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Terapia de Reposição Hormonal (TRH)

Tratamento Hormonal na Menopausa

A terapia de reposição hormonal é um meio de promover o tratamento de mulheres para redução dos sintomas na menopausa. Quando a mulher chega à idade da menopausa, o seu organismo passa a produzir menor quantidade de estrogênio, impedindo que os óvulos sejam produzidos. Ao mesmo tempo, o ciclo menstrual se torna irregular ou não acontece mais permanentemente.

Os baixos níveis de estrogênio no organismo da mulher provocam diversos sintomas, como alterações do humor, suores noturnos, ondas de calor e secura vaginal. Nessa fase, ter um tratamento ou terapia de reposição hormonal irá ajudar a reduzir esses desagradáveis sintomas, possibilitando que os hormônios femininos sejam repostos, fazendo com que tudo funcione de maneira normal.

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O que é a reposição hormonal?

No período da menopausa, as mulheres passam a produzir menor quantidade de estrogênio, reduzindo sua concentração no sangue de forma significativa. A redução dos níveis de estrogênio leva a mulher ao desenvolvimento de alguns sintomas bastante desconfortáveis, passando por alterações de humor, sentindo ondas de calor e apresentando secura vaginal, entre outros.

A terapia de reposição hormonal deve ter início quando começa a menopausa, e o tratamento deve ser prescrito pelo médico. Nem todas as mulheres precisam desse tipo de reposição, o que exige um diagnóstico preciso.

De forma geral, a idade média para a mulher apresentar menopausa é 52 anos, muito embora algumas pessoas possam ter essa fase aos 30 ou 40 anos.

Os medicamentos de reposição hormonal suplementam o organismo com estrogênio, substituindo a falta de produção e ajudando a minimizar os sintomas da menopausa.

Confira abaixo o gráfico sobre os níveis de estrogênio durante a menopausa em relação com a idade e os possíveis sintomas:

niveis-estrogenio-idade-sintomas-menopausa

Sintomas da Menopausa

A diminuição dos hormônios femininos no corpo da mulher durante a menopausa pode causar sintomas como os descritos abaixo:

Sintomas da Menopausa
Mudanças de comportamento Sintomas físicos Alterações no metabolismo
Irritabilidade Ondas de calor Atrofia urogenital
Ansiedade Sudorese Atrofia cutânea
Depressão Palpitação Osteoporose
Nervosismo Cefaleia Aterosclerose
Insônia Tonturas Artralgia
Redução da libido Opressão Mialgia
Amnésia Zumbido Neuralgia
Fadiga mental Hipertensão Obesidade
Melancolia    

Perda ou prejuízo do sono

A falta de hormônios sexuais pode causar a redução da melatonina, ou seja, um fato conhecido como melatopausa, que é mais comum após os 40 anos de idade. A falta de sono ou sua redução pode gerar outros problemas orgânicos, como cansaço, flatulência e prisão de ventre.

Perda da memória

O principal hormônio responsável pela memória é o pregnenolona. A deficiência de hormônios femininos na menopausa também provoca sua redução no cérebro, o que vai fazer com que a memória seja deteriorada aos poucos.

Falta de energia física

O cortisol e a DHEA são os hormônios responsáveis pela manutenção da energia orgânica. O estresse é um dos principais fatores que provocam a redução dessas substâncias, desequilibrando as funções orgânicas. A terapia de reposição hormonal reduz o estresse e, consequentemente, fornece mais energia física.

Aumento no peso corporal

Os hormônios da tireoide são responsáveis, entre outros fatos, pela manutenção do peso físico. Embora os hormônios sexuais em excesso possam causar aumento no peso, a sua reposição controlada não permite que isso ocorra na terapia de reposição hormonal.

Alterações no humor

Um dos principais sintomas da menopausa são as alterações no humor. Com a reposição hormonal, a mulher mantém os níveis adequados de estrogênio no organismo, evitando essas constantes alterações.

A terapia de reposição hormonal, portanto, é indicada não apenas para manter os níveis adequados dos hormônios sexuais femininos, principalmente o estrogênio e a progesterona, evitando todos os sintomas e permitindo que a mulher tenha uma vida mais saudável.

Veja o infográfico com os principais sintomas da menopausa:

sintomas-menopausa-mudancas-corporais

Que tipos de terapia de reposição hormonal existem?

Com o uso de medicamentos a mulher possui três opções principais de reposição hormonal: apenas com estrogênio, reposição hormonal contínua combinada e reposição hormonal cíclica.

