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Cloranfenicol

Comprar Cloranfenicol online - Envio e validação de receita médica

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O Cloranfenicol é um antibiótico indicado para o tratamento de uma ampla gama de infecções provocadas por mecanismos sensíveis à sua ação, podendo ser usado para o tratamento de infecções oculares superficiais, infecções por Haemophilus influenzae resistente, meningite, quando a penicilina não se mostra eficaz ou não pode ser usada, e febre tifoide, no caso de Ciprofloxacina ou Amoxicilina e Clavulanato não sejam eficazes ou não possam ser usados.

Na euroClinix, você pode comprar o medicamento Cloranfenicol online. Basta preencher um questionário e enviar a receita médica emitida pelo seu profissional de saúde.

O Cloranfenicol está sendo revisado pelo nosso médico parceiro e não podemos aceitar pedidos no momento. Para mais informações, entre em contato com a nossa equipe de atendimento ou deixe seu email para receber notificações quando o Cloranfenicol estiver aprovado para venda.

Perguntas e respostas sobre como comprar Cloranfenicol online

Como consigo comprar o medicamento de prescrição Cloranfenicol na euroClinix?

O Cloranfenicol é um medicamento de prescrição e só pode ser comprado online com receita médica. Se você quiser comprar Cloranfenicol online a euroClinix, você tem que ter em mãos a receita prescrita pelo seu médico ou sua médica. O processo é bastante simples: basta preencher um rápido formulário com informações pessoais e informações do médico ou da médica que emitiu a prescrição e fazer o upload da prescrição no nosso checkout.

É seguro comprar Cloranfenicol online na euroClinix?

A euroClinix está legalmente autorizada para a venda de medicamentos online pela entidade britânica (MHRA) e também pela Agência Europeia de Medicamentos (veja o final da página abaixo de "Somos Certificados por:"). Se você se deparar com alguma farmácia física ou online que não requisite a prescrição médica ou qualquer dado médico, que tem preços demasiado baixos, não tem atendimento português e não tem um registo de farmácia evidente, além de potencialmente pôr a sua vida em risco, você estará cooperarando com uma atividade criminosa com possíveis implicações legais. Escolha uma opção segura, escolha a euroClinix.

Posso comprar Cloranfenicol sem receita médica?

Segundo determinação da Anvisa, não é possível comprar Cloranfenicol sem receita médica. O Cloranfenicol é considerado um medicamento de prescrição médica, ou seja, se quiser comprar, o seu estado de saúde terá de ser previamente verificado por um médico fisicamente. Qualquer farmácia física ou na internet que venda Cloranfenicol sem receita não está agindo de acordo com a legislação.

Qual é o preço do Cloranfenicol na euroClinix?

A euroClinix preza pelo seu serviço de excelência. O preço do medicamento Cloranfenicol inclui todo esse serviço, nomeadamente, o medicamento Cloranfenicol original e a entrega grátis em embalagem discreta. Além disso, temos uma equipe de atendimento ao paciente e equipe médica sempre ao dispor para qualquer tipo de esclarecimento.Você pode consultar os preços no início da página.

Ao usar o nosso serviço, você economizará tempo e não precisará visitar uma farmácia local.

Quais os métodos de pagamento disponíveis?

Comprando medicamentos online através da euroClinix, você pode fazer o pagamento da forma que escolher, seja através de cartões de débito ou de crédito (nacional ou internacional) ou por boleto bancário.Aceitamos pagamentos em parcelas de até 6x e também à vista.

Os meus dados estão seguros ao comprar Cloranfenicolonline?

A Privacidade dos nossos pacientes está sempre garantida. Quando você compra Cloranfenicol na euroClinix, todos os seus dados estarão totalmente protegidos. Dados pessoais, informações gerais, dados do cartão de crédito e informações médicas, são protegidos pelo sistema de encriptação SSL. Nenhum dos seus dados é compartilhado com terceiros sem o seu consentimento prévio. Também garantimos uma privacidade no processo de envio com a embalagem discreta e também no caso de pagar por cartão, apenas aparecerá no seu extrato a sigla da nossa empresa "HHC" ou do intermediário "goInterpay".

