Obesidade

Combater a Obesidade e Excesso de Peso

A obesidade é uma das maiores preocupações mundiais nos dias de hoje. De acordo com estudos recentes, a prevalência desta condição na Europa tem triplicado desde os anos 80, com mais de 50% da população com excesso de peso ou obesidade. A obesidade é causa conhecida de vários problemas graves de saúde e em casos severos até de morte, devendo ser tratada o mais cedo possível.

Lidar com um problema como a obesidade pode ser um desafio, pelo que é importante conhecer as alterações no seu estilo de vida que possam ter um impacto positivo no emagrecimento e ajudar a combater este problema de saúde pública.

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O que é a Obesidade?

Obesidade é o termo empregado para definir a condição em que uma pessoa apresenta sobrepeso, ou seja, pesa mais do que o considerado normal para as suas características.

Embora já tenha sido considerada uma característica, a obesidade é hoje tratada como doença pelas autoridades médicas. Foi para melhor estudar a condição que surgiram algumas classificações secundárias, como sobrepeso, obesidade de grau 1, obesidade de grau 2 e obesidade de grau 3, dependendo da diferença entre o IMC (índice de massa corporal) da pessoa e o considerado normal por médicos e outros especialistas.

obesidade

Riscos da obesidade

Ao contrário do que muitos imaginam, a obesidade não é uma condição que afeta apenas a estética. Desde os graus mais leves, ela já oferece riscos ao portador para que evolua para outras doenças. Conforme o grau da obesidade sobe, aumentam também as possibilidades e as probabilidades do surgimento de outros quadros médicos associados a ela.

Entre as principais doenças associadas à obesidade, podemos citar:

  • Hipertensão: as pessoas com algum tipo de obesidade possuem maiores chances de desenvolverem hipertensão. Também chamada de pressão alta, a doença consiste na compressão dos vasos sanguíneos em razão principalmente do consumo excessivo de alimentos que fazem mal à saúde. Essa compressão dos vasos é o que resulta na pressão alta.
  • Hipertrofia ventricular: é uma doença cardíaca, caracterizada pelo aumento de tamanho do músculo do coração. Essa condição atinge os obesos porque, para sustentar o peso corporal extra, o coração dessas pessoas precisa trabalhar mais do que o normal.
  • Apneia:  uma doença bastante perigosa, isso porque ela pode ocasionar paradas respiratórias involuntárias durante o sono. A causa desse problema é o acúmulo de gordura nas áreas do pescoço e do tronco, o que torna mais difícil a respiração e pode ocasionar um fechamento repentino da faringe.
  • Depressão: a obesidade é um influenciador nas tendências que as pessoas têm de desenvolverem um quadro depressivo em função de sua autoestima baixa. A condição social adversa e a rejeição os torna inseguros em relação ao próprio corpo e atrapalham as relações sociais e pessoais levando ao quadro depressivo.
  • Diabetes do tipo 2:  muitas vezes associada a fatores genéticos, a diabetes do tipo 2 tem maior probabilidade de ser desenvolvida por pessoas que estão acima do peso. Isso acontece porque o excesso de gordura no organismo causa uma resistência à insulina, que é o hormônio responsável pela regulação dos níveis de glicose. Sem que haja essa regulação, as chances de desenvolver a diabetes do tipo 2 aumentam consideravelmente.

Apesar de citarmos essas cinco como as mais importantes, várias outras doenças estão na lista das que podem ser desenvolvidas por quem sofre de obesidade:

  • Problemas cardíacos;
  • Alguns tipos de câncer;
  • Infertilidade;
  • Dores lombares;
  • Infecções de pele;
  • Úlceras;
  • Pedra na vesícula biliar.

Como é possível notar, a obesidade é muito mais do que uma condição temporária, uma característica ou uma variedade de comportamento. Ela é uma doença e deve, portanto, ser diagnosticada, prevenida e combatida por todos os ramos da sociedade.

Quem é afetado

A obesidade não faz distinção de idade, sexo ou raça, embora seja menos comum em ambientes com condição social desfavorável.

O Brasil, inclusive, vem enfrentando um aumento nos números de casos devido ao melhor acesso que a população vem obtendo à alimentação, algo que poderia ser motivo de comemoração, caso não estivéssemos tratando de um outro problema.

