Outros Tratamentos

Diferentes Tipos de DSTs

As DSTs – Doenças Sexualmente transmissíveis, antes conhecidas como doenças venéreas, podem ser causadas por vírus, por parasitas, por fungos ou por bactérias. Sua transmissão de uma pessoa para outra ocorre normalmente através do contato sexual.

Ao perceber qualquer sintoma de DSTs, é necessário procurar ajuda médica imediata. Hoje, a maior parte delas pode ser tratada facilmente. No entanto, a falta dos cuidados necessários pode causar sérias consequências para a saúde, inclusive podendo provocar infertilidade.

As DSTs continuam sendo transmitidas mesmo havendo inúmeras campanhas para a promoção e manutenção de sexo seguro. Aliás, o contato sexual, tanto oral, vaginal ou anal, é uma das formas mais recorrentes de contaminação.

Qualquer pessoa precisa tomar todos os cuidados com relação ao sexo, prevenindo-se contra as doenças sexualmente transmissíveis. O uso de preservativo é uma das principais formas de garantir o sexo seguro, evitando infecções e possibilitando uma vida mais saudável, com a prática de sexo satisfatório.

Quais são os diferentes tipos de DSTs?

As DSTs mais comuns costumam ser as bacterianas, com infecções como a gonorreia e a clamídia. Além disso, também bastante comuns são as DSTs virais, principalmente com a transmissão de herpes genital e de verrugas genitais.

A maior parte delas, no entanto, é curável e, mesmo não havendo ainda cura, como é o caso da AIDS, a doença pode ser controlada com o uso de medicamentos antivirais e antirretrovirais.

Grupos de Risco

Com relação às doenças sexualmente transmissíveis, não se pode mais falar em grupos de risco. Atualmente, a forma de se referir às possibilidades de contaminação por DSTs é o comportamento de risco, uma vez que as doenças passaram a se espalhar sem se concentrar em grupos específicos.

Na tabela abaixo podemos ver o percentual de contaminação das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns:

Diagnóstico Homens Mulheres
Uretrites gonocócicas e não gonocócicas 54,8% 3,8%
Vulvovaginites (candidíase, vaginose e triconomose) 0% 60,3%
HPV 22,6% 19,2%
Herpes genital 5,5% 2,6%
Escabiose 6,5% 1,3%

DSTs bacterianas

As DSTs bacterianas se desenvolvem através do contágio entre pessoas, normalmente durante as relações sexuais. As DSTs causada por bactérias tendem a afetar os órgãos genitais, o ânus, a boca e a garganta, podendo também se disseminar por outras áreas mucosas, como os olhos.

Algumas das bactérias mais perigosas, como o Treponema pallidum, que provoca a sífilis, podem também se disseminar pelo sistema nervoso central, quando não tratadas a tempo ou da forma conveniente.

As bactérias podem se disseminar de forma rápida, principalmente porque não costumam provocar sintomas visíveis, o que quer dizer que uma pessoa pode não saber que está infectada, trazendo riscos mais elevados de contaminar outras pessoas.

DSTs bacterianas comuns são:

  • Gonorreia (causada pela neisseria gonorrhoea)
  • Clamídia (causada pela chlamydia trachomatis )
  • Sífilis (causada pela treponema pallidum )
  • Vaginose bacteriana
  • Micoplasma genital
  • Uretrite não-específica
  • Ureaplasma

Gonorreia (causada pela Neisseria gonorrhoae)

A gonorreia ainda é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais contagiosas, se considerarmos as doenças provocadas por bactérias. Anualmente, pelo menos 60 milhões de pessoas no mundo todo são infectadas pela doença.

A gonorreia é mais comum entre pessoas da faixa etária de 30 anos, ou seja, com vida sexual ativa e com maior número de parceiros.

A gonorreia é causada por gonococos, um tipo de bactéria muito mais agressivo. Os sintomas da doença começam a aparecer apenas dois ou três dias após o contágio em pelo menos 90% das pessoas contaminadas.

Os principais sintomas da gonorreia são dores durante a menstruação, para a mulher, e corrimento purulento e lácteo pelo pênis ou vagina, além de dores ao urinar e febre.

