Memantina

Comprar Memantina online - Envio e validação de receita médica

 

Um dos principais sintomas da doença de Alzheimer é as alterações na transmissão de sinais cerebrais, provocando a perda de memória. Na transmissão dos sinais nervoso relacionadas com a memória e a aprendizagem estão os receptores do tipo N-metil-D-aspartato, ou NMDA.

Medicamentos com Memantina atuam diretamente nesses receptores como antagonista, melhorando a transmissão dos sinais nervosos e recuperando parte da memória. O medicamento é indicado para tratamento dos níveis de moderado a grave da doença de Alzheimer.

O Brasil possui, atualmente um pouco mais de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade, e 6% delas são portadoras da doença de Alzheimer, de acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer. No mundo, cerca de 15 milhões de pessoas sofrem com a doença, que é incurável e acompanhada de graves transtornos para suas vítimas. Nos Estados Unidos, a doença de Alzheimer é a quarta causa de morte de idosos entre 75 e 80 anos, ficando atrás apenas de infarto, derrame e câncer.

O Memantina está sendo revisado pelo nosso médico parceiro e não podemos aceitar pedidos no momento. Para mais informações, entre em contato contato com a equipe de atendimento ou deixe seu email para ser notificado quando o Memantina estiver aprovado para venda.

Perguntas e respostas sobre como comprar Memantina online

Como consigo comprar o medicamento de prescrição Memantina na euroClinix?

A Memantina é um medicamento de prescrição e só pode ser comprado online com receita médica. Se você quiser comprar Memantina online a euroClinix, você tem que ter em mãos a receita prescrita pelo seu médico ou sua médica. O processo é bastante simples: basta preencher um rápido formulário com informações pessoais e informações do médico ou da médica que emitiu a prescrição e fazer o upload da prescrição no nosso checkout. 

É seguro comprar Memantina online na euroClinix?

A euroClinix está legalmente autorizada para a venda de medicamentos online pela entidade britânica (MHRA) e também pela Agência Europeia de Medicamentos (veja o final da página abaixo de "Somos Certificados por:"). Se você se deparar com alguma farmácia física ou online que não requisite a prescrição médica ou qualquer dado médico, que tem preços demasiado baixos, não tem atendimento português e não tem um registo de farmácia evidente, além de potencialmente pôr a sua vida em risco, você estará cooperarando com uma atividade criminosa com possíveis implicações legais. Escolha uma opção segura, escolha a euroClinix.

Posso comprar Memantina sem receita médica?

Segundo determinação da Anvisa, não é possível comprar Memantina sem receita médica. A Memantina é considerada um medicamento de prescrição médica, ou seja, se quiser comprar, o seu estado de saúde terá de ser previamente verificado por um médico fisicamente. Qualquer farmácia física ou na internet que venda Memantina sem receita não está agindo de acordo com a legislação.

Qual é o preço da Memantina na euroClinix?

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Quais os métodos de pagamento disponíveis?

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Os meus dados estão seguros ao comprar Memantina online?

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O que é Memantina?

A Memantina foi desenvolvida para combater os sintomas da doença de Alzheimer, sendo indicado para pessoas com demência moderada a grave, indicado depois de outros medicamentos de primeira linha.

O medicamento deve ser usado em conjunto com outras terapias necessárias para aliviar os sintomas já que se trata de uma doença incurável e progressiva.

Assim, o tratamento medicamentoso da doença de Alzheimer não pode ser considerado como curativo, mas sim como um meio de controlar a progressão da perda de memória e de sintomas de comportamento e psiquiatria decorrentes da doença.

A Memantina possibilita uma redução ou estabilização do declínio da memória ou a melhora dos sintomas comportamentais. O doente de Alzheimer deve ter, além do medicamento, medidas terapêuticas por parte de uma equipe multidisciplinar, como terapia ocupacional, fisioterapia e fonoaudiologia entre outros.

Existem diferentes marcas com o princípio ativo da memantina, como Alois, Zider e Heimer. No entanto, a marca mais procurada e prescrita no Brasil é o medicamento Alois.

Vale lembrar que indiferente da marca, o princípio ativo (memantina) é o mesmo, e, portanto, não há qualquer diferença em resultados ou efeitos em geral.

Composição do Memantina

As diferentes marcas que contêm memantina, como Alois, Zider e Himer, fornecem diversas embalagens, contendo 15, 30, 50, 60 e 120 comprimidos revestidos.

Cada comprimido revestido contém 10 mg de cloridrato de Memantina, o equivalente a 8,31 mg de Memantina base.