Segundo o mapa da obesidade fornecido pela organização mundial de saúde (OMS), a obesidade é um dos maiores problemas de saúde pública do mundo.  A projeção é que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de adultos estejam com sobrepeso; e mais de 700 milhões, obesos. O número de crianças com sobrepeso e obesidade no mundo pode chegar a 75 milhões, caso nada seja feito.

A obesidade atinge mais de 1 milhão de adultos em Portugal e 3,5 milhões da população (quase 50%) são pré-obesos. São os principais resultados de um relatório que apresenta números preocupantes nos mais novos: cerca de 15% das crianças entre os 6 e os 9 anos são obesas e mais de 35% sofrem de excesso de peso. As questões socioeconómicas parecem ter uma influência decisiva.

No Brasil já se aponta que pelo menos 50% da população do país se enquadre em algum nível de obesidade. Em crianças, esse número cai para aproximadamente 15%, segundo o último levantamento realizado pelo IBGE em meados de 2009.

Como esperado, a condição social diferencia regiões, com o Sul liderando a estatística em torno de 56,08% de obesidade na população adulta, seguido de perto pelo Sudeste com 50,45%.

Em seguida vêm, respectivamente, as regiões Centro-Oeste com 48,3%, Norte com 47,2% e, por fim, o Nordeste, com 44,45%. A diferença de 10 pontos percentuais se explicaria pela condição social, embora os números já sejam bastante alarmantes.

Outro número que assusta é o crescimento da doença em crianças. Se cerca de metade dos adultos apresentam algum sobrepeso, cerca de uma em cada cinco crianças é obesa. Pode parecer pouco, se não levarmos em conta que crianças têm metabolismo muito mais acelerado que o dos adultos, devido ao processo natural de crescimento, o que devia representar números bem mais baixos do que estes.

Causas da obesidade

A matemática é bastante simples quando pensamos nas causas da obesidade. Ela é um resultado direto da diferença entre as calorias que ingerimos diariamente e as calorias consumidas pelo nosso corpo.

Essa diferença é uma forma bastante simplista de analisar a questão e, se prosseguirmos no raciocínio, podemos chegar a duas conclusões óbvias no que tange a não ficar obeso:

  • Diminuir o número de calorias ingeridas;
  • Aumentar a quantidade de calorias consumidas pelo organismo.

A equação pode ser injusta quando nos lembramos de pessoas com problemas hormonais, genéticos, distúrbios da tireoide, problemas pancreáticos, doenças do ovário, etc., mas essas causas representam apenas 5% do universo de casos, voltando o raciocínio à simples matemática.

As principais causas da obesidade são:

  • Consumo exagerado de calorias;
  • Falta de atividade física para consumir calorias;
  • Ter maior facilidade (tendência) a acumular gordura;
  • Ter maior dificuldade em queimar calorias.

Para explicar o aumento da obesidade, é preciso também entender o estilo de vida moderno. Quando elencamos as causas da obesidade, podemos dar a falsa impressão de que as pessoas engordam por pura falta de cuidado, o que não é totalmente real. O estilo de vida moderno, principalmente o praticado nas grandes cidades, colabora e muito para esse quadro.

Quando os seres humanos viviam da caça e da coleta como a maioria dos animais, não havia comida garantida o tempo todo, como nos dias de hoje para a maioria das pessoas. O corpo humano armazena gordura, quando comemos mais do que precisamos para utilizar nos momentos em que a comida nos falta. Também gastávamos boa parte dessas calorias consumidas procurando por alimento.

Um trabalhador da classe média faz pelo menos três refeições fartas por dia e, praticamente, nenhuma atividade física. Ele passa grande parte do seu dia sentado ou realizando pequenos deslocamentos. A chamada vida sedentária moderna é apontada como uma das principais causas da obesidade.

Má alimentação

O outro grande vilão é a alimentação.

Gordura, açúcar e sal. Essa é a tríade do mal quando o assunto é obesidade. Precisamos consumir gordura e açúcar todos os dias para termos energia, mas a forma como fazemos isso é que está, geralmente, errada.

Alimentos possuem naturalmente essas substâncias, mas elas estão em menores quantidades e precisam ser processadas pelo nosso corpo. A indústria alimentícia usa grandes quantidades de sal para conservar os alimentos e compensa a natural alteração no sabor com quantidades enormes de açúcar e de gordura.

