desaparecimento dos sintomas rapidamente
Mais sobre o Azitromicina

Doxiciclina

A Doxiciclina é um antibiótico do tipo tetraciclina, indicado para o tratamento de diversas infecções bacterianas, como, por exemplo, infecções do trato urinário, periodontite e acne.

Devido ao seu largo espectro de ação, a Doxiciclina também pode ser usada para o tratamento de algumas DST, como é o caso da uretrite não-específica, clamídia e do ureaplasma, trazendo alívio eficaz para os sintomas por elas apresentados.

Doxiciclina
azitromicina
  • Indicada para pacientes alérgicos à penicilina
  • Alívio rápido dos sintomas
  • Eliminação completa da infecção em 7 dias
Mais sobre o Doxiciclina

Metronidazol

O Metronidazol é um antibiótico de largo espectro, que pode ser aplicado para o tratamento de diversas infecções bacterianas, como giardíase, amebíase, tricomoníase, vaginites e infecções causadas por bactérias anaeróbias, por exemplo Bacteroides fragilis e outros bacteroides, Fusobacterium sp, Clostridium sp, Eubacterium sp e cocos anaeróbios.

Entre as DST tratáveis com Metronidazol estão a tricomoníase, a balanite, a vaginose bacteriana e a pediculose pubiana. O medicamento penetra nas células das bactérias, provocando danos no seu DNA e evitando a proliferação bacteriana.

Metronidazol
azitromicina
  • Trata a tricomoníase, a balanite e a vaginose
  • Tratamento com a duração de 7 dias
  • Alívio imediato dos sintomas
Mais sobre o Metronidazol

Wartec

O Wartec (Warticon) é um medicamento usado no tratamento tópico de verrugas genitais externas e perianais, em homens e mulheres. O princípio ativo do fármaco é a podofilotoxina, contida na resina podofilina extraída da planta Podophyllum emodi, possuindo propriedades antimitóticas. Em termos químicos a podofilotoxina é um lenhano não alcalóide e pode ser obtido e extraído a partir de diferentes espécies de Podophyllum (raízes e rizoma).

Esta substancia ativa pode ser formulada sob a forma de gel, creme ou solução. O Wartec não é diferente estando disponível nas versões em creme (pomada) e solução sendo usado diretamente na pele para tratar lesões resultantes da presença de papilomavírus humano (HPV).

Wartec
azitromicina
  • Espelho para aplicação prática incluído
  • Elimina as verrugas genitais em 3 dias
  • Consulta online e entrega incluídos no preço
Mais sobre o Wartec

Aldara

O Aldara é um medicamento utilizado para o combate aos sintomas externos do papilomavirus humano, o HPV, que surgem como verrugas genitais ou como também conhecidas por condiloma acuminado. Embora possa ser utilizado também para o tratamento de verrugas comuns, o Aldara normalmente é receitado pelos médicos para reduzir o incômodo e os problemas provocados pela DST.

Embora elimina, os sintomas externos da ação do vírus, o Aldara não ataca o HPV diretamente, eliminando apenas as verrugas. O medicamento é usado em forma de pomada, para uso tópico, devendo ser aplicado na pele e utilizado apenas nas verrugas genitais externas, não sendo indicado para aplicação interna.

Aldara
azitromicina
  • Aplicação 3 vezes por semana
  • Tratamento máximo até 16 semanas
  • Creme em saquetas individuais
Mais sobre o Aldara

Aciclovir

O Aciclovir é utilizado no tratamento de infecções causadas pelo vírus Herpes simplex, o qual afeta a pele e a região das mucosas. Dessa maneira, o Aciclovir é indicado para o tratamento de herpes genital e herpes labial.

O medicamento é indicado ainda para pacientes imunocompetentes, imunocomprometidos e para os que têm herpes zoster, pois ajuda na redução de dores e na incidência de neuralgia pós-herpética. O Aciclovir também pode ser usado para suprimir o vírus e prevenir surtos futuros, especialmente nas pessoas que experienciam surtos frequentes de herpes genital

Aciclovir
azitromicina
  • Actua rapidamente nas células infectadas
  • Os sintomas desaparecem em apenas 5 dias
  • Pode ser tomado como medida preventiva de herpes labial e genital
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Valtrex

O Valtrex é um medicamento antiviral que contém o ingrediente ativo valaciclovir e usado para o tratamento de infecções pelos vírus do herpes-zóster e herpes simples, incluindo a herpes genital. O Valtrex é também utilizado para prevenir infecções pelo citomegalovírus.