O comprimido carrega em sua fórmula os seguintes excipientes: lactose, celulose microcristalina, estereato de magnésio, fosfato de cálcio tribásico, croscarmelose sódica, dióxido de titânio, hipromelose e macrogol.

Conheça a estrutura molecular da Memantina:

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Como funciona a Memantina?

A evolução da doença de Alzheimer provoca como sintomas a demência neurodegenerativa, provocada pelas falhas na neurotransmissão grutamérgica, principalmente nos recepctores NMDA.

A Memantina é um medicamento desenvolvido para apresentar sua atuação como antagonista não competitivo dos receptores NMDA, de afinidade moderada e dependente de voltagem. O princípio ativo modula os efeitos dos níveis tônicos patologicamente mais elevados do glutamato, que poderão levar à disfunção neuronal.

No organismo, a Memantina tem uma biodisponibilidade absoluta de aproximadamente 100%, tendo sua ação máxima entre 3 a 8 horas, não sendo influenciado por alimentos em sua absorção.

Eficácia e segurança da Memantina de acordo com estudos clínicos

A eficácia e segurança do uso de medicamentos que contêm Memantina, como Alois, Zider e Himer, foram avaliados em estudos clínicos discutidos a seguir.

Os estudos de curto prazo feitos com ratos e utilizando a Memantina, como ocorre com outros antagonistas do NMDA, demonstraram que o medicamento pode induzir a vacuolização e necrose neuronal, provocando as lesões de Olney apenas quando tomada em doses que conduzem a concentração séricas máximas mais elevadas.

A ataxia e outros sinais pré-clínicos precederam a vacuolização e necrose. Uma vez que os efeitos nunca foram observados em longo prazo em roedores ou outras cobaias, a relevância dessas evidências é desconhecida.

Foram também constatadas nos estudos alterações oculares em roedores e cães. Macacos utilizados como cobaia não apresentaram alterações na visão.

Nos roedores foi observada a formação de fosfolipídios e macrófagos pulmonares em decorrência da acumulação de Memantina nos lisossomas. O efeito é reconhecido entre outras substâncias ativas com propriedades anfifílicas catiônicas.

A relação possível entre a acumulação e a vacuolização foi descrita como observável apenas em doses mais elevadas de Memantina, e apenas em roedores.

Os estudos padronizados com a Memantina, no entanto, não apresentaram genotoxicidade ou indícios de carcinogenicidade em longo prazo em cobaias roedores. A Memantina também não foi considerada teratogênica em ratos e coelhos, mesmo em doses maternas tóxicas, não provocando qualquer efeito adverso na fertilidade.

Em ratos, apenas se observou redução do crescimento do feto, com níveis de exposição idênticos ou ligeiramente superiores a níveis indicados para seres humanos.

Estudos clínicos em humanos

Um estudo piloto de utilização da Memantina em monoterapia para a doença de Alzheimer foram incluídos 252 pacientes ambulatoriais, apresentando sintomas de moderados a graves.

Os resultados demonstraram que a Memantina apresenta resultados benéficos após 6 meses de terapia, comparando com o placebo.

Outro estudo foi conduzido pelo laboratório utilizando 403 pacientes com doença de Alzheimer em tratamento de monoterapia, com sintomas de leve a moderado da demência.

Os pacientes tratados com Memantina apresentaram efeitos estatisticamente significativos de melhora dos sintomas do que pacientes que receberam placebo.

Em um terceiro estudo com humanos, também em monoterapia, foram utilizados 470 pacientes, com sintomas de leve a moderado da doença de Alzheimer. Na análise primária, definida prospectivamente, observaram-se sinais de melhora similares ao estudo anterior a partir da semana 24 de tratamento.

Também com pacientes apresentando sintomas de moderados a grave da doença de Alzheimer, foram realizados outros 6 estudos clínicos de fase III, no sistema placebo-controlado, com duração de 6 meses, incluindo estudos em monoterapia e estudos nos quais os pacientes receberam uma dose fixa de um inibidor de acetilcolinesterase.

Os resultados foram estatisticamente significativos no tratamento com a Memantina nos domínios funcional, cognitivo e global dos sintomas de Alzheimer. Nos casos em que os pacientes apresentaram piora simultânea nos três domínios, os resultados mostraram benefício mais significativo da Memantina na prevenção da piora dos sintomas, comparando com os pacientes do grupo placebo, que tiveram 2 vezes mais piora nos três domínios do que no grupo que utilizava Memantina.

Veja a diferença de um cérebro saudável com os diferentes níveis da doença de Alzheimer:

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Quais as doses disponíveis para a Memantina?

A Memantina é disponibilizada apenas em uma dose de 10 mg e a dose máxima tolerada pelo organismo é de 20 mg ao dia.