Quando comemos alguns biscoitos recheados ou tomamos uma latinha de refrigerante, estamos consumindo grandes quantidades de sal, de açúcar e de gordura. E não estamos fazendo quase nada para eliminá-los.

A má alimentação é um resultado direto da sociedade em que vivemos. Capitalista, imediatista e cheia de estresse, a correria diária obriga as pessoas a comerem mal. Na busca por trabalhar, estudar e realizar atividades de lazer, acabamos comendo o que se convencionou chamar de fast-food.

As refeições rápidas surgiram nos Estados Unidos em meados da década de 1960 e se espalharam por todo o mundo. Acostumados a não almoçar adequadamente, substituindo a refeição por um lanche, os americanos, grandes vítimas da obesidade, acabaram por espalhar o mal hábito para várias outras partes do mundo, inclusive o Brasil.

Comidas gordurosas, cheias de carboidratos e açúcar são consumidas diariamente no horário do almoço por pessoas com pressa, ansiosas e estressadas.

Infelizmente o resultado desse hábito é a obesidade.

Sedentarismo

Outro problema criado pelos hábitos de vida modernos e que contribui bastante para a obesidade é o sedentarismo.

Sedentarismo pode ser definido como a falta, ausência ou diminuição das atividades físicas e costuma ocorrer devido aos confortos obtidos com a vida moderna.

No passado, seres humanos precisavam percorrer grandes distâncias para encontrar alimento, lutar contra predadores, subir em árvores para coletar frutas, etc.

Hoje, vamos ao supermercado usando carros e não nos levantamos do sofá para mudar o canal da TV, graças ao controle remoto. Graças ao sedentarismo, não gastamos mais as calorias consumidas, que ficam armazenadas no nosso corpo, causando a obesidade e outros problemas associados.

A obesidade entre crianças também vem crescendo bastante em decorrência do sedentarismo. Se no passado viviam em grandes áreas verdes onde corriam, pulavam e brincavam hoje elas estão confinadas em apartamentos assistindo a vídeos ou jogando em seus tablets e smartphones.

Antigas gerações ainda podiam sair às ruas das cidades para brincar com os vizinhos, mas os crescentes problemas de segurança pública tornaram essa prática cada vez mais rara.

Não é difícil entender porque praticamente metade da população está obesa. Comemos muito, comemos mal e não gastamos essa energia acumulada.

Obesidade genética

Já sabemos que a obesidade acontece, na maioria dos casos, devido a causas comportamentais. Por isso, algumas vezes, injustiças são realizadas com pessoas que têm uma facilidade maior para ganhar peso. Mesmo se esforçando, elas têm mais dificuldade para emagrecer.

Isso acontece porque uma das causas da obesidade é a hereditariedade ou outros distúrbios de ordem genética. Fatores como ter pais obesos e irmãos mais novos aumentam as chances de ter obesidade, pois os genes e os hábitos alimentares são herdados e afetam toda a família.

Os hábitos dos pais são importantes nessa questão, inclusive na gestação do bebê. Se a mulher grávida consome uma grande quantidade de açúcares, gorduras e produtos industrializados em geral, as chances de a criança desenvolver obesidade no futuro são maiores do que aquelas cujas mães tiveram uma gravidez regular.

Falar sobre herança de hábitos é mais importante do que falar de herança genética. Isso porque uma pessoa com maior dificuldade para emagrecer ainda pode conseguir resultados com uma dieta mais controlada e exercícios regulares. Eles apenas não virão na mesma velocidade do que em uma pessoa que não possua essas tendências.

Em todo caso, antes de tirar conclusões, o melhor caminho é buscar ajuda de um profissional médico para entender a real extensão desses problemas.

Hipotireoidismo

A tireoide é uma glândula situada no pescoço (logo abaixo do "Pomo de Adão") responsável pela produção e liberação de dois hormônios importantes, o Hormônio T3, também chamado Tri-iodotironina, e o hormônio T4, também chamado de L-Tiroxina. Esses dois hormônios regulam várias funções do metabolismo e alterações em sua produção vão causar alterações diversas, entre elas o favorecimento à obesidade.

O hipotireoidismo é detectado quando a produção desses hormônios não acontece mais da forma esperada, seja por algum distúrbio ou alteração na própria glândula. A consequência é a diminuição da atividade metabólica no paciente, o que pode favorecer o surgimento da obesidade.