O que é o Cloranfenicol?

O Cloranfenicol é um antibiótico de amplo espectro, sendo eficaz contra bactérias gram-negativas, gram-positivas e riquétsias. Trata-se de um inibidor da síntese proteica bacteriana, por inibição da unidade ribossômica 50S (sem a qual a bactéria não consegue sintetizar proteínas vitais para sua multiplicação, proliferação e sobrevivência).

Conheça a estrutura química do Cloranfenicol:

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Com sua ação de amplo espectro o Cloranfenicol é o antibiótico escolhido para inúmeras infecções graves provocadas por

  • Salmonella sp.
  • influenzae (especialmente em infecções das meninges)
  • riquétsia
  • linfogranuloma do grupo Psittacosis
  • diversas bactérias gram-negativas causadoras de Bacteremia, meningites e outras infecções,
  • infecções por anaeróbicos
  • Brucelose
  • febre tifoide
  • outros tipos de infecções por salmonelas
  • O Cloranfenicol é um medicamento genérico, podendo ser encontrado também com os nomes comerciais de Arifenicol, Visalmin, Neo Fenicol, Farmicetina, Quemicetina, Feniclor, Feniclor, Vixmicina.

Composição do Cloranfenicol

A composição do medicamento contendo Cloranfenicol vai depender da sua forma de apresentação.

Assim, por exemplo, na suspensão oral (xarope), cada colher de chá, com 5 ml, contém 125 mg de Cloranfenicol na forma de palmitato, contendo os excipientes: água, glicerina, ácido etílico, carboximetilcelulose, polissorbato 80, glicomato de amido, essência, dióxido de titânio, sacarina sódica, ciclamato de sódio e metilparabeno.

Em formato de drágeas, o medicamento contém 250 mg de Cloranfenicol e os excipientes: celulose, álcool etílico, talco farmacêutico, polivinilpirrolidona, dióxido de titânio, corante, acetona, sacarose, acetato ftalato de celulose e goma arábica.

Na forma de solução injetável, cada frasco ampola contém 1 g de Cloranfenicol na forma de himissuccinato sódico e água para injeção.

Quais as doses disponíveis para o Cloranfenicol?

O Cloranfenicol pode ser encontrado nas formas de comprimidos, cápsulas e drágeas de 500 mg e 250 mg, de solução oftálmica com 4 mg/ml e 5 mg/ml, de pó injetável com 1000 mg e de xarope com 125 mg.

Como funciona o Cloranfenicol?

O Cloranfenicol inibe a síntese de proteínas em razão do bloqueio específico dos ribossomas bacterianos na subunidade 50S, inibindo a transpeptidação. O medicamento não afeta significativamente os ribossomas das células humanas que são substancialmente diferentes.

O Cloranfenicol é reconhecido como um bacteriostático, que paralisa a reprodução das bactérias. Contudo, o medicamento ainda é uma exceção para dois gêneros de bactérias: Haemophilus sp. e Neisseria meningitides, nas quais o medicamento oferece ação bactericida, ou seja, elimina as bactérias de forma mortal.

O medicamento deve ser usado exatamente como recomendado pelo médico, uma vez que as bactérias podem criar resistência à ação antibiótica do Cloranfenicol.

A resistência ao Cloranfenicol é produzida pela existência na bactéria de uma enzima acetiltransferase do Cloranfenicol, produzida do gene Cat. Este gene é espalhado de estirpes resistentes para não resistentes através de plasmídeos trocados nas trocas entre as enzimas bacterianas.

A acetiltransferase do Cloranfenicol usa a acetil-CoA (acetil coenzima A, uma molécula com grupos acetil, importante para a geração de energia) para transferir dois grupos acetil para os grupos hidróxido do Cloranfenicol, impedindo-o de se ligar ao ribossoma e, dessa forma, neutralizado a ação do antibiótico.

