Entenda a relação da cirurgia de próstata e disfunção erétil

shutterstock_293521535É muito comum ouvir relatos de homens que fizeram a temida cirurgia de próstata (chamada prostatectomia radical) e que, em seguida, sofreram com problemas de impotência sexual. Geralmente, nesses casos, os pacientes que serão submetidos a esse procedimento são alertados para possíveis questões relacionadas à ereção, orgasmos (disfunção erétil) ou de incontinência urinária.

Estima-se que 60% dos casos relativos à realização da prostatectomia radical precisam da chamada manutenção da função erétil, pois esse método cirúrgico é um grande fator de risco para questões relativas à ereção, ejaculação e a sensação de prazer (orgasmo).

Segundo especialistas, o problema da disfunção erétil pode estar também ligado não somente a prostatectomia, como também de outros fatores como diabetes, idade e a própria função erétil do paciente antes do procedimento cirúrgico. Talvez seja por essa razão que milhares de homens ainda hoje morrem vítimas do câncer na próstata, pois além do exame preventivo do câncer de próstata ser altamente rejeitado entre a população masculina – o que aumenta significativamente a quantidade de homens que desenvolvem a doença , há também todo esse receio quanto ao que poderá acontecer no pós-operatório.

Sendo assim, esteja atento em algumas perguntas que serão aqui respondidas, para àqueles que possam ter eventuais dúvidas sobre o assunto.

Como funciona a cirurgia de prostatctomia radical?

shutterstock_171522533.jpgA retirada da próstata – glândula sexual masculina, localizada abaixo da bexiga e a frente do reto, se dá em razão do crescimento excessivo anormal e pode tornar-se um possível tumor. Vale ressaltar que o tamanho normal da próstata se equivale ao tamanho de uma ameixa e pesa, aproximadamente, 20 gramas. Com o avançar dos anos, a próstata tende a crescer cerca de 0,4 gramas (a cada ano) e por isso necessita de acompanhamento médico. Por isso, os especialistas recomendam que a partir dos 50 anos de idade, todos os homens devem submeter-se ao exame preventivo.

A prostatectomia radical só ocorre então nos casos em que se verifica esse crescimento anormal da próstata. Vale lembrar também que essa glândula responsável pela produção de uma secreção que unida a secreção da glândula seminal produz o sêmem. Como é possível notar, a próstata é de suma importância para a organização reprodutora e prazerosa do homem.

Relação entre a cirurgia de câncer de próstata e impotência.

Já às questões relacionadas a sensibilidade e prazer também podem ser comprometidas na prostatectomia radical, já que a próstata se localiza próximo alguns feixes de terminações nervosas responsáveis que são ligadas ao orgasmo e a sensibilidade como um todo, no ato sexual, causando a impotência.

Segundo especialistas, essa situação poderá se estender por até 18 meses, já que o processo de retomada das atividades internas do corpo é gradual. No entanto, esse período de tempo pode variar para mais ou para menos, isso se dará de acordo com os fatores de adaptação do seu organismo.

Probabilidade de que a impotência seja um problema recorrente após a cirurgia de próstata.

Como dito acima, a probabilidade de recorrência da disfunção erétil depende de vários fatores ligados tanto ao corpo e organismo como também aos estímulos exteriores. O que se tem de confirmado é que não é preciso esperar uma ereção natural para que haja ato sexual. Há, hoje, alguns métodos possíveis que ajudam a estimular pouco a pouco o retorno das funções sexuais masculinas.

Dentre os fatores mais comuns, que podem interferir na realização natural ou não de uma ereção está a idade, pois estudos apontam que homens acima dos 65 anos de idade estão mais predispostos a terem problemas de impotência após a cirurgia de próstata. Portanto, eles estão também mais predispostos a manutenção da função erétil.

Outros fatores como o tabagismo, diabetes, altas taxas de colesterol, hipertensão, arterosclerose, problemas cardíacos e outros também podem influenciar diretamente para o aumento da probabilidade da disfunção erétil pós-prostatectomia.

Tratamentos

As formas de tratamento para a disfunção erétil para o pós operatório seguem exatamente os mesmos procedimentos para o tratamento de uma D.E comum. Sendo assim, a princípio, o paciente passará pela fase do tratamento clínico em que lhe será a prescrição de medicamentos que podem ser tomados via oral – caso não haja alguma contra-indicação e caso o problema persista, existem outros métodos que sugerem auto-aplicações e afins.

Os métodos são variados, basta procurar o especialista mais próximo e iniciar o tratamento corretamente, pois o que ainda se nota é que mesmo àqueles que fizeram a prostatectomia e apresentaram problemas ligados ao quadro de Disfunção Erétil seguem sem o tratamento devido.

Nesse ponto também é importante que as parceiras e familiares mais próximos estejam atentos a isso e possam buscar métodos e informações de tratamento recomendados e eficazes que deem qualidade de vida aos homens que passaram ou ainda passam por esse problema.

 

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