A reposição hormonal somente com estrogênio é recomendada para mulheres que não fizeram histerectomia. Nesse caso, seu organismo não tem necessidade de adicionar progesterona, uma vez que não existe qualquer risco de câncer de útero. Esse tratamento deve ser feito de forma contínua.

A terapia de reposição hormonal contínua combinada é feita com estrogênio e progesterona, sendo recomendada para mulheres que não tenham passado por histerectomia, mas que se encontram na fase pós-menopausa, não apresentando ciclos menstruais durante 12 meses. Como os suplementos apenas com estrogênio podem provocar câncer no útero, o organismo vai precisar de progesterona para proteger o revestimento desse órgão. Esse tipo de terapia deve ser feito de forma continuada, sem pausa entre as embalagens.

A reposição hormonal cíclica é indicada para mulheres que não fizeram histerectomia e que ainda apresentam ciclos menstruais, embora já tendo os sintomas da menopausa. A reposição cíclica pode ser feita de duas maneiras: para mulheres com ciclos menstruais regulares, o estrogênio deve ser tomado todos os dias, adicionando-se progesterona no final do ciclo, durante 14 dias; e para mulheres que possuem ciclos menstruais irregulares, o estrogênio deve ser tomado diariamente, enquanto que a progesterona é tomada a cada 3 meses durante 14 dias.

Como funciona a terapia de reposição hormonal feminina?

A terapia de reposição hormonal funciona através da ingestão de medicamentos ou produtos naturais que contenham os hormônios necessários para que a mulher não apresente os sintomas desagradáveis impostos pela menopausa. Contudo, como qualquer outro tipo de tratamento e principalmente no caso de uso de medicamentos, a mulher deve ter atenção com relação a efeitos colaterais.

Mesmo sendo uma forma de recompor o organismo e fazer com que os níveis de hormônios femininos estejam adequados, a reposição hormonal deve ser feita sempre com a orientação de um ginecologista.

O tratamento mais comum de reposição hormonal consiste na administração de estrogênio, que pode ser feita por via oral ou transdérmica, utilizando gel ou adesivo, podendo ainda ser combinado ou não com progesterona.

A mulher deve estar consciente de que o tratamento deve ser acompanhado, uma vez que estudos desenvolvidos por laboratórios e pesquisadores demonstraram alguns riscos na reposição hormonal, como aumento de eventos tromboembólicos, trazendo maior risco de infarto e de derrame, além de câncer de mama.

O risco do desenvolvimento de condições médicas com a reposição hormonal pode ser mais comum em mulheres fora da faixa etária normalmente indicada para reposição hormonal, como as que já passaram pela menopausa há mais de 10 anos, ou com mulheres que tomaram doses mais elevadas do estrogênio.

Quais os benefícios da reposição hormonal?

Um dos principais benefícios da terapia de reposição hormonal é ajudar a oferecer alívio aos sintomas desagradáveis associados à menopausa, principalmente a secura ou comichão vaginal, as alterações de humor, às ondas de calor e suores noturnos.

Os níveis reduzidos de estrogênio durante a fase da menopausa também podem levar a mulher a ter enfraquecimento na estrutura óssea, deixando os ossos mais frágeis e, assim, aumentando o risco de fraturas.

O tratamento de reposição hormonal também pode ser aplicado como prevenção da osteoporose, principalmente quando a mulher passou por outros tratamentos que não tiveram o resultado esperado.

Benefícios da reposição hormonal feminina para o cérebro

A terapia de reposição hormonal para mulheres durante as fases pré-menopausa e pós-menopausa vêm sendo associada a uma melhora na concentração, na memória, no humor e no sono, bem como a um retardamento do declínio cognitivo.

Os hormônios sexuais, de acordo com pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais, afetam diretamente as funções cerebrais e a terapia de reposição hormonal mantém essas condições de forma adequada.

A pesquisa realizada pela UFMG utilizou cobaias, das quais foram retirados os úteros. Os dados do estudo foram apresentados no IBRO 2015 (Congresso Mundial do Cérebro), realizado no Rio de Janeiro em julho desse ano.

As cobaias foram avaliadas através de testes comportamentais e, com apenas 12 semanas após a retirada dos úteros, os pesquisadores notaram declínio na memória, assim como indícios de depressão e ansiedade. O tratamento com Estradiol, uma das formas mais ativas de estrogênio, permitiu reverter os sintomas, mesmo tendo começado o tratamento de reposição hormonal depois das 12 semanas.

Comprovou-se, com o estudo, que os resultados contrariam a tese de que haveria uma janela de oportunidade para que a terapia de reposição hormonal pudesse evitar o declínio cognitivo provocado pela falta de hormônios.