Entenda o mecanismo de ação dos antibióticos:

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Eficácia e segurança do Cloranfenicol de acordo com estudos clínicos

As enzimas proteolíticas são substâncias que catalisam a hidrólise proteica. São agentes extensamente utilizados no tratamento de lesões ulceradas ou queimaduras de pele.

A associação com antibiótico, muito investigada pela medicina, ocupa lugar bem definido e cativo nessa modalidade de tratamento, com bons resultados de eficácia e segurança estabelecida.

As úlceras venosas, por exemplo, apresentam potencial alto de infecção, como qualquer ferida aberta, embora também estejam sob condições estruturais locais ruins e contendo a presença de debris celulares. A proliferação bacteriana interfere no processo de cicatrização, mantendo a lesão por mais tempo.

Os estudos clínicos demonstraram que a associação de Cloranfenicol com Fibrinolisina e Desoxirribunuclease teve a eficácia e segurança avaliada com 114 pacientes portadores de úlceras venosas. Os resultados foram bastante positivos, tendo ocorrido aumento da granulação da lesão em 93,83% dos pacientes tratados.

O desaparecimento do processo inflamatório ocorreu em 91,96% dos pacientes em 4 semanas. Nesse mesmo intervalo de tempo, houve limpeza da lesão em 91,07% deles. Em 75,8% dos casos, as úlceras de 2 a 4 cm cicatrizaram em apenas 3 semanas. No mesmo período, as úlceras maiores de 4 cm, cicatrizaram em 30,8% dos pacientes.

A dor, que se manifestou em 28 pacientes, desapareceu quase que completamente no 28° dia. A tolerabilidade foi constatada pelos pacientes como muito boa, uma vez que poucos efeitos colaterais se apresentaram, como ardor e prurido, que surgiram em leve intensidade, não requerendo tratamento específico ou alteração no tratamento.

Com o objetivo de analisar a hipótese de maior efetividade da colagenase no desbridamento de úlceras de pressão necróticas, foi realizado estudo prospectivo, randomizado, duplo-cego, envolvendo 135 pacientes idosos, tratados até o desbridamento total da ferida ou por um tempo máximo de 4 semanas, em regime de duas aplicações diárias do Cloranfenicol. Não houve constatação de diferenças estatisticamente significantes nos resultados do estudo, que era a alteração da área necrótica da lesão, não havendo também relato de eventos adversos sérios relacionados à medicação do estudo.

Em queimaduras, pacientes que apresentaram alterações sistêmicas determinadas pela agressão física primária ao tegumento, o medicamento demonstrou que quanto mais efetiva e precoce a ação, mais rápida foi a melhora e melhor o resultado estético.

O desbridamento com Desoxirribonuclease, Fibrinolisina e Cloranfenicol foi avaliado quanto à eficácia no tratamento de escaras de queimaduras profundas, tendo sido analisados 37 casos de pacientes apresentando queimaduras de segundo e terceiro graus, de até 20% da superfície do corpo queimada.

O tratamento foi realizado seguindo os passos: limpeza com água destilada, desbridamento cirúrgico das escaras soltas, aplicação de camada de 1 a 2 mm com espátula, cobertura da área com gaze umedecida em soro fisiológico, oclusão com ataduras elásticas de crepe e procedimento de troca de curativo a cada 8, 12 ou 24 horas.

Os parâmetros evolutivos analisados foram os seguintes: características do exsudato, desenvolvimento de tecido de granulação, reepitelização, cicatrização e sintomatologia.

Os parâmetros foram qualificados como bom, regular e insuficiente, de acordo com o tempo de formação do tecido de granulação. Os pacientes foram distribuídos em 5 grupos, segundo a aplicação do produto.

Aparentemente não houve interferência de sexo e idade dos participantes no resultado, a não ser a dificuldade no manejo das lesões em crianças menores. Os exames laboratoriais não apresentaram diferença durante o período.

A dor foi referida durante a aplicação do Cloranfenicol em 18 pacientes, sendo que em 4 deles, de forma leve; em 11, de forma moderada; e em 3, de forma intensa.