Clamídia (causada pela Chlamydia trachomatis)

Entre as doenças sexualmente transmissíveis mais comuns também encontramos a clamídia. Em determinados grupos e faixas etárias, a doença pode atingir até 10% da população.

Homens e mulheres podem ser contaminados com a clamídia ou atuar como portador da bactéria, disseminando a doença através das relações sexuais.

Os primeiros sintomas da doença costumam aparecer entre um e três semanas após a infecção. No entanto, os sintomas podem não aparecer, permanecendo no organismo e infectando outras pessoas através do contato sexual.

Quando surgem, os sintomas da clamídia são os seguintes:

  • Coceiras e comichões nos órgãos genitais;
  • Dores ou queimação durante a menstruação, na mulher;
  • Corrimento purulento no pênis;
  • Corrimento purulento e viscoso de cor amarelada na vagina;
  • Ardência e desconforto ao urinar;
  • Dores durante as relações sexuais.
clamidia-na-celula-humana

Sífilis (causada pela Treponema pallidum)

A sífilis, ou cancro duro, é uma doença que, no mundo todo, afeta duas em cada 100 mil pessoas todos os anos. Em alguns países e regiões, a sífilis é considerada uma das doenças sexualmente transmissíveis mais graves, principalmente por falta de informação e de educação preventiva com relação ao sexo.

Entre as doenças sexualmente transmissíveis bacterianas, a sífilis certamente é a mais perigosa, uma vez que pode provocar outras consequências graves, como paralisia lenta, psicose, demência e acidente vascular cerebral.

Na história da humanidade, a sífilis foi responsável pela morte de milhões de pessoas. Atualmente, mesmo havendo tratamento específico para ela, ainda se apresenta como uma doença crônica, embora já não provoque mortes.

No entanto, é importante constatar que, no mundo todo, pelo menos 10% das pessoas contaminadas morre em decorrência das consequências provocadas pela sífilis.

A sífilis é uma doença que se desenvolve em estágios distintos. Sua primeira fase é a mais contagiosa, podendo ser facilmente transmitida para parceiros que não praticam sexo seguro. O risco de infecção diminui nas fases seguintes, tornando-a não contagiosa nos dois últimos estágios.

Os sintomas da sífilis normalmente aparecem da seguinte forma:

  • Pequenas feridas na borda dura da área genital, sem provocar dores, nos locais onde a bactéria penetrou no organismo.
  • Secreção de um líquido que é incolor, bastante contagioso
  • Inchaço dos linfonodos adjacentes, levando à disseminação pelo organismo e provocando consequências mais graves
  • Infecção do sistema nervoso central, trazendo outras doenças decorrentes da própria infecção.

Vaginose bacteriana

A vaginose bacteriana é uma infecção genital, sendo considerada como uma proliferação de flora mista de maneira maciça, incluindo a Gardnerella vaginalis, apresentada no quadro abaixo, o peptoestreptococcus e o Micoplasma hominis.

gardnerella-vaginalis-bacteria-causadora-da-vaginose-bacteriana

Mesmo não se tratando especificamente de uma doença sexualmente transmissível, a vaginose bacteriana pode ser transmitida através das relações sexuais.

A infecção é uma das causas principais do corrimento vaginal, apresentando-se ainda como a segunda causa de candidíase. A vaginose bacteriana provoca o desequilíbrio na flora vaginal, aumentando a concentração dos microrganismos.

A vaginose bacteriana não apresenta qualquer sintoma no homem, embora ele possa provocar a contaminação. Na mulher, quando não é feito um tratamento, a infecção pode trazer problemas mais graves, como endometrites e salpingites, com a inflamação das trompas.

Durante o período de menstruação, a vaginose bacteriana apresenta um cheio forte e desagradável, uma vez que, nessa fase, a ação das bactérias é aumentada. A infecção é mais comum em mulheres na idade fértil, que utilizam o DIU ou que sejam fumantes.

Como não apresenta uma reação inflamatória, o reconhecimento da vaginose bacteriana, muitas vezes, somente é percebido através de alguns sintomas, como, por exemplo:

  • Corrimento branco-acinzentado;
  • Odor forte e desagradável;
  • Pequenas bolhas em torno da vagina.