Os benefícios da terapia de reposição hormonal podem ser obtidos mesmo com a reposição tardia, o que também ocorre com mulheres que começam o tratamento apenas quando se sentem incomodadas com os sintomas.

Benefícios da reposição hormonal feminina para o corpo

As organizações voltadas para estudos sobre o uso da terapia de reposição hormonal em mulheres que apresentam sintomas decorrentes da falta de estrogênio no organismo, com diagnóstico recente de menopausa e que não apresentam qualquer contraindicação, como, por exemplo, histórico familiar para câncer de mama ou doenças cardiovasculares, são unânimes em afirmar que é um tratamento que apresenta bons resultados.

Também é conhecido o fato de que o risco absoluto de efeitos colaterais é muito menor em mulheres mais jovens, do que naquelas tratadas em idade mais avançada.

Os estudos desenvolvidos com a terapia de reposição hormonal constataram que mulheres tratadas precocemente, até 6 anos após a menopausa, usando o Estradiol, apresentam uma redução na progressão da arteriosclerose, ou seja, no enrijecimento dos vasos sanguíneos, quando comparadas com mulheres que começaram o tratamento até 10 anos após a menopausa ou ainda com aqueles que não passaram pela terapia.

Os estudos também demonstraram que a terapia de reposição hormonal oferece benefícios ao metabolismo ósseo e que a redução dos níveis de estrogênio está relacionada com a maior incidência de osteoporose nas mulheres na fase pós-menopausa.

Quais as desvantagens da reposição hormonal?

A terapia de reposição hormonal, no entanto, pode apresentar uma série de efeitos colaterais e de danos no organismo, principalmente pelo uso prolongado de estrogênio. Assim, a mulher corre maior risco de câncer no útero, pode apresentar aumento no peso, retenção de sal e de fluidos, depressão e dores de cabeça, prejuízos no controle dos níveis de açúcar no sangue, perda de zinco e retenção de cobre, além de redução nos níveis de oxigênio nas células.

Embora não surgindo em todas as mulheres que passam pela terapia, o uso prolongado de estrogênio pode causar espessamento da bílis e desenvolvimento de doenças da vesícula biliar, aumentar as chances de desenvolvimento de fibrocistos no seio e de fibrose uterina, interferir na atividade da tireoide e reduzir a libido.

Contudo, os pesquisadores recomendam o uso controlado de estrogênio e progesterona natural, considerando que os estudos fazem referência aos medicamentos sintéticos.

Para quem é indicada a Reposição Hormonal Feminina?

A terapia de reposição hormonal é indicada principalmente para as mulheres que apresentam os sintomas que indicam a necessidade de manter os níveis adequados de hormônios femininos.

A reposição hormonal deve ser indicada para os seguintes objetivos:

  • Melhora dos sintomas da menopausa;
  • Preservação da densidade mineral óssea e da pele
  • Preservação do trofismo vaginal;
  • Melhora do bem-estar da paciente.

Contraindicações da Reposição Hormonal

A reposição hormonal está contraindicada para mulheres grávidas e com suspeita de gravidez e para as que apresentam condições clínicas como as descritas abaixo:

  • Trombose ou problemas de coagulação Tromboembolismo prévio e trombofilia (tendência ao tromboembolismo);
  • Câncer de mama e de endométrio (tumores dependentes de estrogênio);
  • Doenças hepáticas (principalmente, quando a reposição é via oral)
  • Sangramento vaginal;
  • Infarto ou derrame cerebral.

Quando devo começar a Terapia de Reposição Hormonal e por quanto tempo?

A melhor idade para começar a terapia de reposição hormonal varia para cada mulher e depende do surgimento dos sintomas da menopausa e da avaliação do médico. Dessa maneira, depois de feitos exames detalhados e considerando-se todos os aspectos envolvidos, o tratamento de reposição hormonal e quando iniciá-lo poderá ser indicado pelo médico.

Em geral, a terapia de reposição hormonal deve ser feita quando a mulher inicia a menopausa. Nem todas as mulheres necessitam de reposição hormonal.. A idade média para a mulher atingir a menopausa é de 52 anos. Porém, algumas mulheres podem experienciar a menopausa com 40 ou até 30 anos.

O tempo total de tratamento vai depender de suas condições orgânicas e, além disso, do tipo de tratamento que está sendo aplicado.

No caso de terapia de reposição hormonal sintética, o tempo de tratamento deve ser feito por prazo determinado, avaliado e acompanhado pelo médico que o prescreveu.

O tempo total vai depender de diversos fatores relacionados à saúde feminina, de maneira que possa oferecer todos os benefícios desse tipo de tratamento, sem apresentar os efeitos colaterais normalmente constatados.