Ainda assim, não se pode colocar a culpa da obesidade em problemas como o hipotireoidismo. A pessoa não ganha peso espontaneamente apenas porque adquire essa condição, prevalecendo a equação entre o que se consome e o que se gasta. O que acontece a paciente nestas condições é uma dificuldade maior em gastar o que foi consumido.

Sintomas da obesidade

A obesidade é uma doença que se manifesta de forma visual e não é difícil identificar uma pessoa obesa. Apesar disso, como o aumento de peso acontece gradualmente e não de uma hora para a outra, muitas pessoas não percebem que estão engordando demais.

Os sintomas mais comuns são:

  • Roupas que se mostram apertadas ou pequenas, necessitando de aquisição de roupas em números maiores;
  • Percepção de aumento nos números indicados pela balança;
  • Acúmulo de gordura localizada na região da cintura, braços, pescoço e quadris;
  • Dificuldade na realização de exercícios;
  • Perda de fôlego;
  • Suor em excesso;
  • Sentir mais calor do que a maioria das pessoas.

Um pouco mais científico do que os métodos acima, baseados em observação, é realizar o cálculo do IMC (índice de massa corpórea). O IMC é calculado a partir da altura e do peso da pessoa com a fórmula:

IMC = peso / (altura)2

Existe uma tabela utilizada pela maioria das pessoas para saber se está e o quanto está obeso. Com o número resultante do cálculo acima, verifique:

IMC em adultosCondição

Entre 18,5 e 24,9 

Entre 25 e 29,9 

Entre 30 e 39,9

Acima de 40

Peso normal 

Acima do peso

Obesidade

Obesidade mórbida



Verifique o seu IMC na calculadora abaixo:

Lembrando que o IMC é apenas uma medida de referência e não pode ser seguido cegamente. Antes de iniciar um tratamento, dieta ou rotina de exercícios, consulte um profissional de saúde para que juntos vocês possam elaborar um plano seguro e eficaz no combate da obesidade.

Outro fator importante a se considerar é que o IMC é válido para adultos somente. Crianças e adolescentes estão em fase de crescimento e têm metabolismo diferente dos adultos. Para o caso deles, o cálculo é feito baseando-se em uma tabela que considera sexo e idade para estipular se a obesidade existe e em que grau afeta a pessoa.

Outro item levado em conta na hora de identificar a obesidade é o tamanho da circunferência da cintura. Principal local de armazenamento de gordura, a barriga é sim um sintoma de obesidade. Os "barrigudos" também têm maiores chances de adquirirem doenças associadas à obesidade. Por exemplo: se há excesso de gordura ao redor da cintura ao invés de nas coxas, então existe maior risco de sofrer doença cardíaca e diabetes tipo 2. Esse risco cresce quando a cintura tem mais de 89 centímetros em mulheres e 101 centímetros em homens.

Diagnóstico da obesidade

O diagnóstico da obesidade deve ser feito em conjunto com um profissional de saúde. Por mais que os sintomas se baseiem em observação e o cálculo do índice de massa corpórea seja relativamente fácil de calcular, somente o médico será capaz de realizar um diagnóstico mais preciso.

Além do exame de observação, o médico levará em conta:

  • O histórico familiar: Pode haver a suspeita de fatores hereditários nem como fatores comportamentais surgidos graças à influência familiar.
  • Evolução do peso: analisar se o ganho de peso foi gradual ou se foi uma alteração repentina ajudará o profissional em sua investigação das causas do problema.
  • Peso, altura, cálculo do IMC: o médico irá aferir peso e atura do paciente de forma precisa, assim como calcular o IMC corretamente. Esse cálculo ajudará a determinar o grau de obesidade e o tratamento a ser realizado posteriormente.
  • Perímetro abdominal: outra medida que pode ser feita de forma incorreta sem auxílio médico e que pode determinar os próximos passos.
  • Pressão arterial, níveis de gordura no sangue: uma avaliação mais cuidadosa pode definir se o paciente já apresenta um quadro de hipertensão ou se tem tendência a desenvolvê-la. Exames de sangue também costumam ser solicitados para medir os níveis de gordura no sangue. Muitas vezes, pessoas com físico magro, que não apresentam obesidade, podem ter níveis altos de colesterol, algo preocupante e que precisa ser tratado.
  • Glicose: também é preciso checar se o paciente tem níveis de diabetes, porque isso também influenciará no tratamento da obesidade.