Micoplasma genital (provocada pelo Mycoplasma genitalium)

O micoplasma genital é uma doença sexualmente transmissível de descoberta mais recente, o que faz com que seu diagnóstico possa ser mais difícil. Seus sintomas são semelhantes aos da clamídia e da gonorreia, podendo também se desenvolver juntamente com outras DSTs.

As mulheres que têm vaginose bacteriana, também podem ter micoplasma. Nos homens, a infecção é considerada uma das principais causas da uretrite não específica. Se não tratado, o micoplasma pode provocar cervicites e uretrites na mulher e infertilidade nos dois sexos.

O micoplasma também é um dos responsáveis por outras doenças como:

  • Inflamações alérgicas;
  • Artrite reumatoide; 
  • Pneumonia atípica;
  • Diabetes; 
  • Esclerose múltipla.

O micoplasma, de uma forma geral, não apresenta qualquer sintoma. Depois de uma semana da infecção, alguns deles podem se manifestar, embora a bactéria possa ficar muitos meses sem se manifestar no organismo.

No homem, os principais sintomas do micoplasma são o ardor ao urinar, corrimento na uretra e dores e inchaço nas articulações. Na mulher, além da dor ao urinar, pode haver dores durante as relações sexuais e prurido vaginal.

Mais difícil de ser diagnosticado, o micoplasma pode estar associado a outras doenças sexualmente transmissíveis, exigindo um tratamento criterioso por parte da pessoa infectada.

Uretrite não-específica

A uretrite não-específica é também considerada doença sexualmente transmissível, podendo ser transmitida através do sexo vaginal, oral ou anal com pessoas portadoras da infecção.

A infecção pode também ser provocada pelo uso de objetos eróticos, pela masturbação ou pela fricção mais vigorosa dos órgãos genitais, criando uma inflamação na uretra.

A falta de tratamento da doença pode ocasionar complicações e condições mais graves, sendo a infertilidade um dos maiores riscos da uretrite não específica.

A infecção afeta diretamente a uretra, podendo atacar ambos os sexos. É um tipo de infecção que pode ser diagnosticado com mais facilidade no homem do que na mulher. A maior parte dos casos de uretrite não específica, contudo, é causada pela clamídia.

Os principais sintomas da uretrite não específica em homens são os seguintes:

  • Corrimento incomum na uretra;
  • Dores ou ardor ao urinar;
  • Necessidade de micção constante;
  • Irritação no órgão genital;
  • Comichão e feridas na cabeça do pênis;
  • Sensibilidade maior na região genital.

Ureaplasma (causada pela Ureaplasma urealyctum)

O ureaplasma é uma infecção das mais comuns entre as doenças sexualmente transmissíveis, podendo afetar 70% das pessoas, independentemente do sexo. A maior parte dos casos ocorre através do contato sexual.

Além de transmissível através do contato sexual, o ureaplasma também pode ser transmitido através do sangue, da saliva ou pelo ar. Na maior parte das vezes, é uma infecção que não apresenta qualquer tipo de sintoma, o que faz com que a pessoa infectada continue transmitindo a doença.

O ureaplasma é uma doença que pode provocar outras, como a uretrite e a cistite. A bactéria também pode ser responsável por cervicites e abscessos nas trompas e ovários, podendo, inclusive, provocar aborto espontâneo.

Principais tratamentos das DSTs bacterianas

A maior parte das doenças sexualmente transmissíveis bacterianas pode ser tratada com a aplicação de antibióticos, devendo, antes, ser estabelecida a causa da infecção para indicar o melhor tratamento.

A maioria das DSTs bacterianas, como clamídia, uterite não-específica, ureaplasma e micoplasma, podem ser tratadas com azitromicina e doxiciclina. Outros antibióticos como eritromicina e ciprofloxacina também são usados para o tratamento de algumas doenças sexualmente transmissíveis causadas por bactérias. Já o metronidazol é, geralmente, usado para o tratamento da vaginose bacteriana.

No caso de sífilis e gonorreia, que são doenças mais difíceis de serem tratadas, muitas vezes é preciso tratamento hospitalar, com internação do paciente. A gonorreia pode ser tratada com uma combinação de cefixima e azitromicina.