Quais são os medicamentos de reposição hormonal para tratar a menopausa?

Entre os medicamentos produzidos para a terapia de reposição hormonal, apresentamos os seguintes, lembrando que é um tipo de tratamento que deve ser prescrito por um médico responsável para que os efeitos desejados sejam alcançados:

Medicamentos de Reposição Hormonal
Premarin

Premarin

Alivia os sintomas desconfortáveis da menopausa
Previne a osteoporose
Consulta online e entrega incluídos no preço
Ver Preços

O Premarin é um medicamento para terapia de reposição hormonal que ajuda a reduzir os sintomas da menopausa, principalmente as ondas de calor e a secura vaginal. O medicamento contém estrogênios conjugados para prevenir também a osteoporose e agir como um tratamento de reposição em mulheres que apresentam baixos níveis de estrogênio no organismo.

Premarin

Elleste

Alivia os sintomas da menopausa
Previne a osteoporose
Disponível em várias doses
Ver Preços

O Elleste foi desenvolvido como medicamento para terapia de reposição hormonal, servindo para tratar e aliviar os sintomas da menopausa, reduzindo ou eliminando os sintomas da osteoporose. O medicamento substituí os hormônios sexuais perdidos durante a menopausa e oferece uma vida mais saudável nessa fase da vida.

Premarin

Systen (Estradiol)

Alivia os sintomas da menopausa
Aplicação cômoda com adesivos
Disponível em doses diferentes
Ver Preços

O Systen é um medicamento para terapia de reposição hormonal contínua, contendo apenas estrogênio, sendo indicado para mulheres que não tenham passado por uma histerectomia. O hormônio Estradiol é fornecido ao organismo para corrigir os níveis de estrogênio perdidos durante a menopausa, aliviando os desconfortáveis sintomas.

Premarin

Kliovance

Alivia os sintomas desconfortáveis da menopausa
Formulação em comprimidos
Previne a osteoporose
Ver Preços

O Kliovance é um medicamento combinado de uso contínuo para reduzir os sintomas da deficiência de estrogênio em mulheres na fase pós-menopausa. O medicamento apresenta estrogênio e progesterona e é indicado para mulheres que fizeram histerectomia, mantendo os níveis adequados desses hormônios e prevenindo a osteoporose.

Premarin

Livial

Alivia os sintomas desconfortáveis da menopausa
Não provoca hemorragia periódica
Consulta online e entrega incluídos no preço
Ver Preços

O Livial é um medicamento que contém apenas estrogênio, servindo para aliviar os sintomas da falta desse hormônio no organismo, ajudando também a prevenir a osteoporose na fase pós-menopausa.

Diferentemente de outros medicamentos, o princípio ativo do Livial é a Tibolona, um esteroide sintético indicado para reposição hormonal, que mimetiza de forma eficaz os hormônios femininos no organismo.

Premarin

Elleste Solo MX

Tratamento hormonal de substituição em adesivo
Alivia os sintomas da menopausa e osteoporose
Ver Preços

O Elleste Solo MX é um adesivo para reposição hormonal que ajuda a aliviar os sintomas da menopausa e da osteoporose. O medicamento substitui os hormônios perdidos durante a menopausa, ajudando a aliviar os sintomas decorrentes dessa condição feminina.

Reposição Hormonal Natural

Uma forma de promover a reposição hormonal é através dos meios naturais, consumindo regularmente alimentos que oferecem ao organismo condições de produzir estrogênio, como a soja, sementes de linhaça e inhame.

A soja é um alimento que permite reduzir os riscos de desenvolvimento da osteoporose e de câncer de mama, enquanto que a linhaça ajuda a reduzir os sintomas da tensão pré-menstrual. O inhame, por sua vez, é também importante para combater a retenção de líquidos e o consequente inchaço no corpo, uma situação bastante comum na menopausa.

Uma outra maneira de fazer a terapia de reposição hormonal de forma natural é com a ingestão de suplementos alimentares, como a lecitina de soja ou a isoflavona de soja, cuja eficácia é reconhecida e comprovada pela medicina, ajudando a mulher a se sentir melhor durante o climatério e até o desenvolvimento dos sintomas da menopausa.

Remédios Naturais e Alimentos para menopausa

Alguns medicamentos naturais também podem se mostrar úteis para combater os sintomas desagradáveis da menopausa. Entre eles, destacamos os seguintes:

Erva de São Cristóvão (Cemicifuga racemosa)

A erva de São Cristóvão é conhecida por oferecer auxílio e por aliviar as cólicas menstruais, sendo um agente natural anti-inflamatório, antiespasmódico e por conter fitoestrogênios. Contudo, não deve ser usada ao mesmo tempo que o Tamoxifeno.