Para reduzir a possibilidade de efeitos colaterais indesejáveis, a dose de manutenção é atingida através de uma titulação de dose.

Recomenda-se uma dose inicial de 5 mg por dia, que deverá ser aumentada em 5 mg por semana nas 3 semanas subsequentes, seguindo o esquema determinado pelo médico que, normalmente, deve ser feito de acordo com as especificações abaixo:

  • O começo do tratamento deve ser com 5 mg diários, tomando meio comprimido, uma vez por dia durante a primeira semana;
  • Na segunda semana, o paciente deve tomar 10 mg por dia, ou seja, um comprimido, uma vez por dia;
  • Na terceira semana, a dose recomendada é de 15 mg por dia, com um comprimido e meio, uma vez ao dia;
  • A partir da quarta semana, o tratamento pode ser continuado com a dose de manutenção recomendada de 20 mg por dia, com dois comprimidos, uma vez ao dia.

Como usar a Memantina?

Os medicamentos que contêm Memantina, como Alois, Zider e Himer, devem ser tomados via oral, preferencialmente com água. Para que o paciente possa obter o maior benefício do medicamento, a ingestão do comprimido deve ser feita todos os dias, sempre à mesma hora, com ou sem alimentos.

O tratamento com Memantina deve ser iniciado e supervisionado por um médico com experiência no diagnóstico e tratamento da doença de Alzheimer. A terapia só deve ser iniciada se houver disponibilidade de um cuidador de idosos para monitorizar regularmente o uso do medicamento pelo paciente.

Diagnosticada a doença e depois de iniciado o tratamento com Memantina, o médico deverá avaliar a tolerância e a dosagem da Memantina regularmente. Em princípio, deve ser feita uma avaliação após os 3 primeiros meses de tratamento. Depois disso, pelo menos mensalmente, é necessário avaliar os benefícios clínicos e a tolerância do paciente.

O tratamento deve ser continuado enquanto os benefícios da terapia forem favoráveis e o paciente mantiver a tolerância ao princípio ativo Memantina. A descontinuação do tratamento deve ser considerada apenas quando o paciente não apresentar qualquer evidência de benefícios terapêuticos ou de não tolerância ao tratamento.

Quais são os efeitos colaterais da Memantina?

Nos estudos clínicos sobre demência com sintomas de leve a grave, envolvendo 1784 pacientes tratados com Memantina e 1595 pacientes tratados com placebo, os índices globais de incidência de efeitos colaterais não foram diferentes dos apresentados no tratamento com placebo.

Os efeitos colaterais, de forma geral, foram classificados como leve e moderado.

As reações adversas mais frequentes e que apresentaram maior incidência no grupo de Memantina do que no grupo placebo foram: tonturas (6,3 contra 5,6%), cefaleias (5,2% contra 3,9%), constipação (4,6% contra 2,6%), sonolência (3.4 contra 2,2%) e hipertensão (4,1 contra 2,8%).

A tabela que apresentamos relaciona todos os efeitos colaterais registrados durante os estudos clínicos e depois que o medicamento começou a ser comercializado. Os efeitos colaterais são apresentados em ordem decrescente de gravidade, dentro de cada classe de frequência.

A convenção estabelecida para a incidência de efeitos colaterais foi utilizada na seguinte ordem: muito comum, para 1 em cada dez pacientes; comum, para 1 paciente em cada 100; incomum, para um paciente entre 1000; raro, para um paciente em 10 mil e muito raro, para um paciente em cada grupo acima de 10 mil.

Conheça os efeitos colaterais da Memantina na tabela abaixo:

Efeitos Colaterais da Memantina
Infecções e infestações Incomum Infecções fúngicas
Distúrbios do sistema
imunológico
Comum Hipersensibilidade ao medicamento
Distúrbios Psiquiátricos Comum
Incomum
Desconhecido
Sonolência
Confusão/Alucinações
Reações psicóticas
Doenças do sistema nervoso Comum
Incomum
Muito raros
Tonturas/Distúrbios do equilíbrio
Alterações na marcha
Convulsões
Distúrbios cardíacos Incomum Falência cardíaca
Vasculopatias Comum
Incomum
Hipertensão
Trombose venosa/Tromboembolia
Distúrbios respiratórios,
torácicos e mediastinos
Comum Dispneia
Distúrbios hepatobiliares Comum 
Desconhecido
Testes de função hepática elevados
Hepatite
Distúrbios gastrointestinais Comum
Incomum
Desconhecido
Constipação
Vômitos
Pancreatite²
Distúrbios gerais e alterações
no local de administração
Comum
Incomum
Cefaleia
Fadiga

As alucinações foram basicamente observadas em pacientes com sintomas mais graves da doença de Alzheimer. Alguns casos isolados de pancreatite e de reações psicóticas foram notificados depois da comercialização do medicamento.