DSTs virais

As doenças sexualmente transmissíveis por vírus são basicamente transmitidas através de contato sexual, que tanto pode ser vaginal, anal ou oral. No entanto, essas DSTs não requerem apenas que um parceiro troque fluídos com outro.

A maior parte das DSTs virais não podem ser totalmente curadas, embora possam ser controladas de forma a não causar problemas para a pessoa ou serem transmitidas.

Mesmo não sendo perigosas, algumas DSTs virais, como o herpes genital e as verrugas genitais, podem trazer consequências graves. Como outras DSTs, as infecções virais podem não ser notadas no início.

O herpes genital e as verrugas costumar apresentar sintomas bem visíveis, havendo, inclusive, a possibilidade de surtos esporádicos, que desaparecem com algum tempo, como ocorre com o herpes genital.

As DSTs virais mais comuns

As doenças sexualmente transmissíveis virais mais comuns são as seguintes:

  • Herpes genital (provocada pelo vírus Herpes simples tipo II)
  • Verrugas genitais (causadas pelo Papilomavírus humano - HPV)
  • Aids (causada pelo vírus HIV, de imunodeficiência adquirida)

Herpes genital (causada pelo vírus Herpes simplex tipo II)

O herpes genital ataca a pele e as membranas mucosas dos órgãos genitais, sendo transmitido normalmente quando o vírus está ativo, ou seja, quando surgem lesões visíveis na região genital.

No entanto, mesmo em períodos de remissão da infecção, quando não surgem úlceras ou bolhas visíveis, pode ocorrer a presença de vírus nas secreções genitais, tanto em homens quanto em mulheres, favorecendo a infecção.

Verrugas genitais (causadas pelo vírus papiloma humano, ou HPV)

As verrugas genitais são sinais que podem aparecer em toda a região genital de homens e mulheres, provocadas por alguns dos subtipos do papilomavírus humano, mais conhecido como HPV.

As verrugas genitais também se apresentam como DSTs das mais comuns, podendo ser transmitidas através de qualquer tipo de contato sexual sem proteção, inclusive sexo oral.

Veja abaixo as lesões de verrugas genitais (HPV) em homens:

lesoes-de-verrugas-genitais-HPV-em homens

Mesmo sendo facilmente tratável, não provocando infecções mais sérias, a infecção precisa ter atenção especial, já que é uma doença das mais comuns, que atinge cerca de 80% da população mundial sexualmente ativa.

HIV (causada pelo vírus HIV, de imunodeficiência adquirida)

A infecção provocada pelo HIV, o vírus da Aids, ataca o sistema imunológico. Na primeira fase, conhecida como infecção aguda, ocorre a incubação do vírus, podendo variar entre 3 a 6 semanas, até o desenvolvimento dos primeiros sintomas.

O corpo humano pode levar entre 30 a 60 dias depois da infecção para começar a produzir os anticorpos, não conseguindo, portanto, que os sintomas possam aparecer. Esses sintomas são muito parecidos com a gripe, com mal-estar e febre, o que leva a maior parte dos casos a passar despercebida.

A seguir, a contaminação é marcada pela interação entre as células de defesa e as constantes e rápidas mutações do vírus HIV. Nesse período, o sistema imunológico fica enfraquecido, o que permite a instalação de novas doenças, pois o HIV amadurece e morre de forma equilibrada, permanecendo no organismo a vida toda do paciente.

Principais tratamentos das DSTs virais

O herpes genital pode ser tratado com a aplicação de medicamentos antivirais e de cremes, como Aciclovir, Valtrex e Famvir.

Os tratamentos para verrugas genitais incluem cremes antivirais como Warticon (Wartec) e Aldara. O tratamento deve ser feito até que os sintomas desapareçam.

No entanto, no caso do HIV, é necessário uma série de medicamentos, o chamado coquetel, que permite controlar em longo prazo os problemas decorrentes da infecção.

DSTs parasitárias

Entre as doenças sexualmente transmissíveis mais comuns, temos as seguintes:

  • Tricomoníase, provocada pelo Trichomonas vaginalis;
  • Piolhos públicos, com a presença de Pthirus púbis no organismo;
  • Sarna, causada pelo Sarcoptes scabiei mites.