Ao longo das trocas de curativos, a dor, quando presente, foi sendo reduzida até a referência de que a aplicação do medicamento foi considerada indolor. Houve considerável redução da área com processo inflamatório.

A eliminação da escara, através do produto, ocorreu sem sangramento, tendo sido completada entre o quarto e o décimo sétimo dia. O resultado foi considerado bom e regular em 81,09% dos casos. A enxertia de pele foi possível, possibilitando a restauração do tegumento.

Os pesquisadores concluíram que a associação se Desoxirribonuclease, Fibrinolisina e Cloranfenicol se mostrou eficaz, pela possibilidade de eliminação precoce das escaras sem promover sangramentos, inflamação ou efeitos colaterais.

Como usar o Cloranfenicol?

O uso do Cloranfenicol deve seguir as orientações médicas, não podendo passar, em adultos, de 50 mg do medicamento por quilo de peso por dia. A dose máxima para adultos é de 4 g por dia. Em infecções mais graves, como no caso de meningites, a dose pode chegar a 100 mg por quilo por dia.

Em crianças, a dose deve ser de 25 a 50 mg por quilo por dia. A concentração sérica, tanto para via oral como para a parenteral deve ser mantida em 10 a 25 microgramas por mil.

O Cloranfenicol, em crianças, não deve ser indicado para infecções leves. A ação da via intramuscular é tão rápida quanto por via intravenosa. Não se aconselha, no entanto, o uso desta via em crianças, devendo-se nesses casos, usar a via intravenosa ou oral.

Em recém-nascidos, o uso de Cloranfenicol é contraindicado, já que pode ocorrer superdosagem, que é responsável pelo óbito em 40% dos casos.

De uma forma geral, o uso do Cloranfenicol é recomendado da seguinte forma:

Uso oral ou injetável

O tratamento costuma ser dividido em 4 doses ou administrações, a cada 6 horas. Para adultos, a dose deve ser de 50 mg por quilo de peso por dia, com dose máxima recomendada de 4 g por dia. No entanto, o paciente deve seguir a orientação médica, já que em alguns casos de infecções mais graves, a dose máxima pode chegar a 100 mg por quilo por dia.

Para crianças, a dose do medicamento deve ser analisada segundo o peso, evitando-se o tratamento em bebês prematuros ou recém-nascidos com menos de 2 semanas de vida.

Recomenda-se que o Cloranfenicol seja tomado com o estômago vazio, uma hora antes ou duas horas depois das refeições.

Uso ocular

Para o tratamento de infecções oculares, recomenda-se a aplicação de 1 ou 2 gotas da solução oftalmológica no olho afetado a cada 1 ou 2 horas, ou conforme a recomendação médica.

Durante o tratamento, o paciente não deve encostar a ponta do frasco nos olhos, nos dedos ou em outras superfícies a fim de evitar a contaminação do medicamento.

Uso em cremes ou pomadas

O Cloranfenicol pode estar em associação com pomadas para cicatrizantes ou para tratamento de úlceras infectadas por microrganismos sensíveis ao antibiótico, como Colagenase ou Fibrinase, por exemplo, devendo ser utilizado em cada troca de curativo ou uma vez por dia.

Quais são os efeitos colaterais do Cloranfenicol?

O Cloranfenicol pode provocar efeitos colaterais, embora nem todos os pacientes sejam suscetíveis. Entre os efeitos colaterais mais comuns estão a intolerância digestiva, a hipersensibilidade, discrasias sanguíneas (palidez cutânea, dor de garanta, febre, hemorragias ou hematomas não habituais, cansaço e debilidade), síndrome cinzenta em crianças, neurite ótica (dor ocular, visão turva, perda de visão), neurite periférica (entumescimento, formigamento, dor e queimação, debilidade das mãos ou dos pés), anemia aplástica (com dependência da dose) e aplasia de medula idiossincrática.