O Valtrex é um pró-fármaco, o que significa que é convertido quando o seu princípio ativo valaciclovir está dentro do corpo e é decomposto no organismo em duas substâncias, o aciclovir e a valina (um aminoácido). O aciclovir é um antiviral, bloqueando a enzima que atua na produção do DNA do vírus da herpes e impedindo a multiplicação do vírus.

Valtrex
azitromicina
  • Eficaz ao tratar herpes genital e labial, varicela e herpes zóster
  • Indicado para pessoas com mais de 50 anos
  • Pode ser tomado durante 5 dias para alívio dos sintomas
Mais sobre o Valtrex

Famvir

O Famvir tem uma ação viral rápida que impede o aparecimento de sintomas após apenas um dia de tratamento. É mais eficaz nas 24 horas após o aparecimento dos primeiros sintomas, tornando-se menos eficaz se tomado após as 72 horas. O Famvir faz com que os surtos de herpes zóster, herpes genital e herpes labial desapareçam rapidamente e pode ajudar a tratar os sintomas, para que se tornem menos desconfortáveis.

O principal princípio ativo do Famvir é o famciclovir. O famciclovir é um pró-fármaco, que se transforma na sua forma ativa, o penciclovir, uma vez ingerido. O penciclovir atua rapidamente para bloquear a ação das enzimas responsáveis pela multiplicação das células virais, que se transmitem de uma célula para outra. O Famvir impede que o vírus reaja contra as defesas naturais do organismo, fornecendo ao seu sistema imune a oportunidade de colocar o vírus do herpes a um estado de latência.

Famvir
azitromicina
  • Disponível nas doses de 125mg, 250mg e 500mg
  • Doses mais baixas para a prevenção de surtos
  • Dose de 500mg impede a disseminação em 24 horas
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Antirretrovirais para tratamento do HIV

Confira alguns dos principais tratamentos para o vírus do HIV na tabela abaixo:

Antirretrovirais para tratamento do HIV
Triumeq

O Triumeq é indicado para o tratamento de adultos e de adolescentes infectados com o HIV, que tenham mais de 12 anos de idade e que tenham peso maior do que 40 kg.

Antes do início da terapêutica com Triumeq, é necessário realizar o teste para detecção da presença do alelo HLA-B-5701 no paciente, independentemente de sua origem étnica. O Abacavir, um dos componentes do Triumeq, não deve ser indicado para pacientes que possuem esse alelo.

O Triumeq é um composto de três princípios ativos, Dolutegravir, Abacavir e Lamivudina, não apresentando qualquer genérico com a mesma composição no mercado.

Stribild

O Stribild é um medicamento de uso diário que oferece tratamento completo contra as doenças causadas pela AIDS, fazendo parte das opções mais simples de combate ao HIV.

Através da pesquisa continuada e do desenvolvimento de medicamentos para tratamento de portadores do HIV, a utilização de comprimidos com mais de um princípio ativo tem substituído com êxito os antigos coquetéis de medicamentos.

O Stribild combina Truvada (Emtricitabina e Tenofovir) contra uma enzima que o HIV utiliza para se reproduzir, ao Elvitegravir, substância que combate uma de suas enzimas, além do Cobicistate, que potencializa os efeitos do Elvitegravir.

PrEP - Profilaxia Pré-Exposição (Truvada)

A Profilaxia Pré-exposição (PrEP) ao vírus da imunodeficiência humana (HIV) é indicada para pessoas não infectadas pelo vírus com o intuito de reduzir os riscos de contração da doença durante as relações sexuais. A PrEP é feita com o uso diário do medicamento antirretroviral (ARV) conhecido como Truvada e cuja versão genérica recentemente recebeu o aval da Anvisa para comercialização.

O Truvada é composto pelos princípios ativos Emtricitabina e Tenofovir e atua ao bloquear o ciclo da multiplicação do HIV, impedindo que a infecção se manifeste no organismo.

Fontes:

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