Lembrando que, por possuírem o mesmo princípio ativo da Memantina, os medicamentos Alois, Zider e Himer devem apresentar exatamente os mesmos efeitos colaterais.

Quais são as precauções, interações e contraindicações do Memantina?

O médico deve ser informado sobre quaisquer problemas de saúde no paciente com Alzheimer, principalmente se estiver enquadrado em alguma das situações a seguir:

  • Pacientes que apresentam epilepsia;
  • Pessoas que tiveram ataque cardíaco recente;
  • Pacientes que sofrem de comprometimento cardíaco congestivo;
  • Pacientes que apresentam pressão arterial alta não controlada.

Nas situações mencionadas, a relação de risco-benefício do tratamento com Alois deve ser avaliada pelo médico e, em caso de continuidade no tratamento, o paciente deve ser supervisionado periodicamente.

No caso de o paciente apresentar comprometimento nas funções renais, essas também devem ser monitoradas cuidadosamente pelo médico, principalmente fazendo-se o ajuste das dosagens do medicamento, se houver necessidade.

A prescrição de Alois deve ser evitada se o paciente estiver fazendo uso dos seguintes medicamentos:

  • Amantadina, utilizada no tratamento da doença de Parkinson;
  • Quetamina, substância geralmente utilizada como anestésico;
  • Dextrometorfano, medicamento utilizado para tratamento de tosse.

Além disso, o uso concomitante de Memantina com outros antagonistas de NMDA deve também ser evitado.

No caso um tanto improvável de pacientes que conduzem veículos ou utilizam máquinas, a permissão para sua operação vai depender do parecer do médico responsável, já que o Alois pode alterar a capacidade de reação do paciente.

A fórmula da Memantina contém lactose e, portanto, pacientes com problemas hereditários de intolerância a algum tipo de açúcar, não deve fazer uso do medicamento sem antes conversar com o médico sobre o fato.

Alguns medicamentos de prescrição, como acontece com o Alois, Zider e Heimer podem interagir com outros medicamentos, afetando sua ação no organismo, podendo, inclusive, provocar reações adversas mais graves.

Assim, o paciente deve informar ao seu médico ou ao farmacêutico sobre todo e qualquer tipo de medicamento que estiver fazendo uso ou que tenha usado recentemente, inclusive aqueles sem necessidade de receita médica.

Além dos medicamentos já citados anteriormente, o uso da Memantina com os seguintes medicamentos só poderá ser feito com orientação médica que, dependendo de cada medicamento, poderá ser feito o ajuste nas doses, em caso de necessidade:

  • Dantroleno, Baclofeno;
  • Cimetidina, Ranitidina, Procainamida, Quinidina, Quina e Nicotina;
  • Hicroclorotiazida ou qualquer outra combinação com essa substância;
  • Anticoligérnicos, medicamentos geralmente indicados para tratar perturbações do movimento ou cólicas intestinais;
  • Anticonvulsivantes, utilizados para evitar ou atenuar convulsões;
  • Barbitúricos, utilizados de forma geral para induzir o sono;
  • Agonistas dopaminérgicos, como L-dopa e bromocriptina;
  • Neurolépticos, utilizados para o tratamento de esquizofrenia e alguns como estabilizadores do humor;
  • Anticoagulantes orais.
Caso o paciente precise ser hospitalizado por qualquer motivo, é necessário informar ao médico se ele está fazendo uso de Memantina.

Fontes:

Dados do Medicamento
Dados do Medicamento
Nome: Memantina
Nomes Comerciais:  Alois, Zider, Heimer
Princípio ativo: Cloridrato de Memantina
Fabricantes: Apsen (Alois), Libbs (Zider), Arrow (Heimer)
Descrição: A Memantina é um medicamento indicado para o tratamento da doença de Alzheimer de moderada a grave.
Dispensa: Medicamento sujeito à receita médica 
Administração: Uso Oral
Apresentação: 15, 30, 50, 60 e 120 comprimidos revestidos
Dose: 10mg
Aplicação: Adultos maiores
Posologia: 20 mg por dia, com dose gradual de manutenção: 5 mg/dia na primeira semana; 10mg/ dia na segunda semana; 15 mg/dia na terceira semana e 20mg/dia na quarta semana
Classe: Antagonista dos receptores do tipo N-metil-D-aspartato (NMDA)
Com álcool: Não recomendado
Durante a amamentação: Não recomendado
Durante a gravidez: Não recomendado
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