Tratamento da obesidade

O tratamento da obesidade irá depender do grau da doença e de vários outros fatores, por isso é tão necessário que seja prescrito por um médico. O médico poderá dar apenas alguns conselhos sobre como levar uma vida mais saudável, encaminhar a um nutricionista para que seja receitada uma dieta mais específica, até entrar em tratamentos com medicação específica ou cirurgia.

O objetivo do tratamento da obesidade é alcançar e manter um peso saudável. Pode ser preciso trabalhar com uma equipe de profissionais da saúde - incluindo um nutricionista, orientador de comportamento ou um especialista em obesidade - para ajudá-lo a entender e fazer mudanças em seus hábitos alimentares e de atividade.

EXCESSO DE PESO (IMC 25+) OBESO (IMC 27+)
FAZER DIETA E EXERCÍCIOMEDICAÇÃO DE PRESCRIÇÃOCIRURGIA PARA PERDER PESO

Existe alguma coisa que eu possa fazer sozinho?

Como sempre, é aconselhável evitar automedicação e ter muito cuidado com produtos e dietas milagrosas. O que o paciente pode fazer sozinho é se conscientizar quanto às suas rotinas de alimentação e exercícios. Evitar alimentos com muita gordura e açúcar, diminuir o intervalo entre as refeições e as situações de stress.

Perder peso é um tratamento a longo prazo, inclusive para os pacientes que se submetem a tratamentos mais intrusivos como a cirurgia para reduzir o estômago.

Vamos falar um pouco sobre os tratamentos mais comuns:

Reeducação alimentar: um dos grandes mitos que permeia o tratamento contra a obesidade é a máxima de que se a pessoa parar de comer, ela emagrece. Essa afirmação não está de todo errada, afinal, se comermos muito pouco, provavelmente iremos emagrecer, mas há outras consequências por trás dessa atitude.

Quando ficamos muito tempo sem nos alimentarmos, nosso corpo entra numa espécie de "modo econômico" em que passa a reter mais gordura, pois entende que essa energia será necessária a longo prazo. Ficar muito tempo sem comer, além de não provocar o resultado esperado, ainda pode causar outros problemas sérios como anemia, sonolência, fraqueza e outros efeitos da falta de alimentação.

Ao invés de comer menos, é preciso comer melhor. Substituir alimentos com altos teores de gordura, sal e açúcar por outros é uma das melhores formas para emagrecer sem passar fome.

Ao contrário do que se imagina, comer pequenas quantidades em intervalos menores também ajuda o organismo a funcionar melhor, pois o impede de entrar no "modo econômico.

Essa reeducação pode ser feita por conta própria, mas é indicado procurar ajuda de um nutricionista para que uma dieta específica seja elaborada e se consiga uma maior eficácia no tratamento.

Praticar exercícios físicos regularmente: a prática de exercícios ajuda o corpo a eliminar as calorias consumidas, além de trazer uma série de outros benefícios.

Ao praticar atividades físicas, a pessoa mantém músculos em forma, acelera o metabolismo e ainda diminui a chance de doenças como a depressão, já que o corpo produz substâncias durante a atividade que nos faz ter uma sensação de satisfação.

Quando procurar tratamento?

Algumas atividades como caminhadas podem ser realizadas por qualquer pessoa sem grandes problemas, porém é conveniente consultar um médico antes de iniciar uma série de treinamento para avaliar coração, pulmões e outras estruturas que serão submetidas a esforço.

A ingestão de remédios inibidores de apetite é outro possível tratamento para a obesidade. Quando o problema é o descontrole da pessoa na hora de comer, esse tipo de tratamento pode ser necessário, mas é preciso ter em mente que esses medicamentos são apenas uma ajuda e que devem ser combinados com atividade e reeducação alimentar a longo prazo, ou a obesidade pode retornar rapidamente.

Em casos mais extremos a cirurgia bariátrica, também conhecida como redução de estômago, pode ser indicada. Nessa operação é feita uma redução do tamanho do estômago ou do intestino para favorecer a perda de peso.

cirurgia bariátrica

A cirurgia bariátrica é indicada quando o paciente é diagnosticado com obesidade mórbida, último grau da doença, que acontece quando o IMC é superior a 40. Lembrando que o valor ideal é entre 18 e 25.