Além desses efeitos, foram relatados supressão da medula óssea, com redução da produção de células pela medula, anemia aplástica com possível desfecho fatal, trombocitopenia (redução de plaquetas no sangue) e granulocitopenia (redução do número de granulócito no sangue). Esses efeitos colaterais foram constatados após o uso de Cloranfenicol tópico, embora a pomada tenha sido normalmente bem tolerada em estudos clínicos.

Veja os efeitos colaterais do Cloranfenicol:

Efeitos colaterais do Cloranfenicol

Efeitos colaterais comuns, ocorrendo entre 1 e 10% dos pacientes:

  • Desordens do sistema nervoso
  • Ardência
  • Dor
  • Desordens gerais e relacionadas ao local de aplicação
  • Na administração oral, podem ocorrer, náuseas, alteração no paladar, vômitos, irritação anal e diarreia.

Efeitos colaterais incomuns, ocorrendo entre 0,1 e 1% dos pacientes:

  • Desordens da pele ou tecido subcutâneo
  • Prurido (coceira) e eritema (vermelhidão na pele)

Não houve reações adversas graves atribuídas a associação de Colagenase com Cloranfenicol durante os estudos clínicos. No entanto, em casos de reações adversas graves, a descontinuação do tratamento deve ser considerada pelo médico.

Quais são as precauções, interações e contraindicações do Cloranfenicol?

O Cloranfenicol é contraindicado para pacientes com histórico prévio de hipersensibilidade e reações tóxicas ao princípio ativo e aos componentes de sua formulação, devendo ser evitado também em tratamentos de infecções triviais.

Depois da administração do medicamento podem ocorrer graves riscos, que podem ser fatais, de discrasias sanguíneas, como anemia aplástica, anemia hipoplástica, trombocitopenia e granulocitopenia. Por isso, é necessário evitar tratamentos mais prolongados com Cloranfenicol.

Para encontrar o melhor tratamento com Cloranfenicol, o médico deve realizar um estudo hematológico, a fim de detectar alterações como leucopenia, reticulocitopenia e granulocitopenia. O estudo pode prevenir também a depressão medular, assim como o desenvolvimento de anemia aplástica.

Interações Medicamentosas:

O Cloranfenicol inibe de forma irreversível as enzimas citocromo P450 microssomais hepáticas e, em razão disso, pode prolongar a meia-vida de medicamentos que são metabolizados por esse sistema.

Entre os medicamentos que podem provocar interação medicamentosa com o Cloranfenicol estão o Dicumarol, a Fenitonína, a Clorpropamida e a Tolbutamida. Em alguns casos, houve ocorrência de toxicidade grave devido à falha no reconhecimento desses efeitos.

Da mesma forma, outros medicamentos podem alterar a eliminação do Cloranfenicol. A administração crônica de Fenobarbital ou a administração aguda de Rifampicina, reduz a meia-vida do antibiótico, presumivelmente por indução enzimática, podendo resultar em níveis subterapêuticos do medicamento.

Fontes:

Dados do Medicamento
Dados do Medicamento
Nome: Cloranfenicol
Nomes Comerciais: Arifenicol, Visalmin, Neo Fenicol, Farmicetina, Quemicetina, Feniclor, Feniclor, Vixmicina
Princípio ativo: Cloranfenicol
Fabricantes: vários
Descrição: O Cloranfenicol exerce efeito bacteriostático em bactérias Gram-negativas e Gram-positivas, riquétsias, linfogranuloma e vibrião colérico, sendo particularmente efetivo para Salmonella typhi e Haemophilus influenzae.
Dispensa: Medicamento sujeito à receita médica
Administração: Uso Oral, Tópico, Oftálmico e Injetável
Apresentação: comprimidos, cápsulas, drágeas, solução oftálmica, pó injetável e solução oral
Dose: 125 mg, 250 mg, 500 mg, 4 mg/ml, 5 mg/ml, 1000 mg
Aplicação: Adulto e pediátrico
Posologia: De acordo com orientação médica
Classe: Antibiótico
Com álcool: Não recomendado
Durante a amamentação: Não recomendado
Durante a gravidez: Não recomendado
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