Tricomoníase (causada pelo parasita Trichomonas vaginalis)

A tricomoníase, ou tricomoniose ou ainda tricomonose, é uma infecção transmitida através das relações sexuais ou do contato com secreções de uma pessoa contaminada, sendo considerada como doença sexualmente transmissível.

Conheça o parasita Trichomonas vaginalis:

trichomonas-vaginalis

A doença é mais comum nas mulheres, sendo transmitida tanto em relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo, quanto de sexos diferentes.

O organismo que causa a infecção é um parasita unicelular, que só afeta o ser humano, costumando viver na vagina ou na uretra, embora possa ser também encontrado em outras partes do sistema geniturinário. A doença é responsável por 10 a 15% das DSTs em países desenvolvidos.

Como se trata de uma doença que ataca a parte interna da vagina, a tricomoníase provoca microlesões e dores, podendo ser a causa de desenvolvimento de outras DSTs. No homem, normalmente a doença costuma ser assintomática.

Atualmente, trata-se de uma doença que afeta cerca de 170 milhões de pessoas no mundo todo.

Piolhos púbicos (causados pelo Pthirus púbis)

O piolho púbico, que também é conhecido popularmente como "chato", é um pequeno inseto que se transmite de uma pessoa para outra através das relações sexuais, passando dos pelos púbicos de um parceiro para outro durante o ato sexual.

Além disso, os piolhos públicos também podem ser passados através de toalhas, roupas de cama ou roupas de uso comum. No hospedeiro, eles se alimentam de sangue, provocando coceiras e grande desconforto.

Sarna (causada pelo Sarcoptes scabiei mites)

A sarna, também conhecida como escabiose, é uma doença de pele contagiosa, provocada pelo ácaro Sarcoptes scabiei. O parasita se aloja no hospedeiro, onde começa a se reproduzir.

Trata-se de um tipo de parasita que não consegue viver mais de 3 dias longe da pele humana, já que se alimentam das proteínas da pele, especificamente da queratina. Uma vez instalados na pele, podem viver até dois meses.

A sarna pode atacar indivíduas de qualquer faixa etária ou sexo, sendo uma doença bastante comum em crianças. Juntamente com a micose e com infecções bacterianas, trata-se da doença de pele que mais ataca na infância.

A sarna pode se desenvolver em qualquer parte do corpo humano, sendo que as áreas mais comuns são os vãos entre os dedos dos pés e das mãos, em torno dos pulsos e cotovelos, nas axilas, nas dobras dos joelhos e em torno da cintura.

Principais tratamentos das DSTs parasitárias

As doenças sexualmente transmissíveis parasitárias podem ser tratadas com a aplicação de antibióticos ou cremes. No entanto, antes de buscar uma assistência médica, muitas pessoas infectadas tentam curar-se com tratamentos caseiros, o que pode dificultar o diagnóstico e a indicação do tratamento correto.

No caso dos piolhos públicos, o tratamento é feito com a raspagem da região genital e a aplicação de cremes inseticidas, shampoos ou loções.

A tricomoníase poder ser tratada com metronidazol. Em mullheres, a grande maioria das infecções é curada com uma única dose. No caso, dos homens, o tratamento, em geral, é feito por sete dias.

Veja abaixo a estrutura química do metronidazol:

ingrediente-ativo-metronidazol

Medidas preventivas contra todos os tipos de DSTs

Todos os tipos de doenças sexualmente transmissíveis podem ser evitados, desde que a pessoa tome os cuidados preventivos.

Entre os principais cuidados estão os seguintes:

  • Usar preservativo nas relações sexuais;
  • Evitar a troca constante de parceiros;
  • Não usar agulhas injetáveis em conjunto com outras pessoas no caso de quem faz uso de drogas;
  • Procurar assistência médica sempre que sentir qualquer tipo de sintoma relacionado com doenças sexualmente transmissíveis;
  • Evitar contato sexual quando diagnosticado com qualquer DST;
  • Informar o parceiro ou as pessoas com quem teve contato sexual nas últimas semanas antes da contaminação, fazendo com que também passe por exames médicos.

Fontes:

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