Ela também pode ser indicada para pacientes com IMC menor do que 40, mas que tenham a presença de outras doenças em estágios graves, como pressão alta, diabetes descontrolada, gordura no fígado e colesterol alto.

Há também pessoas que procuram solução através do balão intragástrico. Por meio do endoscópio, é posicionada uma prótese no estômago, que reduz a capacidade de ingestão do paciente. É utilizado por pacientes que ainda não tem um Índice de Massa Corpórea (IMC) necessário para cirurgia bariátrica, mas que necessitem perder peso e que tentaram outros tratamentos prévios sem qualquer sucesso.

balão intragástrico
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A cirurgia é uma solução extrema, pois com o estômago ou os intestinos menores, o paciente se sente "cheio" mais rápido do que uma pessoa normal e, teoricamente, consegue comer menos. Ela também costuma ser associada a outras cirurgias para remoção de gordura corporal, nos casos mais estremos.

Muitas pessoas em busca de uma solução fácil, forçam a realização da cirurgia, acreditando que ela resolverá todos os problemas, mas não são incomuns casos de pessoas que voltaram a engordar um tempo após do procedimento cirúrgico.

Isso acontece porque o estômago tem propriedades elásticas e se a pessoa operada for aumentando gradativamente a quantidade de alimento ingerida, ela pode voltar a ser obesa.

Todos os tratamentos contra a obesidade dependem bastante da vontade e da dedicação do paciente em lutar contra a obesidade. Não existem soluções milagrosas, por isso, muitos pacientes precisam ser encaminhados para outros profissionais como terapeutas, psicólogos e psiquiatras para tratarem distúrbios comportamentais como depressão, ansiedade, fobias e compulsões que possam estar levando-os à obesidade.

Que tratamentos de prescrição existem para a obesidade?

A maioria dos tratamentos para a obesidade funcionam como supressores de apetite. Estes actuam nos receptores do cérebro, de forma a produzir impulsos que fazem com que se sinta saciado(a) após comer menos quantidade de comida. Estiveram disponíveis dois medicamentos supressores de apetite no passado, o Acomplia e o Reductil, porém, ambos foram retirados do mercado devido aos seus efeitos secundários nocivos para a saúde.

Existe uma nova geração de supressores de apetite que estão actualmente a ser testados nos Estados Unidos pela FDA (agência responsável pela regulação dos medicamentos). De todos os medicamentos testados, o Contrave provou ser o mais promissor. O Contrave combina dois medicamentos já existentes, a naltrexona e bupropiona. A bupropiona suprime o apetite e aumenta o metabolismo corporal, enquanto que a naltrexona afecta a forma como o corpo processa o sabor dos alimentos doces, para que estes se tornem menos desejados. Outros dois medicamentos, o Qnexa e a Lorcaserina, também se encontram em testes, porém não passaram na fase 3 dos procedimentos de teste da FDA. O único medicamento actualmente disponível e devidamente aprovado para comercialização na Europa é o Xenical.

O que é o Xenical?

O Xenical é um medicamento de prescrição para a obesidade que contém o princípio activo orlistato. O Xenical impede o funcionamento das lipases no estômago. As lipases são enzimas que quebram a gordura para que esta possa ser absorvida e armazenada no seu organismo. O Xenical pode impedir que até um terço da gordura ingerida na dieta seja absorvida. A gordura que não é quebrada e por isso não absorvida pelo organismo, é naturalmente expelida pelos movimentos intestinais naturais.

Dados do medicamento
Avomine
Fabricante: Roche
Princípio ativo: Orlistato
Aplicação: Pessoas com mais de 18 anos com um IMC superior a 27.
Dispensa: Medicamento sujeito a receita médica
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Como posso prevenir?

As mesmas atitudes relacionadas às causas e ao tratamento fazem parte do que é preciso fazer para prevenir a obesidade e seus efeitos indesejados.

Qualidade de vida é ordem para quem deseja evitar se tornar obeso. Se você trabalha demais, está sujeito a situações de estresse, dorme pouco ou se alimenta mal, você está caminhando a passos largos para a obesidade e uma série de outros problemas.

Levar uma vida tranquila, porém sedentária, também pode ser um caminho perigoso.

A melhor prevenção para a obesidade é comer pouco, em intervalos pequenos, realizar alguma atividade física pelo menos três vezes por semana e fazer um acompanhamento periódico com o médico, anual ou semestral, dependendo da idade ou de condições prévias.