A erva de São Cristóvão pode ser usada adicionando uma colher de folhas secas em 180 ml de água fervente, deixando repousar por 3 minutos, coar e tomar morno.

Árvore da Castidade (Vitex angus castus)

A árvore da Castidade é um remédio natural que restabelece o equilíbrio hormonal, agindo na glândula pituitária e aumentando a produção de progesterona no organismo, embora não deva ser usada concomitantemente com Bromocriptina.

O chá deve ser feito com a adição de uma colher de sopa de flores em 200 mil de água fervente, deixando repousar por 5 minutos, coar e tomar morno.

Agripalma (Leonurus cardíaca)

A agripalma é um medicamento natural emenagogo, ou seja, facilita a menstruação. Em decorrência dessa condição, é um medicamento potencialmente abortivo e não deve ser consumido em caso de suspeita de gravidez. A planta protege o coração e oferece propriedades calmantes e relaxantes, não devendo, no entanto, ser usada juntamente com medicamentos antipsicóticos e anti-inflamatórios não esteroides.

O chá deve ser feito com duas colheres de café da erva seca em 180 mil de água fervente, deixando repousar por 5 minutos, coar e tomar morno.

Pé de Leão (Alchemilla vulgaris)

O pé-de-leão é eficaz para cessar uma menstruação abundante, situação que, em muitas mulheres, é bastante comum durante o período do climatério, podendo ser combinada com outras plantas, como Angelica chinesa (dong quai) e Cohosh preto, para um efeito mais rápido.

Tomado em forma de chá, basta adicionar uma colher de folhas secas da planta em 180 mil de água fervente, coar e tomar morno.

Ginseng siberiano (Eleuterococcus senticosus)

O ginseng siberiano ajuda na manutenção do bom humor, é antidepressivo e promove a recuperação da libido perdida. Além disso, o chá do ginseng permite que a mulher possa se adaptar melhor às mudanças nos níveis hormonais, reduzindo o estresse e aumentando sua energia física.

O chá deve ser feito com um centímetro da raiz fervido em 200 mil de água, coado e tomado morno.

Amora negra (Morus Nigra l.)

As folhas da amora negra ajudam a combater os sintomas da menopausa, principalmente as ondas de calor, em razão de conter fitoestrogênios, que reduzem a oscilação dos hormônios sexuais na corrente sanguínea.

O chá deve ser feito com 5 folhas de amoreira fervida em 500 mil de água, tomado morno após 5 minutos.

Sálvia (Salvia officinalis)

A sálvia é indicada principalmente para combater as ondas de calor na menopausa, ajudando na correção dos níveis de hormônio feminino. O chá é bastante eficaz e bem tolerado pelo organismo.

O chá deve ser feito com 10 g de folhas secas de salva em um litro de água fervente, coando após 10 minutos e tomando a bebida morna.

Conheça abaixo as principais ervas para tratar os sintomas da menopausa:

ervas-naturais-tratamento-menopausa

Quais são os possíveis efeitos colaterais da Reposição Hormonal Feminina?

A terapia de reposição hormonal pode apresentar efeitos colaterais indesejados. Os riscos e benefícios do tratamento devem ser avaliados individualmente, conforme se apresentam e conforme as condições físicas da mulher.

Entre os efeitos colaterais já constatados com a reposição hormonal, destacam-se os seguintes:

  • Aumento da espessura do endométrio, a membrana que recobre a parede interna do útero, situação que pode ser atenuada com o tratamento combinado, ou seja, o uso de progesterona e estrogênio;
  • Aumento dos níveis de triglicérides, principalmente quando o medicamento é administrado por via oral;
  • Retenção de líquidos e aumento da pressão arterial, situações que devem ser cuidadosamente acompanhadas.

Os hormônios estrogênio e progesterona engordam?

Com o avanço da idade, de uma forma geral, a mulher tende a engordar. Antes da menopausa, enquanto os níveis de hormônio estão adequados e funcionando da forma correta, a mulher tende a acumular gordura nos quadris, coxas e glúteos, oferecendo ao seu corpo o aspecto mais cheio de curvas.

Depois da menopausa, o acúmulo de gordura acontece principalmente no entorno da cintura e no abdômen, situação que incomoda muitas mulheres. Fazendo a terapia de reposição hormonal, os excessos de gordura passam a se depositar novamente nos quadris, glúteos e coxas, que pode causar a falsa impressão de aumento do peso. Contudo, o tratamento também pode provocar a retenção de líquidos e isso também leva a aumentar o peso corporal.

Fontes:

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