Preciso de um compromisso de acompanhamento?

Algumas pessoas conseguem estabelecer uma meta e segui-la sem grandes dificuldades. Infelizmente não é o caso da maioria das pessoas que começam uma dieta ou atividade física.

Aquela empolgação inicial começa a diminuir sendo substituída pela preguiça. Se este é o seu caso, procurar o suporte de outras pessoas pode ser uma ótima ideia para combater o desânimo. Membros da família ou amigos com interesse em comum ou, até mesmo, juntar-se a um grupo pode representar uma virada em busca da saúde.

A obesidade leve pode trazer poucas consequências ao portador. Diminuição da Autoestima, perda de mobilidade e maior propensão a uma série de doenças estão entre elas.

O que acontece se a obesidade não for tratada?

Quando não tratamos a obesidade, as consequências tendem a se tornar mais graves. As chances de contrair uma das doenças associadas com a obesidade crescem na mesma proporção que os números na balança.

Deixar de fazer algo a respeito também torna a obesidade cada vez mais difícil de ser revertida, afinal é muito mais fácil perder 5 quilos do que 50. O corpo também tem um limite para a elasticidade, com um resultado estético bastante desagradável na medida que a obesidade sai do controle.

Obesidade afeta minha fertilidade?

Sim. A obesidade causa o aumento do tecido adiposo no corpo (acúmulo de gordura) alterando a regulação hormonal de ambos os sexos. As mulheres têm alterações na ovulação causadas pelo aumento de hormônios masculinos enquanto eles podem ter diminuição na libido, problemas eréteis e redução na contagem de esperma.

O aumento da temperatura corporal nos homens também é responsável por alterações já que os testículos precisam de uma temperatura correta para funcionarem perfeitamente.

Doença coronariana

A obesidade está relacionada diretamente com as doenças do coração. A gordura acumulada nas veias e artérias pode provocar infarto do miocárdio, além de fazer com o que o músculo cardíaco seja sujeito a maior esforço do que deveria devido ao peso extra do corpo.

Pressão alta

Pessoas obesas também estão mais sujeitas à hipertensão arterial, uma condição perigosa que pode causar um acidente vascular cerebral (AVC) nos piores casos.

Diabetes tipo 2

Outra doença cujas chances de desenvolver são maiores em pessoas obesas. A obesidade interfere na forma como o organismo produz a insulina, hormônio responsável por uma série de funções metabólicas, causando a diabetes do tipo 2.

Cancro

Cancro: a obesidade também está associada ao aumento de vários tipos de cancro. Cavidade oral, esófago, estômago, fígado, vesícula biliar, pâncreas, coloretal, rim, mama, endométrio e ovário são alguns exemplos. Não só a obesidade pode causar esses problemas, como também o risco de desenvolvimento de cancro parece estar associado à duração desse excesso de peso ou obesidade.

Doença hepática gordurosa não alcoólica

Além do coração, o fígado é outro órgão cujas funções são seriamente sobrecarregadas em decorrência da obesidade. Responsável por metabolizar vários tipos de gordura, o fígado pode desenvolver problemas relacionados com a má alimentação, independentemente se a pessoa consome ou não álcool em excesso, outro conhecido causador de problemas neste órgão.

Encomendar medicamentos online

Compreendemos que o estilo de vida da actualidade dificulte a procura de ajuda médica para o tratamento da obesidade. Por este motivo e para facilitar o aconselhamento médico aos pacientes com excesso de peso, o nosso serviço dispõe de uma equipa médica com uma vasta experiência para o(a) ajudar. Para que possa receber o seu medicamento, terá de completar um questionário médico online com questões relativas ao seu estado de saúde em geral e sobre esta condição especificamente. Este modelo de consulta foi desenvolvido pela nossa equipa médica, pelo que a mesma será responsável pela avaliação dos seus dados clínicos.

O preenchimento da consulta pode não significar a prescrição do tratamento, uma vez que os nossos médicos terão de avaliar se o mesmo se adequa ao paciente ou se existe um tratamento que possa trazer melhores resultados. Após a avaliação da consulta será prescrita uma receita para que o medicamento possa ser entregue pela farmácia na Europa e no dia útil seguinte.

Źródła:

Atualizado em 25 de Janeiro de 2017.

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